30 julho 2010

Estréia: 30 de Julho

Salt
(Salt)
Gênero: Ação/Drama

Elenco: Angelina Jolie, Liev Schreiber, Chiwetel Ejiofor, Andre Braugher.
Direção: Phillip Noyce
Duração: --- min.
Distribuidora: Sony Pictures

Sinopse: Antes de se tornar agente da CIA, Evelyn Salt (Jolie) prestou juramento de servir e honrar o seu país. Ela colocará o seu juramento em prática, quando um desertor russo a acusa de ser uma espiã russa. Salt foge, usando todas as sua habilidades e anos de experiência como agente infiltrada para conseguir escapar dos seus inimigos, proteger o seu marido e fugir dos seus colegas da CIA.

Curiosidades:
» Primeiro longa de Angelina após o nascimento dos gêmeos.
» Brian Helgeland ('Sobre Meninos e Lobos') roteiriza e Phillip Noyce ('O Colecionador de Ossos') dirige.
» Jolie substituiu Tom Cruise, que teve problemas na agenda e também ficou com medo do protagonista ser muito parecido com Ethan Hunt, que ele mesmo viveu na franquia Missão Impossível. Ele abandonou o projeto. "Jolie se mostra forte como qualquer homem em filmes de ação e também é ótima em filmes dramáticos. Em Salt, ela faz os dois", revelou o diretor Phillip Noyce ('O Americano Tranquilo').

http://www.youtube.com/watch?v=jPVGACdlibY&feature=player_embedded

http://www.youtube.com/watch?v=2vDUlMPwYh0&feature=player_embedded

A Epidemia
(The Crazies)
Gênero: Terror

Elenco:Timothy Olyphant, Radha Mitchell, Joe Anderson, Danielle Panabaker, Christie Lynn Smith, Brett Rickaby, Preston Bailey, John Aylward.
Direção: Breck Eisner
Duração: 101 min.
Distribuidora: Imagem Filmes

Sinopse: A primavera acaba de chegar numa tranquila cidade do interior, onde a simplicidade toma conta das pessoas e suas rotinas. Mas neste ano, a estação trouxe algo além de flores. Misteriosamente, os moradores tornam-se pessoas silenciosas e… extremamente agressivas! O casal David (Timothy Olyphant) e Judy (Radha Mitchell) se vêem cercados por aqueles que um dia já foram seus vizinhos e amigos, mas agora vagam pela cidade com um único objetivo em mente: matar, destruir, aniquilar.

Curiosidades:
» A Epidemia (The Crazies) é a refilmagem de O Exército do Extermínio, de 1973. Este foi o quarto filme do mestre do horror, George A. Romero (Madrugada dos Mortos).
» Inicialmente foi intitulado 'O Exército do Extermínio'.

http://www.traileraddict.com/trailer/the-crazies/trailer


VIPs
(VIPs)
Gênero: Drama

Elenco: Wagner Moura, Gisele Fróes, Juliano Cazarré, Jorge D'Elia, Norival Rizzo, Amaury Jr., Roger Golbeth.
Direção: Toniko Melo
Duração: --- min.
Distribuidora: Universal Pictures

Sinopse: Ele foi empresário, aviador, líder de facção criminosa, rico e famoso. Vigarista, enganou autoridades, celebridades, jornalistas e até os guardas da prisão de Bangu, usando 15 identidades diferentes. Marcelo (Wagner Moura) não consegue conviver com sua própria identidade, o que faz com que assuma a dos outros. Isto faz com que passe a ter diversos nomes, nos mais variados meios, onde aplica seguidos golpes.

Curiosidades:
» “VIPs” é uma obra de ficção baseada no livro “VIPs – Histórias Reais de um Mentiroso”, da autora Mariana Caltabiano, com roteiro adaptado por Bráulio Mantovani e Thiago Dottori, e conta com Wagner Moura como protagonista. O livro conta a história do homem que circulou por rodas de famosos ao fingir ser filho do presidente da Gol Linhas Aéreas, Henrique de Oliveira. Mariana reuniu entrevistas feitas em visitas à cadeia onde estava Marcelo ao longo de um ano e apresentou a história ao diretor.
» Na mão dos roteiristas, no entanto, a vida de Marcelo ganhará ares de ficção. "Não é uma versão brasileira de 'Prenda-me se for Capaz'", desmistifica o diretor Toniko Mello, referindo-se ao filme estrelado por Leonardo di Caprio, que fala de um homem que se fez passar por piloto.



27 julho 2010

Lançamentos em DVD - 27 de julho

Ilha do Medo
(Shutter Island)

Gênero: Policial

Elenco: Leonardo DiCaprio, Mark Ruffalo, Ben Kingsley, Michelle Williams, Max von Sydow, Emily Mortimer, Jackie Earle Haley, Patricia Clarkson.
Direção: Martin Scorsese
Duração: 138 min.
Distribuidora: Paramount Pictures
Estreia: 12 de Março de 2010

Sinopse: Em 1954, uma dupla de agentes federais investiga o desaparecimento de uma assassina que estava hospitalizada. Ao viajarem para Shutter Island - ilha localizada em Massachusetts - para cuidar do caso, eles enfrentam desde uma rebelião de presos a um furacão, ficando presos no local e emaranhados numa rede de intrigas.

Curiosidades:
» O livro Shutter Island é o terceiro de Dennis Lehane a ser levado para as telas, depois de 'Sobre Meninos e Lobos' (Mystic River), de Clint Eastwood, e o filme de Estreia de Ben Affleck como diretor 'Medo da Verdade' (Gone Baby Gone).
» O título nacional inicial era 'Paciente 67'.
» O filme se chamaria 'Shutter Island', teve o título alterado para 'Ashecliffe' e voltou a se chamar 'Shutter Island'.

http://www.traileraddict.com/trailer/shutter-island/feature-trailer

Crítica por: Janaina Pereira

Um dos maiores diretores americanos da atualidade, Martin Scorsese está de volta após dois anos de hiato. Desde que venceu o Oscar 2008 com Os Infiltrados, o diretor vinha trabalhando em uma história para retorno triunfal. E esta história é a adaptação do livro Paciente 67, de Dennis Lehane (autor também do livro que se transformou em uma das melhores obras de Clint Eastwood, Sobre Meninos e Lobos). Exibido em grande circuito e arrastando multidões aos cinemas, Ilha do Medo (Shutter Island) é a grande homenagem de Scorsese ao cinema. Porque todo grande diretor tem que fazer seu 'filme-referência' - Almodóvar fez o dele, com o recente Abraços Partidos.

Assim como Almodóvar, Scorcese não foi muito feliz em sua esolha. Peca, especialmente, por escolher uma história manjadíssima, daquelas que antes da metade do filme você já saca o final. Não há surpresa, não há mistério, não há nada de novo. Ilha do Medo é piada velha, frustrante. Nem precisa ler o livro - quem leu, garante que a adaptação é fiel, quem não leu, não vai ler porque o filme não desperta essa curiosidade.

Mas, assim como Almodóvar também, Scorsese tem seus fãs fiéis. E sabe filmar seu atual ator preferido, Leonardo Di Caprio, como ninguém. Repetindo uma dobradinha que vem dando certo nos últimos anos, a dupla se tornou cúmplice a tal ponto que, atualmente, ninguém filma Di Caprio com o olhar carinhoso que Scorsese tem por ele. O cineasta consegue mostrar muito mais do que a beleza de Leo - é o talento cada vez mais maduro do ator que fica evidente mais uma vez.

A trama - que chama mais atenção pelos toques hitchcockianos e pela homenagem aos filmes noir - começa no melhor estilo dos filmes do mestre do suspense. A trilha, pesada e marcante, é o ponto alto. A história, no entanto, dá reviravoltas pouco inteligentes. Teddy Daniels (Di Caprio) chega ao presídio psiquiátrico na ilha Shutter acompanhado de nosso novo companheiro, o agente Chuck Aule (Mark Ruffalo). A princípio parece que ele só está lá para investigar o desaparecimento de uma paciente, mas logo descobrimos que Teddy tem questões particulares que o assombram desde a morte de sua esposa, Dolores (Michelle Williams) e a ilha é o lugar para esclarecer tudo.

O filme conta com as preciosas participações de Patricia Clarkson, Ben Kingsley e Max von Sydow, atores que conseguem dar o tom certo a personagens ambíguos e misteriosos. É um bom entretenimento, e se salva mesmo nos três minutos finais, no último diálogo que pode gerar inúmeras interpretações, mas que do meu ponto de vista, tem um significado só.

Apesar de todo clima de terror, da bela fotografia, e do envolvimento que a trama proporciona, não me convenceu. Ainda acho Os bons companheiros o melhor Scorsese de todos. Ainda acho Os Infiltrados melhor do que Ilha do Medo. Mas também acho que Scorsese + Di Caprio formam a verdadeira dupla dinâmica do cinema.

Ilha do Medo é uma espécie de O Gabinete do Dr. Caligari quase 100 anos depois. É uma grande homenagem a diversos genêros cinematográficos e, por que não, a chance de Scoserse exercitar seu lado hitchcockiano. Ele tem todo direito e mérito por fazer isso. O que não significa que soube fazer bem feito.


(Brideshead)


(Chico Xavier - O Filme)

Crítica por: Janaina Pereira


O Brasil é uma país falsamente católico. Ok, oficialmente o catolicismo é a nossa religião, mas muita gente tem um pé no espiritismo. Grande parte dessa força pelo desconhecido vem de nomes como Bezerra de Menezes, o médico que era médium, e Frâncisco Cândido Xavier, o médium que psicografava mensagens do além.

Se você não conhece a doutrina espírita, talvez o filme Chico Xavier, de Daniel Filho, não lhe diga nada. Mas acho pouco provável que alguém não saiba, minimante, quem foi Chico. Homem que atraia multidões ao seu centro espírita, durante muitos anos ele recebeu o título de maior médium brasileiro, tornando-se um símbolo do espiritismo. Calmo, sereno e cheio de fé, Chico Xavier psicografou mais de 400 livros, sem receber direitos autorais e vivendo apenas de seu salário - e posterior aposentadoria - de funcionário público.

Chico Xavier, o filme, estreiou justamente quando seu protagonista, que morreu em 2002, completaria um século de vida. Este é o primeiro de uma série de filmes em homenagem a este homem especial, figura ímpar do universo de bondade que mal estamos acostumados a conviver. E é esta bondade que o longa mostra com convicção.

A partir de uma entrevista dada por Chico nos anos 1970, para a TV Tupi, o filme se desenrola apresentando alguns fatos da vida do médium, desde sua infância - e a influência espiritual da mãe (vivida por Letícia Sabatella) e influência psicológica da madrasta (interpretada por Giovanna Antonelli).

A vida adulta, em que começa a psicografar e é acusado de ser uma grande farsa, também ganha destaque no longa. Neste período, Chico Xavier é interpretado pelo ator Ângelo Antônio (que já fez outro Chico no cinema, o Francisco pai de Zezé di Camargo e Luciano).

Mas é em sua fase envelhecida, quando Nelson Xavier assume o papel de Chico, que o filme se apóia. Com semelhança física e repetindo gestos e trejeitos do médium, o ator consegue uma intepretação sólida e, porque não, mediúnica. É a própria reencarnação de Chico Xavier.

É nesta fase também que o longa aborda como o médium se tornou figura importante da sociedade brasileira, ao ter uma de suas cartas psicografadas usadas para absolver um rapaz acusado de assassinato.

Apesar das boas intenções, Chico Xavier, o filme, é global demais para o meu gosto. Parece que havia uma necessidade absurda de encaixar todos os atores da Globo no filme, o que torna o longa uma espécie de Globo Repórter com um toque de Por toda minha vida, o programa em que a Globo homenageia personalidades da música já falecidas.

Uma das grandes falhas do roteiro - baseado no livro As vidas de Chico Xavier, de Marcel Souto Mayor - é dar ênfase ao espírito Emmanuel (intepretado pelo insosso André Dias), o principal guia de Chico, deixando de lado André Luiz, o espírito que deu ao médium diversas psicografias importantes, entre elas a do livro Nosso Lar, o mais importante do espiritismo brasileiro (que chega em adaptação aos cinemas no segundo semestre deste ano).

O interessante é que o roteiro superficial não vai impedir que milhares de pessoas assistam ao filme. Em seu dia de estréia - o feriado católico da sexta-feira santa, dia 2 de abril, exatamente o dia em que Chico completaria 100 anos - os cinemas lotaram, com o filme aplaudido ao final. Ninguém saia até os créditos terminarem. Impressionante. Isso mostra que o homem Chico Xavier é muito mais forte do que qualquer filme possa retratar.

Eu, particularmente, tenho admiração profunda por Chico, uma dessas figuras especiais que passam pela Terra com uma missão única. E que ensinou que não devemos temer os mortos. O medo maior deve ser dos vivos.

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24 julho 2010

Boa Sorte, Charlie.

Site oficial da nova série da Disney

Sábado e Domingos  às 19: 30  h  no Canal Disney


http://www.disney.com.br/disneychannel/series/boasortecharlie/index.html

Grandalhão e gelado

Montanha na água


Entenda o que é um iceberg e como esses gigantes blocos de gelo se formam 

Nos mares mais frios da Terra, há imensas montanhas flutuantes totalmente feitas de gelo: são os icebergs. Para ganhar esse nome, um bloco de gelo precisa ter, no mínimo, 10 metros de comprimento e 5 metros de altura. Isso só na parte que fica para fora da água, pois a parte submersa é muito maior.

Os icebergs surgem quando blocos de gelo se soltam das geleiras que cobrem a Antártida, no sul do planeta, ou o Ártico, no norte. Isso acontece quando as marés ou o calor provocam rachaduras na massa gigantesca de gelo.

Essas geleiras foram formadas pela neve que se acumulou durante milhões de anos. Por isso, elas são feitas de água doce, que veio de rios, e não de água do mar. E sabe como um bloco de gelo tão grande e pesado consegue flutuar?

É que o peso de água que um iceberg desloca ao seu redor é maior que seu próprio peso, o que faz com que ele flutue.

VOCE SABIA QUE…

- Um pinguim pula até 1,85 metro de altura para subir em um iceberg?
- O maior iceberg do mundo tem cerca de 110 quilômetros de extensão por 20 de largura? Ele é maior do que o município de São Paulo e se soltou de uma geleira depois de uma tempestade.
- Muitos bichos descansam e procuram alimento nesses blocos de gelo.
- O nome iceberg vem do termo em holandês “ijsberg” e quer dizer montanha de gelo.
- A parte submersa do iceberg é muito maior do que a que aparece na superfície.

VIDA NO GELO

Enquanto os icebergs flutuam, parte deles se derrete, liberando uma água rica em nutrientes que alimentam bichinhos chamados krill, que são o alimento favorito de pinguins, focas e baleias. Esses blocos de gelo abrigam ainda peixes, que se escondem em suas fendas, e aves que param sobre eles.

O aquecimento da Terra está acelerando o derretimento de geleiras e icebergs. Isso aumenta o nível dos oceanos, interfere na temperatura e na concentração de sal da água e pode ser uma ameaça para plantas e bichos de todo o planeta.

Maria Carolina Cristianini


CONSULTORIA: ALBERTO WAINGORT SETZER (pesquisador do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), FERNANDA CANILE (pesquisadora do Centro de Pesquisas Antárticas da USP) e RICARDO DE CAMARGO (prof. do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP).

Recreio14/01/2010

23 julho 2010

Estréia: 23 de Julho

Predadores
(Predators)

Gênero: Terror
 Elenco: Adrien Brody, Topher Grace, Alice Braga, Danny Trejo, Walton Goggins, Oleg Taktarov, Mahershalalhashbaz Ali, Louiz Ozawa.
Direção: Nimrod Antal
Duração: --- min.
Distribuidora: Fox Film

Sinopse: Em Predadores, um bando formado pelos assassinos mais temidos da Terra é sequestrado e lançado de pára-quedas em um mundo estranho onde tem combater um inimigo comum para sobreviverem. Sua única chance é se unirem para encontrar uma aeronave abandonada e fugir dos Predadores que os caçam por puro esporte e diversão.

Curiosidades:
» O talentoso e magérrimo Adrien Brody, vencedor do Oscar por 'O Pianista', é o protagonista.
» Novo filme da franquia 'O Predador', que já rendeu mais de US$ 450 milhões em bilheteria.

O Bem Amado
(O Bem Amado)

Gênero: Comédia


Direção: Guel Arraes
Duração: --- min.
Distribuidora: Disney

Sinopse: Baseado na Obra de Dias Gomes, O Bem Amado conta a história de Odorico Paraguaçu, o prefeito que tem como principal objetivo conseguir um defunto para inaugurar a sua grande obra, o cemitério da cidade de Sucupira. O dia-a-dia entre o apoio das irmãs Cajazeiras e a oposição ferrenha do jornaleco da cidade, apimentada pela inclusão de personagens inesquecíveis como Zeca Diabo, um cangaceiro matador e Ernesto, o moribundo que não morre, é uma sátira divertidíssima da elite brasileira.

Curiosidades:
» A Produtora Paula Lavigne almeja cerca de 2,5 milhões de espectadores para "O Bem Amado" e vê melhores condições para a existência de boas bilheterias nacionais. "Só espero que não venha nos reprimindo a neurose contra as pessoas que querem fazer filmes comerciais", diz.
» O texto original de Dias Gomes foi adaptado por Guel Arraes.
» Exibida em 1973, O Bem Amado é um dos marcos da televisão brasileira. Foi o primeiro folhetim a mostrar personagens e histórias genuinamente brasileiras, a primeira novela nacional em cores, a primeira produção da Globo exibida no exterior e o primeiro trabalho de Lima Duarte como ator da emissora. Em razão do grande sucesso, O Bem Amado deu origem a uma série homônima, que foi ao ar entre 1980 e 1984, com 220 episódios.
» O Orçamento do filme foi de R$ 9,8 milhões.

Grindhouse - À Prova de Morte
 (Grindhouse - Death Proof)

Gênero: Ação


Elenco: Kurt Russell, Rosario Dawson, Rose McGowan, Marley Shelton, Mary Elizabeth Winstead, Sydney Poitier, Zoë Bell, Eli Roth.
Direção: Quentin Tarantino
Duração: 114 min.
Distribuidora: Playarte Filmes

Sinopse: 'Prova de Morte' é estrelado por Kurt Russell. Três amigas saem para se divertir e chamam a atenção de todos por onde passam, inclusive a do misterioso Stuntman Mike, um dublê temperamental que se esconde atrás do volante do seu carro indestrutível.

Curiosidades:
» 'À Prova de Morte' foi exibido na competição em Cannes em uma versão especial de 127 minutos (nos EUA a metragem do filme é em torno dos 90 minutos).
» Primeira parte do filme de parceira entre os diretores Quentin Tarantino ('Kill Bill') e Robert Rodriguez ('Sin City'), lançado nos EUA (juntos em uma só película) como 'Grindhouse'.
» Três anos após estrear nos cinemas norte-americanos, a primeira parte de 'Grindhouse' finalmente será lançada no Brasil. Após enrolar o lançamento de 'Prova de Morte' e deixar os fãs furiosos, a Europa Filmes passou os direitos de distribuição para a Playarte, que prometeu lançá-lo nos cinemas em 23 de julho.

http://www.youtube.com/watch?v=WhpfoRj32EQ&feature=player_embedded

Baarìa - A Porta do Vento
(Baarìa)
Gênero: Drama

Elenco: Monica Bellucci, Raoul Bova, Michele Placido, Ángela Molina, Laura Chiatti, Enrico Lo Verso, Luigi Lo Cascio, Gisella Marengo.
Direção: Giuseppe Tornatore
Duração: 150 min.
Distribuidora: Paris Filmes

Sinopse: Escrito e dirigido por Giuseppe Tornatore, Baarìa - A Porta do Vento é um filme autobiográfico, uma saga épica sobre a vida e a morte, amor e ódio, que acompanha 40 anos de história em uma vibrante cidade siciliana durante a primeira metade do século 20. O filme segue a vida de Peppino Torrenuova, desde sua infância como um filho problemático na década de 30, passando pela Segunda Guerra Mundial e o autoritário regime fascista, até seu romance proibido e casamento com a bela Mannina, que culmina em uma tumultuada vida política ao ingressar no Partido Comunista Italiano. Uma jornada cheia de emoção, nostalgia, alegrias e tragédias em um mundo tão distante do nosso, porém tão próximo.

Curiosidades:
» Do mesmo diretor do clássico 'Cinema Paradiso'.
» Filme de abertura do Festival de Veneza de 2009.

22 julho 2010

Medicamentos fracionados

A venda de medicamentos fracionados,isto é, em embalagens especiais, na quantidade de que o paciente necessita, foi autorizada há cinco anos, mas, até hoje, não teve a adesão de farmácias, laboratórios e médicos. O Estado de S. Paulo informou (1/3) que “15 laboratórios obtiveram o registro da Anvisa para produzir 175 tipos de medicamentos fracionados”, entre antibióticos, anti-inflamatórios e anti-hipertensivos. No entanto, de sete empresas entrevistadas, nenhuma está produzindo fracionados, mesmo sendo responsáveis pela maioria dos 175 tipos autorizados. “Farmácias e drogarias acreditam que vão perder lucro e por isso não há interesse”, disse ao jornal o diretor da Anvisa Pedro Ivo Ramalho. “Enquanto o projeto de lei que torna o fracionamento obrigatório não for aprovado, as empresas não vão investir”, analisou o vice-presidente do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo, Nelson Mussolini.

O projeto de lei que torna compulsória a produção e a venda de medicamentos fracionados ( PL 7.029) tramita no Congresso desde 2006, como registrou o jornal. De autoria do Executivo, foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara e, agora, passa por análise da Comissão de Constituição e Justiça. O próximo passo é o encaminhamento para o Senado.

Lançamento em DVD - 22 de julho

Entre Irmãos
(Brothers)

Gênero: Drama

Elenco: Natalie Portman, Tobey Maguire, Jake Gyllenhaal, Bailee Madison, Patrick Flueger, Sam Shepard, Mare Winningham, Clifton Collins Jr.
Direção: Jim Sheridan
Duração: 110 min.
Distribuidora: Imagem Filmes
Estreia: 05 de Março de 2010

Sinopse: Sam (Tobey Maguire) é casado com Grace (Natalie Portman), pai de duas meninas, e está seguindo carreira militar. O irmão mais novo,Tommy (Jake Gyllenhaal), se comporta como um eterno adolescente, com frequencia do lado errado da lei e é incapaz de estabelecer um relacionamento de longo prazo. Sam junta-se às forças de paz da ONU no Afeganistão, cai prisioneiro e é dado como morto. Com o desaparecimento do irmão, Tommy passa a ajudar Grace e suas filhas, tentando fazer suas vidas voltar ao curso normal. Inesperadamente, Sam retorna para casa traumatizado e inquieto. Com a dinâmica da casa alterada, os irmãos terão que lidar com o amor, a lealdade e a mulher entre eles.

Curiosidades:
» Refilmagem do longa dinamarquês de 2004.
» Natalie Portman volta a fazer parte de um triângulo amoroso no cinema (como no cultuado 'Closer - Perto Demais').

http://www.youtube.com/watch?v=u-Ex4z3MAjE&feature=player_embedded

Crítica por: Edu Fernandes


O marido de Grace é designado para a Guerra do Iraque. Durante o combate o batalhão de Sam é dado como morto. Enquanto ela se recupera do luto, aproxima-se de Tommy, o irmão problemático de Sam.

Jim Sheridan é um dos diretores que melhor sabe imprimir na tela de cinema histórias com alto teor de emoção. Quem é fã de Terra dos Sonhos (2002) e Meu Pé Esquerdo (1989) logo espera a próxima oportunidade de debulhar-se em lágrimas com sua obra.

No filme Entre Irmãos (Brothers), Jim refaz a produção nórdica da diretor Susanne Bier. O roteiro traz elementos semelhantes ao de Coisas que Perdemos pelo Caminho, a emocionante empreitada de Bier em Hollywood, que também fala de uma viúva que encontra apoio em um homem com vários problemas.

Não é preciso muito para esperar que essa nova fita de Sheridan seja extremamente forte ao coração – ainda mais quando colocamos os talentos do elenco na equação. Infelizmente o que acontece é o contrário e temos um filme morno.

Jim Sheridan foge a todo custo de ser didático ou apelativo demais, mas acaba prejudicando a emotividade que se espera desse roteiro. Pela sinopse é possível prever quais seriam os momentos mais tocantes de Entre Irmãos. Pois bem, “seriam”. Muitas dessas potenciais cenas lacrimosas são totalmente cortadas e o espectador até pode economizar alguns lenços, mas perderá a chance de ver o filme que esperava.

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