29 maio 2012

Resenha- Hamlet-Príncipe da Dinamarca


Hamlet- Príncipe da Dinamarca
William Shakespeare
Título original: The tragedy of Hamlet, prince of Denmark
Tradução de F. Carlos de Almeida Cunha Medeiros e Oscar Mendes
Sinopses, Dados Históricos e Notas de F. Carlos de Almeida Cunha Medeiros
Círculo do Livro e EditoraNova Cultural Ltda
São Paulo-1993
129 páginas.


Dados Históricos
O mito de Hamlet é antiquissimo na legenda escandinava. Foi um dinamarquês no século XII, Saxo Grammatieus, que contou a história de Hamlet, no terceiro livro de sua compilação História Danica. François de Belleforest (1530-1583) publica suas Histoires Tragiques em 1576, entre as quais figura a história de Hamlet. Belleforest serve de base para Shakespeare, segundo tudo faz presumir. Similaridades de estrutura e de estilo fazem supor que Thomas Kyd muito contribuiu para o Hamlet do grande poeta e é bem provável que o primitivo trabalho de Kyd (hoje desaparecido) servisse para a composição da peça atual. Há três versões conhecidas desta peça. Os textos hoje usados são, geralmente baseados no Folio I e no Quarto II.
Esta peça foi registrada no Stationer`s Register, a 26 de julho de 1602, e impressa em 1603. Acredita-se que a data de composição fique entre 1601 e 1602.

Personagens:
Claúdio, rei da Dinamarca
Hamlet, filho do falecido rei e sobrinho do atual
Fortimbrás, príncipe da Noruega
Horácio, amigo de Hamlet
Polônio, lorde camarista
Laertes, filho de Polônio
Voltimand, Cornélio, Rosencrantz, Guildenstern, Osric, Um Gentil-Homem, Um Sacerdote, cortesãos
Marcelo, Bernardo- Oficiais
Francisco, Soldado
Reinaldo, servidor de Polônio
Um Capitão
Embaixadores Ingleses
Atores
Dois campônios, coveiros
Gertrudes, rainha da Dinamarca e mãe de Hamlet
Ofélia, filha de Polônio
Espectro do pai de Hamlet
Senhores, Damas, Oficiais, Soldados, Marinheiros, Mensageiros e outros servidores
Cena: Elsenor

Gostei bastante da história. Antes tinha lido, Noite de Reis (comédia) e Romeu e Julieta (tragédia) e esta é  também uma tragédia. Das três, prefiro Hamlet. Em Noite de Reis não senti nenhuma comédia, Romeu e Julieta uma história tão batida, não me empolgou a leitura. Já em Hamlet, houve o elemento surpresa, não conhecia a história, apesar da tão famosa frase: Ser ou não ser, eis a questão. Adorei o espectro logo no inicio da história, acho que foi isso que me encantou.
Bem, temos que considerar, que a época que foram escritas a forma de narrar era bem diferente do nosso tempo. Uma linguagem mais rebuscada e, na verdade, estamos lendo uma tradução, o que depende de cada tradutor colocar a sua interpretação.

O fantasma do  pai de Hamlet surgi para reclamar vingança e Hamlet fica sabendo que o causador da morte de seu pai, foi seu próprio tio Claudio, que agora é seu padastro.
Passa-se por louco e desisti de seu amor por Ofélia, para poder planejar a sua vingança.
O rei suspeita da loucura de Hamlet e acha melhor mandar matá-lo. Na sua viagem para Inglaterra, o navio foi atacado por piratas. Hamlet oferece dinheiro para levá-lo de volta.
Ofélia, enloquecida com a morte do pai, Polônio, se suicida.
Hamlet e Laertes ficam sabendo da morte de Ofélia. O rei aproveita a dor de Laertes para confessar que Hamlet matara Polônio, e assim tentar mais uma vez matá-lo, convencendo Laerte duelar com Hamlet.
Laerte usa um florete envenenado e o rei coloca veneno no vinho para garantir a morte de Hamlet
Conclusão: Laerte fere Hamlet com florete envenenado e então trocam de armas, agora é a vez de Hamlet ferir Laerte. A rainha para comemorar bebe do vinho. Tanto a rainha como Laertes antes de morrerem confessam que foi rei o causador de toda aquela tragédia. Hamlet fere o rei com o mesmo florete.
Conclusão: Todos morrem e fica apenas o seu amigo Horácio para contar a história para prosperidade..
É ganância pelo poder não leva a lugar nenhum.
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Objetivo:
Para o Nivel 1: 12 livros no ano =
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Entrando e Saindo da Estante - Hamlet de William Shakespeare


Porque Entrando e Saindo da Estante?
São livros que peguei emprestado na biblioteca ou de alguma pessoa.




Hamlet-Príncipe da Dinamarca
William Shakespeare
Título original: The trageds of Hamlet, prince of Denmark
Sinopse de F. Carlos de Almeida Cunha Medeiros
Círculo do Livro e Editora Nova Cultural Ltda
São Paulo-1993
129 páginas


Sinopse (F. Carlos de Almeida Cunha Medeiros)

A morte do rei da Dinamarca faz que o Príncipe Hamlet deixe os estudos na Universidade de Wittenberg e volte para Elsenor, onde residia a Corte. O príncipe fica ainda mais entristecido vendo a pressa que sua mãe teve para casar-se com o tio, Claúdio, que se apossara do trono e que está lutando para que o príncipe norueguês, Fortimbrás, não invada a Dinamarca com a finalidade de reaver o território que o pai perdera, quando fora morto em batalha com o falecido rei. Claúdio consente que Laertes,, filho de Polônio, volte para a Universidade de Paris, mas ordena que Hamlet   permaneça na corte dinamarquesa. O príncipe tem como únicos confidentes seu amigo Horácio e Ofélia, filha de Polônio, a quem ele ama, mas que prometera ao pai não se casar com Hamlet. Horácio e dois oficiais vêm dizer a Hamlet que o espectro do falecido rei estava aparecendo nas ameias do castelo e, num terrificante encontro com o espectro, acaba conhecendo a dolorosa verdade: o tio matara o pai e ele próprio está obrigado a vingar o assassinato.
Hamlet finge estar louco e Polônio pensa que a insanidade tenha por causa o fato de ter Ofélia rejeitado sua proposta de amor. O rei, entretanto, não se deixa enganar e manda, que Rosenerantz e Guildnstern vigiem o príncipe e descubram a verdade. Hamlet resolve surpreender o rei, fazendo que uma companhia de atores itenerantes represente em sua presença uma peça contendo episódios que se parecem com o da morte do rei, seu pai. Enquanto isto, o rei recebe a promessa de Fortimbrás de que não invadirá a Dinamarca, mas dá-lhe a permissão para atravessar o território dinamarquês, a fim de invadir a Polônia.
Rosenerantz, Guildenstern e o lorde camarista não conseguem descobrir a causa da loucura de Hamlet e, por este motivo, Claúdio resolve enviá-lo para a Inglaterra com os dois espiões. A peça apresentada ao rei causa-lhe tal pertubação que ele abandona a sala do espetáculo. Hamlet fica convencido de que o tio é criminoso, mas não tem coragem de matá-lo, quando encontra o rei em oração. Quase imediatamente depois, quando a Rainha Gertrudes está censurando o filho pela sua conduta, ele se vira contra ela. A rainha clama por socorro e Hamlet, acreditando que atrás da cortina estivesse o rei, enterra a espada em alguém que, afinal, não passava de Polônio. O espectro aparece a Hamlet, mas não à rainha, que fica convencida da loucura do filho, que a persuade a nunca mais se colocar contra ele.
A partida de Hamlet para a Inglaterra é apressada com a morte de Polônio. Ele foge a bordo de um navio pirata e, voltando à Dinamarca, manda cartas de sua chegada para Horácio e para o rei. Enquanto isto, a morte e o enterramento secreto de Polônio levam Ofélia à loucura, despertando o desejo de vingança no filho de Polônio que invade o castelo, a fim de satisfazer o ódio que sentia. Claúdio mostra a Laertes que o culpado era Hamlet e os dois resolvem matar o príncipe. O suícido
de Ofélia faz aumentar ainda mais os propósitos criminosos de Laertes.
No enterro de Ofélia, Hamlet e Laertes brigam, sendo separados com dificuldade pelos assistentes. Mais tarde, Hamlet revela a Horácio que no navio ele roubara dos dois espiões ordens seladas, segundo as quais deveria ser morto pelas mãos dos ingleses e as substituira por outras em que era ordenada a morte de Rosenerantz e de Guildenstern. Quando chega o desafio de Laertes, Hamlet vê que a dor de Laertes era semelhante à sua, mas concorda na presença da corte. Laertes fere Hamlet com o florete envenenado e, durante a luta, trocam as armas e o príncipe fere Laertes. Bebendo pelo bom êxito do filho, a rainha bebe o vinho envenenado que Claudio prepara para Hamlet. Quando estão morrendo, Gertrudes e Laertes revelam a vilania do monarca e Hamlet mata o monstro com o florete envenenado. Das mãos de Horácio, arranca a taça envenenada, pedindo ao amigo que viva para limpar-lhe o nome. Enquanto Hamlet está morrendo, os embaixadores ingleses chegam trazendo a notícia da execução dos espiões e Fortimbrás, de volta à Noruega, vindo da Polônia, chega para reinvidicar o reino e restaurar a ordem perdida.  

O Prazer da Leitura - O Chamado da Selva

O Chamado da Selva

O Chamado da Selva

Nas bancas 25 de maio

Jack London conheceu a importância dos cães quando ele e seu cunhado foram ao Alasca procurar ouro.
Viu uma oportunidade de ter sucesso escrevendo, ao saber que um livro sobre cães de Everton Young tivera ampla aceitação da parte do público.
Começou, então, a escrever “O Chamado da Selva”. É lindo ver Buck, um cão acostumado a todos os confortos, descobrir que precisa voltar às suas origens. Ele passa por duras aventuras e martírios com os homens, até encontrar John Thornton, onde surge uma amizade permeada por amor e respeito entre ambos. Buck, tenta se esquivar de brigas e confrontos, contudo, no fim, aceita que sua escolha se reduz a matar ou morrer.
Este livro, por seu realismo, força e empatia, encanta com as aventuras, as relações entre homem e cães,e deixará você pensativo com o final.

28 maio 2012

O Prazer da Leitura - Robin Hood

Robin Hood

Robin Hood

Nas bancas 18 de maio

A partir do início do século XII, menestréis já contavam as façanhas de Robin Hood, o corajoso e ousado arqueiro que tirava dos ricos perversos e doava aos menos afortunados. Cada aventura contada era como um capítulo de um livro. Se Robin realmente existiu, não se sabe, nem existem provas. Mas e os menestréis? Eles existiram, assim como suas canções, e neles grandes autores se inspiraram. Com a antologia das letras, cada um elaborou seu próprio conto.
Howard Pyle se destacou como o autor que melhor conseguiu “captar” o espírito aventureiro de Robin Hood.
Leia, aprecie e veja como o Bem sempre se sobrepõe ao Mal.
A história de Robin Hood é para aqueles que admiram os que lutam pela justiça e tem amor à liberdade. Um livro para ser lido e relido em todas as fases da vida.

27 maio 2012

O Prazer da Leitura - Oliver Twist

Oliver Twist

Oliver Twist

Nas bancas 11 de maio

Oliver Twist é uma belíssima história que fala sobre a capacidade humana de superar as grandes dificuldades que a vida nos impõe. Mostra também até que ponto o homem pode chegar, prejudicando o próximo em benefício próprio.
Charles Dickens, com sua extraordinária capacidade descritiva, retrata a situação reinante na Londres de 1840.
Em plena Era Vitoriana, Dickens combina imaginação, narração, humor e ironia, numa ácida crítica social dos valores éticos e morais reinantes. Deste cenário emerge Oliver, um menino bom e íntegro.
O livro com personagens marcantes, cada um procurando seu lugar de destaque, lida com situações de sobrevivência, num enredo fascinante. Vibre com Oliver, um menino que, apesar das situações difíceis que enfrenta, permanece sempre puro com uma alma branca como a neve.

26 maio 2012

O Prazer da Leitura - Beleza Negra

Beleza Negra


Beleza Negra

Nas bancas 04 de maio

Foi necessária a sensibilidade de uma jovem adoentada, amante de cavalos, para captar a percepção, bondade e fidelidade dos equinos.
Em um dos mais célebres livros jamais escritos sobre cavalos, narrada pelo próprio cavalo, esta história sensibilizará até aos mais céticos. Foi no fim de sua curta vida que a autora escreveu este único livro. Ele transmite magistralmente, com perfeição e ternura, os dotes dos cavalos, a inteligência, sentimento, memória, sofrimento e alegria.
Compartilhe com o cavalo Beleza Negra sua paciência com o ser humano, assim como a sua intolerância com o abuso. Apaixone-se por esta linda raça, cuja amizade e companheirismo têm sido essenciais ao homem. Sem ele no trabalho, no transporte, na luta e na diversão, o homem não poderia ter conseguido todos seus feitos nos 2000 anos de civilização.

25 maio 2012

O Prazer da Leitura - A Letra Escarlate

A Letra Escarlate

A Letra Escarlate

Nas bancas 27 de abril

Fim do século XVII na cidade portuária de Salem, Massachusetts (EUA).
Uma sociedade puritana, intolerante e hipócrita vive seu dia a dia.
Em uma história, que enaltece a coragem e o amor eterno, a jovem Hester Prynne nos conquista. Com humildade, compreensão, mas determinada, ela dá à luz, cria e educa sua filha Pearl. Ensina a todos os personagens, e ao leitor o que é viver.
A letra “A” Escarlate, considerada um estigma pela sociedade puritana, se transforma, em Hester, em um símbolo de orgulho. Ela lida igualmente com os poderosos e os fracos, com doçura tornando-se uma heroína para todos nós.
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