Se você é do time que tem dificuldade em manter uma alimentação balanceada ou por conta da rotina corrida ou simplesmente por não gostar de comer legumes e folhas crus, vai adorar conhecer os sucos funcionais. Eles são uma solução eficaz e saborosíssima de suprir boa parte de nossas necessidades diárias de nutrientes e vitaminas já que misturam frutas, legumes e verduras. Além disso, conferem um grande fluxo de energia ao organismo, principalmente se consumidos pela manhã, aumentando a disposição.
Por serem diuréticos e desintoxicantes, os também conhecidos como “sucos verdes” limpam os órgãos internos, ajudando-os a funcionar melhor e auxiliando no processo de emagrecimento. Além disso, mantêm o corpo hidratado, bem nutrido e funcionam como preciosos auxiliares na prevenção de doenças, já que regulam o metabolismo e fortalecem o sistema imunológico.
A clorofila contida em todas as folhas verdes, especialmente as escuras como couve, espinafre, salsa e agrião, entre outras, purifica o sistema digestivo e oxigena as células, fornecendo mais vitalidade e melhorando a pele e as funções musculares.
As frutas e legumes, além de também estarem repletos de nutrientes e vitaminas, ajudam a adoçar naturalmente os sucos. Para dar um toque final e tornar a mistura ainda mais saborosa, você pode acrescentar ingredientes como gengibre, erva-cidreira, capim limão ou hortelã.
O consumo de fibras também é muito importante para o bom funcionamento do intestino e para prolongar a sensação de saciedade, por isso, podem ser adicionados farelos de trigo, linhaça, flocos de quinoa, ou grãos germinados
Suco verde
2 folhas de couve
1 punhado de folhas de hortelã
1 maçã
1 cenoura ou beterraba
½ pepino
1 lasca de gengibre
Azedinho bom
1 talo de aipo
1 maçã
1 limão
Laranja com maçã
200ml de suco de laranja
1 maça
1 punhado de salsinha
Abacaxi com hortelã especial
2 fatias de abacaxi
1 limão
2 folhas de couve
algumas folhinhas de hortelã.
Procure variar sempre as misturas, use a criatividade e teste sem medo as diversas possibilidades de combinação de sabores. Assim, além de enriquecer seu corpo a ingestão de todos os tipos possíveis de nutrientes e vitaminas, você ainda poderá evitar o desperdício, aproveitando todos os alimentos que estão “sobrando” na geladeira.
No filme “A Razão do Meu Afeto”, de 1998, Jennifer Aniston vive uma assistente social nova-iorquina insatisfeita com o seu relacionamento. Quando ela descobre que está grávida, decide imediatamente romper com Vince, seu namorado, e pedir ajuda ao melhor amigo gay, George, para criar o bebê. A partir daí, muitas coisas acontecem, todas dignas de uma comédia romântica. Nina (Jennifer) se apaixona pelo amigo gay, Vince insiste em se casar, George conhece outro homem e vai ser feliz com ele, Nina se apaixona por um policial e se casa com ele. Quando a criança nasce, não tem apenas um pai e uma mãe dispostos a cuidar dela. Uma das cenas mais bonitas de “A Razão do Meu Afeto” é a final, quando a pequena Molly, então com 6 anos, se apresenta na escola. Ela diz para a mãe: “eu fui a aluna com mais pessoas da família assistindo ao show!”.
A trama, baseada no romance “The object of my afection”, de 1987, escrito por Stephen McCauley, abria o diálogo para algo que, hoje, já virou realidade: as novas famílias. Arranjos como o sugerido na história existem e estão saindo de Hollywood para chegar às leis. Na Califórnia, o senador Mark Leno propôs uma lei que acaba com o limite de dois pais por cada criança. O texto não diz que qualquer um pode ser pai de quem quiser, apenas permite que mais pessoas postulem legalmente o papel que já exercem no dia a dia. Já na segunda instância de votação, a nova lei prevê situações como:
1) Uma mãe se separa do primeiro marido e volta a se casar. O ex-casal e o novo maridoparticipam da formação da criança, com direitos e deveres estabelecidos pelo juiz.
2) Um casal de lésbicas pede ajuda a um amigo próximo para engravidar. Os três participam na criação da criança, com direitos e deveres estabelecidos pelo juiz.
3) Uma grávida se casa com um homem que não o pai biológico do bebê. Os três participam da formação da criança, com direitos e deveres estabelecidos pelo juiz.
Assim como Leno, que é um dos primeiros políticos assumidamente gays a atuar nos Estados Unidos, entendo que a nova lei dá mais amparo a crianças que, naturalmente, vivem em famílias de novos formatos.
14/07/2012 - POR MARIANE MORISAWA, DE PASADENA (CALIFÓRNIA
Lena Dunham é roteirista e atriz da nova série da moda. Ela contou à Glamour o que as quatro amigas de Nova York tem para dizer
Lena Dunham passou por aquele momento “e agora?” logo depois de se formar na universidade. Foi difícil arrumar emprego, e ela teve de se virar em lojas de bebês e estágios pouco promissores. Hoje, sua vida tomou um rumo bem melhor: aos 25, é criadora, roteirista e atriz de “Girls”, seriado da HBO produzido por Judd Apatow (“Missão Madrinha de Casamento”) que é um dos maiores sucessos da temporada e estreia dia 23 no Brasil. Essas experiências todas – fora uma certa tendência de se envolver com os caras errados – viraram tema dos episódios, protagonizados por quatro garotas de 20 e poucos anos às voltas com as dificuldades da vida adulta. Lena Dunham falou à Glamour:
Muito se falou sobre as semelhanças de “Girls” com “Sex and the City”. Mas acha que “Girls” existiria sem “Sex and the City”?
Acho que essas garotas de “Girls” não poderiam existir sem “Sex and the City”. Suas ideias sobre o que significa ser mulher e o que significa morar em Nova York são totalmente formadas por “Sex and the City” e as ideias de feminismo que existiam no seriado. Eu me lembro de ler o livro “Ele Não Está Tão a Fim de Você” na faculdade porque alguém mencionou em “Sex and the City”. O impacto cultural da série é gigantesco.
Mas “Girls” é muito diferente
Eu espero que sim. Nós sabíamos que ia haver comparações, porque são garotas em Nova York e são quatro amigas, mas acho que o tom e o conteúdo são diferentes. E também a idade das personagens, elas estão num momento na vida totalmente diferente das mulheres de “Sex and the City”.Mas “Girls” é muito diferente.
É bem novo ver que essas garotas moram em apartamentos apertados e bagunçados, normalmente não é assim na televisão.
Eu sei! A produtora Jenni Konner e eu dizíamos, quando estavam construindo os cenários: “Temos de deixar esses apartamentos bem pequenos”. Aí quando estávamos rodando vimos que chatice é filmar num cenário apertado! Você deseja não ter tido essa ideia (risos).
Sendo tão jovem, você é invejada por muitos. Como foi que conseguiu ter seu projeto aprovado pela HBO?
Eu fiz o filme “Tiny Furniture” e tive sorte porque as pessoas viram e houve repercussão. Isso possibilitou que eu encontrasse as pessoas da HBO, Jenni Konner e Judd Apatow. Acho que só foi possível porque decidi fazer um filme sozinha, sem apoio, e isso levou a que pessoas me apoiassem. Agora tenho essa infraestrutura excelente, o que torna tudo mais fácil e menos aterrorizante do que poderia ser. Mas realmente não esperava ter só 25 anos e passar por essa experiência! (risos)
Não há pressão em trabalhar com Judd Apatow, diretor de tantas comédias de sucesso e produtor de “Missão Madrinha de Casamento”?
Sim! Quando o encontrei pessoalmente pela primeira vez, ele foi a Nova York, e eu estava tão nervosa! Fiquei esperando na frente de seu hotel, porque cheguei uma hora adiantada, usava minha roupa mais adulta (risos). Aí ele desceu usando camiseta e shorts de ginástica e parecia tão relaxado que, sem trocar uma palavra, todo o medo foi embora. Ele é uma pessoa tão calorosa e confortável... Colabora muito e tem bastante experiência, mas não fica demonstrando isso. Quanto ao sucesso de “Missão Madrinha de Casamento”, só nos ajuda, porque o filme prova que Judd entende aquelas comediantes, aquele público... Isso sempre apareceu em seu trabalho, mas agora ficou provado que as mulheres podem ser engraçadas. É uma boa atmosfera para um seriado como o nosso.
O seriado vai falar de tudo? Gravidez, aborto? Não há nenhum assunto proibido?
Tentamos falar de tudo que uma garota dessa idade possa experimentar. Tentamos ser sensíveis, mas também ser realistas. São preocupações quando você tem essa idade: gravidez, DSTs, questões emocionais. Quando você tem 24 anos, sua vida envolve tipos diferentes de drama (risos).
Seus pais parecem bastante liberais. Eles viram o seriado? Houve algum momento esquisito?
Eles viram algumas coisas, porque querem acompanhar pela televisão, o que acho bem fofo. Se bem que, se passar na mesma hora de “Homeland”, vamos ter um problema (risos). Mesmo assim, sempre é esquisito quando seus pais a veem fazendo uma cena de sexo. Meu pai, mais do que minha mãe, cobre seus olhos. Ele não fica chateado que eu tenha feito, mas acha estranho assistir. O que me parece totalmente razoável (risos).
Tanto “Tiny Furniture” quanto “Girls” têm homens se comportando de maneira realmente irritante em relação às garotas. Isso é algo comum entre rapazes nova-iorquinos dessa idade?
É uma combinação de algo particular de nova-iorquinos dessa idade, que se sentem no direito, que acham que podem falar com as garotas da maneira como quiserem, porque estamos em tempos liberais, que têm medo de compromisso, e minha própria atração inexplicável por tipos irritantes, sei lá por que razão... (risos) É minha cruz!
Você mencionou que passou por uma série de humilhações. Qual a pior de todas?
Elas não são grandiosas. São pequenas coisas que acontecem diariamente, quando você está tentando se relacionar com outras pessoas. Meus dois primeiros filmes são sobre caras que querem dormir na sua cama, mas nem trocar um beijo. São relações confusas, indefiníveis, que levam a muita vergonha e ansiedade. Colocando-as na tela eu posso pensar bastante nelas e aí repetir tudo de novo! (risos)
Passou por estágios horríveis, como sua personagem?
Sim. Teve um em que precisei cuidar do marido de uma pessoa, porque ele estava gripado, e ela não queria ficar doente (risos). Realmente, não queria usar meu diploma para isso. Ao mesmo tempo, não queria ser demitida. Mas também teve um dia em que todos estavam fora e eu me tranquei para fora do escritório. Minhas coisas estavam todas lá dentro... Fui para casa, não sabia mais o que podia fazer! Eu era a pior estagiária do mundo.
Você tira tantas coisas da sua vida para o seriado, mas sua vida deve ter mudado tanto... não teme que fique sem material?
Temos uma grande equipe de roteiristas, então, contando todo o mundo, temos um bom estoque de histórias e experiências. Mas, mesmo se você é mais bem-sucedida no trabalho, ainda assim se relaciona com outras pessoas, e isso nunca é simples só porque as questões profissionais estão melhores. Espero que não, mas acredito que sim, haverá mais experiências pessoais para colocar no seriado! (risos)
Em 1757, a Inglaterra e a França se digladiavam no continente europeu e na América do Norte. No confronto, a oeste de Nova York, os franceses contavam com o apoio dos índios traiçoeiros da tribo Huron, e os ingleses, com os índios das honradas e corajosas tribos Delaware e Moicanos. Testemunhe a luta entre o bem e o mal. Assista às batalhas e observe os atos de valentia e bravura que se contrapõem à barbárie e à violência. Brancos lutam contra brancos e índios contra índios. As descrições das batalhas, assim como das paisagens, são únicas.
Vibre, torça, viva este romance maravilhoso dos Estados Unidos da época colonial.
O "Mighty Mississippi", é um rio de dimensões prodigiosas, que divide os Estados Unidos da América em dois. Até hoje, muitas cidades situadas nas suas margens dependem dele para escoar suas produções.
Assim, numa destas pequenas cidades no Estado de Missouri, nossa história se desenvolve.
As aventuras, travessuras e transgressões de Tom retratam a ingênua inocência de um adolescente que confronta a crueldade, hipocrisia e vícios do mundo adulto. Ele brinca, ousa, namora e até estuda, querendo aprender o sentido da vida. Captando as essências puras que rolam neste poderoso rio, Twain escreve com o intuito de entreter você, leitor, fazendo-o rir e aprender a viver de uma forma melhor.