21 maio 2013

Resenha: Orgulho e Preconceito de Jane Austen

Livro: Orgulho e Preconceito (Ed. Especial)
Título Original: Pride and Prejudice
Autora: Jane Austen (1775-1817)
Tradutor: Lúcio Cardoso
Rio de Janeiro
Ano: 2011
Editora: Nova Fronteira
Coleção Saraiva de Bolso
Nº de páginas: 374
Tema: Romance, Ficção Inglesa
Período de Leitura: 16./05 a 20/05/13

Sinopse - Orgulho e Preconceito - Jane Austen

Na Inglaterra do final do século XVIII, as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, uma das cinco filhas de um espirituoso, mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína, que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. Lizzy é uma espécie de Cinderela esclarecida, iluminista, protofeminista. Neste livro, Jane Austen faz também uma crítica à futilidade das mulheres na voz dessa admirável heroína — recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu.

Apresentação
Orgulho e Preconceito é o mais popular dos romances de Jane Austen. A jovem Elizabeth Bennet, que se julga desprezada por Darcy, jovem rico e orgulhoso, começa a se interessar pelo belo militar Wickham. Em lugar do simples enredo sentimental, o texto  de Austen focaliza uma questão mais complexa em que se misturam a razão, o sentimento de gratidão e suas implicações e, especialmente, a desconfiança com relação às primeiras impressões.


Livro citado no filme: Mensagem para você.

Com a chegada de Charles Bingley a cidade, as mães com filhas solteiras, ficam bem agitadas. A Srª Bennet não é diferente, ela está disposta a tudo, para que ele se envolva com uma de suas cinco filhas.
Por sua vez, Bingley se encanta com Jane Bennet. Mr. Darcy, amigo de Bingley, desdenha de Elizabeth, achando que ela não era adequada e nem bonita. Mas isso não influencia ao se apaixonar por ela.
" ela é tolerável, mas não é bonita o suficiente para me atrair."
Vemos um Mr. Darcy orgulhoso e uma Miss Bennet preconceituosa (Orgulho e Preconceito).
Elizabeth Bennet: inteligente, alegre, atraente, com uma lingua afiada.
Mr. Darcy: arrogante, orgulhoso, socialmente reservado devido a sua fortuna e condição social.
Mas Elizabeth e Mr. Darcy estão com seus destinos cruzados e durante o desenrolar da história você acompanha a evolução dessa paixão.
Super recomendado. Temos amor, preconceitos, ascenção social. È o retrato de uma época.

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Desafio Literário 2013
Marcador: Desafio Literário 2013

19 maio 2013

Os Desafios dos Jovens Contemporâneos

Texto de Ricardo Ossani Parisi
Paróquia N.S. de Moema-SP

Amigo jovem, amiga jovem.
O grande mal da nossa geração é sempre achar que nós somos os primeiros do mundo: é como se, antes de nós, nunca tivesse existido nada e, depois de nós, nada mais será como antes. Então eu lamento te decepcionar: antes da nossa geração já viveram outras gerações de jovens, tão revolucionários, sedentos de mudanças e sem limites como nós.Se você, assim como eu, gosta de música, deve saber que Jimmy Hendrix passou a vida denunciando o racismo contra os negros; Cazuza, nosso poeta, disse que o que os jovens queriam era uma ideologia; Renato Russo, a voz de minha geração, falou sobre como gostamos de culpar nosso pais por tudo; e Kurt Cobain descobriu que, mesmo adultos, podemos todos usufruir do espírito adolescente do mundo.
Mas veja só: Jimmy Hendriz morreu aos 28 anos, depois de ingerir sete comprimidos para dormir misturados com vinho tinto; Cazuza morreu aos 32 anos por complicações advindas da AIDS contraída anteriormente; Renato Russo, também vítima da AIDS, morreu aos 36 anos; e Kurt Cobain, aos 27 anos com uma overdose de champanhe a antibióticos. Morreram todos jovens, com idades próximas às suas, procurando antes de você pelas mesmas respostas que você procura e ouvindo os mesmos "nãos" que a sociedade sempre diz aos jovens como você.
Mas aí eu te pergunto: eles foram iguais a mim? Posso afirmar que não. Podem ter sidos jovens, vivido conflitos, encontrado desafios. Mas você é diferente deles por um motivo simples, mas que muda tudo: você é cristão. E é aí que eu quero chegar: o jovem cristão vive tudo o que os outros jovens vivem; têm as mesmas vontades, os mesmo sonhos, as mesmas revoltas, as mesmas dúvidas. No entanto, o jovem cristão tem Jesus ao seu lado.
Diferente dos nossos ídolos aí acima, o jovem cristão não precisa de drogas para se libertar porque ele sabe que Jesus já o libertou por sua cruz; o jovem cristão não precisa de álcool para relaxar porque ele sabe rezar; o jovem cristão não precisa de pornografia para conhecer como as pessoas se relacionam entre si porque ele tem os Evangelhos para ler; o jovem cristão não precisa praticar sexo grupal nem dar beijos triplos porque os seus amigos são cristãos também e acreditam que sexo, namoro, virgindade e castidade são temas que se complementam sem nunca se excluírem nem se contradizerem; o jovem cristão não tem filhos fora do casamento nem é a favor do divórcio porque ele sabe que até Jesus quis ter uma família, e por isso nasceu numa. E olha que, se você acha a sua família estranha, já pensou na família de Jesus, que tinha um pai adotivo e uma mãe virgem?
O jovem cristão, portanto, é você mesmo, que está aí no mundo: no seu trabalho, na escola, na faculdade, entre amigos, na micareta, no rodeio, no shopping, nos chats discutindo se o Facebook é realmente mais legal que o Orkut. O que nos falta, como jovens cristãos, é assumir nosso papel de cristãos. Ninguém tem vergonha de dizer que acabou de perder a sua virgindade com uma prostituta; ninguém tem medo de dizer que usa drogas; ninguém tem receio de dizer que é a favor do aborto.
Então por que é que nós jovens, temos vergonha em dizermos que nós somos cristãos? Por que temos medo de afirmar nossas intenções, nossos valores baseados na vida de Jesus e no Evangelho? Por que temos medo de dizer à sociedade que somos contra o sexo livre, as drogas, e o aborto?
Provavelmente porque é mais cômodo calar. Afinal,  o mundo é tão grande, podemos pensar; então, para que me indispor com tanta gente que, daqui a pouco, vai sumir da minha vida? Enfim, a religião, a moral e os valores éticos não são pessoais? Para que expô-los e expor-me ao ridículo?
Lamento dizer isso, meus amigos e amigas, mas o Cristianismo é apenas para os fortes porque a proposta de Cristo é vencedora desde o começo e destinada aos vencedores. É uma opção pessoal ser perdedor; mas por que correr o risco de naufragar no meio de nossos desafios quando existe alguém  que, além de já ter as respostas mais perfeitas, não só nunca naufragou como também pode te salvar do naufrágio?

A Semana em Retalhos- 12/05 a 18/05/13



Meme semanal hospedado pelo Lost in Chick Lit, onde compartilhamos pequena informações sobre a nossa semana literária. Tendo como principal objetivo encorajar a interação entre os blogs literários brasileiro, fazer amizades e conhecer um pouquinho mais sobre outras pessoas apaixonada por literatura. Tem interesse em participar? Saiba como aqui 


Leitura(s) do momento:
O Solteirão de Carly Philips
A Redenção do Sheik de Olivia Gates

Livros emprestados da biblioteca: 
O Solteirão de Carly Phillips

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Na calada da noite

18 maio 2013

JMJ-Ide e fazei discipulos entre todas as nações!

Logo JMJ



Essa convocação foi feita pelo Papa Bento XVI no anúncio do lema da Jornada Mundial da Juventude Rio2013: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19), durante a audiência geral no dia 24 de agosto.
“Vivemos em um mundo onde há muitos desperdícios, perdas humanas, por falta de chance. O convívio com o Senhor desperta o que temos de melhor. O anúncio ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações’ é um anúncio para a vida toda. Em nenhum momento podemos fazer um intervalo dele, porque ele supõe que aquele que é amigo do Senhor, pela sua vida, pelo seu estar no mundo, comunique aos outros a luz, a beleza e a alegria de ser discípulo do Senhor. Essa é a missão que a nossa Igreja precisa.


Símbolos da JMJ

A Cruz

A cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes: Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, e muitos a chamam de Cruz dos Jovens porque ela foi entregue pelo Papa João Paulo II aos jovens para que a levassem por todo o mundo, a todos os lugares e a todo tempo.

A cruz de madeira de 3,8 metros foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II deu essa cruz como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a recebeu, em nome de toda a juventude, foram os jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço, em Roma. Estas foram as palavras do Papa naquela ocasião: “Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção” (Sua Santidade João Paulo II, Roma, 22 de abril de 1984).

Os jovens acolheram o desejo do Santo Padre. Desde 1984, a cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, através da Europa, além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e Austrália, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundial da Juventude. Em 1994, a cruz começou um compromisso que, desde então, se tornou uma tradição: sua jornada anual pelas dioceses do país sede de cada JMJ internacional, como um meio de preparação espiritual para o grande evento.

O ÍCONE DE NOSSA SENHORA

Em 2003, o Papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a cruz da JMJ: o ícone de Nossa Senhora, “Salus Populi Romani”, uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus, no Ocidente, Santa Maria Maior. “Hoje eu confio a vocês... o ícone de Maria. De agora em diante, ele vai acompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a cruz. Contemplem a sua Mãe! Ele será um sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados, como o apóstolo João, a acolhê-la em suas vidas” (Roma, 18ª Jornada Mundial da Juventude, 2003).

Resenha: O Solteirão de Carly Phillips


Livro: O Solteirão
Título original: The bachelor
Autora: Carly Phillips
Tradução: Lilia Rizzo
São Paulo
Editora: Planeta
Ano: 2008
Nº de páginas: 285
Tema: Romance norte-americano, Literatura norte-americana.
Tëmpo de leitura: 02 a 17/05/13

Um acontecimento muda a vida dos Irmãos Chandler, neste livro é sobre Roman Chandler, o caçula.
Este é o primeiro livro da trilogia dos três irmãos sedutores e solteirões convictos.
Roman é jornalista e adora viajar, não pretende voltar para sua cidade, yorkshiire Falls. Mas a mãe tem um plano para seus filhos e conseguir um neto.
Não está nos planos de Roman se amarrar, e um cara ou coroa, o coloca a procura de uma esposa.
E o reencontro com Charlotte, sua ex-namarada o faz pensar diferente.
A leitura é leve, divertida e legal.

17 maio 2013

Saindo da Estante- A Redenção do Sheik de Olivia Gates

A Redenção do Sheik

Apresentação da escritora:

Queridas leitoras, 
Escrever a história de Haidar Aal Shalaan foi uma surpresa em cada palavara. A primeira vez em que ele apareceu foi em Orgulho de Zohayd, a  trilogia de seus irmãos por parte de pai. No último livro, Como tocar um sheik, Haidar descobriu que sua mãe esta conspirando para depor seu pai e seus irmãos do trono para torná-lo rei. Mas apesar de ele ter feito tudo para denunciar a conspiração, eu sabia quea a história não terminaria com ele como herói e a quase catástrofe esquecida ou perdoada.
E realmente não foi, ao menos para ele. Conforme eu escrevia a história de Haidar, ele me mostrou os dramas por trás de suas contradições: um homem ao mesmo tempo abençoado e amaldiçoado pelo nascimento. Haidar me contou como tivera que lutar toda a vida contra a origem seu sangue, como isso lhe custara a relação com as pessoas que mais amava e como ficara estigmatizado para sempre. Haidar se impusera a missão de redimir a mácula da traição deixada por sua mãe, e reconstruir seu coração, outrora destruído por uma mulher. Eu o via como um cavaleiro do deserto- estoico, vingativo e de sangue quente- enquanto cumpria ambas as missões.
Mas Haidar continuou a me surpreender, demonstrando sua dualidade em cada palavra e ação. Ele era forte, e também terno; determinado, mas flexível; irrefreável, e ainda assim vulnerável. Acima de tudo, a última coisa que esperava que ele fosse: engraçado. E divertido. E vou lhe dizer... isso o torna irresistível. Sua heroína, Roxanne, concorda comigo de todo o  coração.
Espero sinceramente que você goste de Haidar-assim como eu gostei- bem como do seu esforço em fazer as pazes consigo mesmo e finalmente retribuir o amor de Roxanne.
Obrigada por lerem, Olivia.

Série Orgulho de Zohayd

1-Como tocar um Sheik
2-Como provocar um Sheik
3-Como domar um Sheik

Série Cavaleiros do Deserto
Harlequin Desejo - Cavaleiros Do Deserto - Olivia GatesHarlequin Desejo - Cavaleiros Do Deserto - Olivia GatesHarlequin Desejo - Cavaleiros Do Deserto - Olivia Gates

12 maio 2013

A Semana em Retalhos- 05 a 11/05/13


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O Solteirão de Carly Philips
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