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27 janeiro 2014

Degustando Palavras



CBN Tempo de Letras




DOS LIVROS PARA A COZINHA

Degustando Palavras é o primeiro projeto da Babilonia de 2014. Cinco encontros - de janeiro a maio - de dar água na boca com o melhor da cultura, literatura, arte e gastronomia. 
A chef e historiadora Ana Roldão apresenta histórias e curiosidades de Marquesa de Santos, Carême, Fernando Pessoa, Frida Kahlo e Proust ligadas aos prazeres da mesa.

Brindes gastronômicos temáticos ao final de cada um dos encontros.

Saboroso e imperdível!

Mais informações e inscrições: eventos@babiloniaeditorial.com.br


Foto: Nota hoje no Prosa, O Globo, sobre o ciclo Degustando Palavras no Centro Cultural Justiça Federal.

Inscrições por e-mail: eventos@babiloniaeditorial.com.br


Uma série de encontros, com a chef e historiadora Ana Roldão, em homenagem a grandes nomes da cultura e literatura universal e sua relação com a cozinha de seus locais de origem e sua época. Cinco conversas de dar água na boca,  protagonizadas por Marquesa de Santos, Antonin Carême, Fernando Pessoa, Frida Kahlo e Marcel Proust. Os prazeres da mesa, bebidas, comidas, gostos, amores e desilusões traduzidos em pratos, cardápios e memória.

5 encontros, 2 horas cada de Janeiro a Maio de 2014
18h30 às 20h30
R$ 50, 00 por encontro

29 de janeiro: Marquesa de Santos e o cesto de morangos
26 de fevereiro: Antonin Carême e a alta gastronomia
26 de março: Fernando Pessoa e os cafés lisboetas
30 de abril: A cozinha de Frida Kahlo
28 de maio: As madeleines de Marcel Proust.

Face: babiloniaeditorial
Twitter: babiloniacult

26 maio 2013

6º Mandamento-Não pecar contra a castidade

Texto de : Pe. Antonio Neto SDS
Religioso Salvatoriano
Rio de Janeiro-RJ


Quando Deus criou o ser humano, o dotou de uma sexualidade, de um modo particular de relacionar-se com o seu semelhante e de construir a sua personalidade e a sua identidade, mediante o seu gênero (masculino e ou feminino), numa dinâmica de complementaridade, da soma das suas diferenças constitutivas.
O ser humano se relaciona de modo racional e afetivo, tendo a liberdade e a responsabilidade para controlar seus instintos, os quais influenciam, mas não determinam suas escolhas e o seu agir. Geralmente, ao falarmos de castidade, alguns costumam focalizar a sexualidade associada exclusivamente ao aspecto genital, corpóreo, deixando-se de lado a dimensão da relação social, do encontro de um Eu com um Tu.
Lamentamos que a educação sexual gaste mais energia ensinando a utilização de métodos contraceptivos e de prevenção contra doenças do que educando para o respeito ao próximo e reconhecimento do valor e da dignidade do outro.
Vivemos num mundo utilitarista, no qual somos levados a consumir compulsivamente aquilo que possa satisfazer nossas necessidades imediatas. Semelhante ao modo como nos relacionamos com as coisas, acabamos agindo com as pessoas.
Algo me interessa, me dá prazer, então vou adquirir e me saciar. Depois eu me desfaço e cada um pro seu lado.
A moral cristã não pretende negar ou condenar a sexualidade como muitos a acusam. Ela quer que a pessoa adquira sua maturidade psíquica, espiritual, afetiva e corpórea.
Para que se antecipar algo para o qual não se está preparado? Nossas crianças, nossos adolescentes e jovens são iniciados cada vez mais cedo na curiosidade, no mundo do prazer, da desvalorização do namoro enquanto descoberta sadia do outro em vista da construção da felicidade, mediante a realização em uma vida a dois. Tornam-se predadores, colecionadores de aventuras e de fantasias que os tornam vazios, deprimidos. Muitos são os que se sentem sujos devido às experiências pelas quais passaram precocemente e desacreditados do AMOR, porque não o experimentaram. Conheceram apenas as ilusões e os vícios de envolvimentos superficiais.
A castidade significa o equilíbrio, o modo sadio como eu me conheço, me aceito e me respeito como pessoa e reconheço a dignidade do outro.
Pense nisso! Evite entrar em caminhos que poderão deixar marcas, cicatrizes na sua alma, tirando a sua paz. Ainda dá tempo de amar verdadeiramente e de ser amado.
Deus o abençoe!

13 maio 2012

Dia das Mães

Dia das Mães

Fonte:Jornal do Brasil
Dom Orani João Tempesta


O segundo domingo de maio é um dia dedicado a homenagear as mulheres que acolheram em sua vida a missão sublime de gerar ou acolher um filho para educar. Ser mãe é dom gratuito da bondade de Deus para cada mulher, e também a possibilidade de aceitar trabalhar pelo futuro da humanidade. Uma significativa expressão da fidelidade de Deus no sacramento do matrimônio, que torna o amor de um casal fecundo e multiplicador de vida. Esse dia nascido por motivações afetivas, mas muito explorado comercialmente nos dias atuais, pode ser agora uma oportunidade de valorizar a vida e a família. Principalmente, se refletimos sobre a missão importante da mãe (junto com o esposo) de educar seus filhos.

Além de acolher ou procriar fisicamente, gerar um filho para a fé é um compromisso que sinaliza a relação de Deus com seu povo, que é sempre fecunda, capaz de multiplicar a vida, e se dá na plena confiança e entrega à providência divina. No contexto de um capitalismo selvagem, cada vez mais tenta-se destruir os valores verdadeiros da humanidade, ser mãe, o que, para além de uma responsabilidade e de um dom, significa manifestar um compromisso com a vida em todas as suas dimensões. Com as pressões atuais contra a dignidade da vida e a propaganda contra a geração de filhos, constatamos que isso é ferir em uma mulher o direito de ser mãe, ferindo também sua mais profunda dignidade e violando aquilo que de mais belo Deus concedeu a uma mulher: o direito de ser mãe e de contribuir assim com a criação, que continua a ser criada e recriada. "Cada criança que nasce é Deus que volta a sorrir para o mundo" diz a tradição popular.

Homenagear as mães neste dia nos faz recordar a importância da família humana e também a figura de Maria, exemplo de mãe e educadora. Mulher forte e doce, mulher do silêncio, da presença e da esperança que não decepciona. Maria traz consigo as virtudes mais profundas, capazes de fazer de todas as mulheres verdadeiramente mães e mestras, como ela o foi. A humildade, a plena confiança em Deus, seu sim à acolhida do projeto divino em sua vida, conformando-se plenamente a ele, as lutas para proteger o filho, a coragem de lançá-lo no projeto do Pai antes mesmo de "chegar a sua hora", a força para acompanhar o filho no sofrimento e aos pés da cruz, acolher o filho morto ao ser retirado da cruz e contemplar, em seus braços, seu corpo sofrido por amor, a esperança de fazer continuar o projeto de construção do Reino junto com os discípulos amedrontados no Cenáculo, a alegria de ver o filho ressuscitado e Senhor para sempre.

Mães de nosso tempo: pobres, mas incapazes de abandonar os filhos que geraram. Capazes de educar na dificuldade, nunca os deixando de lado. Mulheres de fé, que choram aos pés do Santíssimo Sacramento e da Virgem das Dores, implorando a Deus por seus filhos, escravos das drogas, da prostituição e de tantos outros vícios. Mães que percorrem o calvário com seus filhos, lutam para que não sejam mortos e imploram de Deus uma nova vida de cada um deles.Verdadeiras guerreiras, batalhando e lutando por sua prole, trabalham de sol a sol para estudar os filhos, fazê-los crescer bem e oferecer-lhes melhores condições de vida e novas possibilidades, que, elas mesmas, não puderam receber. Mulheres que choram as dores dos filhos, que sorriem e celebram suas vitórias. Mulheres de aço, mulheres como flores, singelas e frágeis. Amor traduzido em gestos concretos e na mais profunda oferta de vida. Capazes de tudo para garantir aos filhos uma vida de sucesso e de realização.

As Sagradas Escrituras estão cheias dos testemunhos de mulheres, mães, que tudo fizeram para que seus filhos compreendessem e permanecessem no caminho do Senhor. Vale lembrar o desejo de Sara de ser mãe e sua confiança em Deus, que transformou sua impossibilidade e fez de Abraão pai de todas as nações (Gn 18,10); a história de Ana, mãe de Samuel, que deu à luz o filho primogênito (1Sm 1-2); a belíssima história da mãe e dos sete filhos que dão a vida mas não negam o Senhor (2Mc 7, 1-40); a busca da mulher cananeia pela cura de sua filha (Mt 15,21); a alegria de Isabel ao conceber João Batista (Lc 1,12-15) e Maria, modelo novo de maternidade e coragem (Lc 1,26-38).

A figura materna tem nas Sagradas Escrituras um valor profundo que até mesmo a Revelação compara o amor de Deus com algumas características maternas: "... agora vou gritar como a mulher que dá à luz, vou gemer e suspirar" (cf.Is 42, 14); "Sião dizia: o Senhor me abandonou; o Senhor me esqueceu. Mas, pode a mãe esquecer o seu filho, ou a mulher a criança em suas entranhas? Ainda que ela esqueça, eu não esquecerei você" (cf. Is 49,15); "Como a mãe consola o seu filho, assim eu vou consolar vocês... (cf. Is 66,13).

Na história do cristianismo, tantas mães se santificaram pensando e promovendo o bem para seus filhos. Recordemos Santa Mônica, que tanto rezou pela conversão do filho Agostinho, que se tornou um santo e doutor da Igreja, ou ainda, Santa Rita de Cássia, que rezou a Deus por seus filhos, que não queria vê-los manchados com a culpa do sangue e do ódio entre famílias rivais.

A todas as mães queremos homenagear e rezar para que suas presenças sejam sempre sinal de vida e de fecundidade. Para que sinalizem o amor de Deus com suas vidas, principalmente em nossos tempos, onde o direito de ser mãe vem sendo substituído pelo horror do aborto que fere a dignidade de tantas mulheres iludidas por falsas ideologias. Rezemos também pelas mães que já se encontram junto com Maria na eternidade, na bem-aventurança eterna, para que recebam a recompensa de suas vidas doadas e entregues a Deus e à família.

Que Maria, mãe e mestra, cubra todas as mães com seu sagrado manto de amor, humildade e dedicação. Que ela alcance de Deus para todas as mães as condições necessárias para educarem seus filhos com dignidade, na justiça, fraternidade e solidariedade. Que nenhuma mãe se esqueça de que a melhor herança que podem entregar a seus filhos é a fé.

Maria, mãe de todos os povos, rogai por nós!

*Dom Orani João Tempesta, cisterciense, é arcebispo do Rio de Janeiro.

14 setembro 2011

A fábula do burro


Um dia, o burro de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria.
Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.
Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel:
Concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma.
Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço.
Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro.
Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.
O burro não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente.
Porém, para surpresa de todos, o burro aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.
O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.
A cada pá de terra que caía sobre suas costas o burro a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão.
Assim, em pouco tempo, todos viram como o burro conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.
A vida vai lhe jogar muita terra nas costas.
Principalmente se já estiver dentro de um poço.
O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.
Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima.
Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos.
Use a terra que lhe jogam para seguir adiante!
Recorde-se das 5 regras para ser feliz:
1. Liberte o seu coração do ódio.
2. Liberte a sua mente das preocupações.
3. Simplifique a sua vida.
4. Dê mais e espere menos.
5. Ame-se mais e aceite a terra que lhe jogam.
Ela pode ser a solução, e não o problema.
(Autor desconhecido)

Retalhos no Mundo:
Reflitam, meditem e pratiquem essas regras para ser bastante feliz.
Como falei no blog da Dri, infelizmente temos a capacidade de esquecer ensinamentos maravilhosos que facilitariam a vida. E se puderem leiam também a mensagem Pegadas na Areia. Que é lindo.

Texto lido no blog Ti Ti Ti da Dri

12 setembro 2011

Demonstrar gratidão



Para muitos de nós não é fácil ficar alegre.
Brincamos de faz-de-conta e nos esforçamos para parecer felizes.
No começo, talvez nem sejamos capazes de identificar a
verdadeira alegria, que é viver totalmente o agora,
agradecendo por tudo o que pode ser visto, tocado e sentido.
Demonstrar gratidão pela presença das pessoas mais próximas
provoca uma agitação no peito que também será sentida
por nossos amigos. A alegria é contagiante e libertadora.
Ela põe em foco nossa visão distorcida. Saudar a vida com
alegria revoluciona nossas experiências e as
daqueles com quem as compartilhamos.
“Hoje vou levar alegria aonde quer que eu vá.
Vou oferecer a dádiva da felicidade a todos que encontrar.”
Fonte:Portal Angel

07 junho 2011

Citações sobre livros



Há tantos livros, mas há tão pouco tempo.
Frank Zappa


Uma pessoa, seja ela cavalheiro ou senhorita, que não sinta prazer ao ler um bom romance, deve ser intoleravelmente estúpida.
Jane Austen, em Northanger Abbey


Eu acho a televisão muito educativa. Toda vez que alguém a liga, eu vou para a outra sala e leio um livro.

Groucho Marx


Não há amigo tão leal quanto um livro.
Ernest Hemingway


Se alguém não tiver prazer em ler um livro várias e várias vezes, não há motivos para lê-lo, afinal.
Oscar Wilde


Eu sempre imaginei que o paraíso deve ser algum tipo de biblioteca.
Jorge Luis Borges


Você nunca poderá ter uma xícara de chá grande o suficiente, ou um livro longo o suficiente.

C. S. Lewis


Nunca confie em ninguém que não trouxe um livro consigo.
Lemony Snicket


Leia para viver.
Gustave Flaubert


Um livro sem palavras é como o amor sem beijos; é vazio.
Andrew Wolf


Se há um livro que você queira ler, mas ainda não foi escrito, então você deve escrevê-lo.
Toni Morrison


Há dois motivos para ler um livro; um, é o prazer em lê-lo; o outro, é a possibilidade de melhorá-lo.
Bertrand Russell


Contos de fada são mais do que a verdade. Não porque eles nos dizem que dragões existem, mas porque eles nos dizem que dragões podem ser derrotados.
Neil Gaiman


Se você tem um jardim e uma biblioteca, você tem tudo que precisa.
Marcus Tullius Cicero


Os livros servem para mostrar para um homem que aqueles seus “pensamentos originais”, não são tão novos assim, afinal.
Abraham Lincoln


Uma casa sem livros é como uma sala sem janelas.
Heinrich Mann


Há livros que devem ser provados, outros devorados, mas só alguns devem ser mastigados e digeridos.
Cornelia Funke


O pior dos novos livros é que eles nos impedem de ler os antigos.
Joseph Joubert


A ficção revela a verdade que a realidade esconde.

Jessamyn West


Minha vó sempre dizia que Deus fez as bibiliotecas para que as pessoas não tenham desculpas para serem tão estúpidas.
Joan Bauer


Há crimes piores do que queimar livros. Um deles é não lê-los.
Joseph Alexandrovitch Brodsky


Um clássico é um livro que nunca termina de dizer o que tem para dizer.
Italo Calvino


Nós vivemos para os livros.
Umberto Eco, em O Nome da Rosa


Quando você relê um clássico, você não vê mais no livro do que havia antes; você vê mais em você do que havia antes.

Clifton Fadiman


Sempre leia coisas que façam você parecer bem caso morra no meio da leitura.
P.J. O’Rourke

Retalhos no Mundo:
Escolha a qual você mais se identificar.
Fico com a de Joseph Joubert


O pior dos novos livros é que eles nos impedem de ler os antigos.

31 maio 2011

Pensamento da semana:


"O entusiasta vence sempre o apático. 
Não é a força de braço, nem a virtude das armas,
mas a força da alma que alcança a vitória."


    Autor: MJohann G. Fichte

24 março 2011

Força magnética

Você só recebe aquilo que tem, porque aquilo que você tem se torna uma força magnética, atrai algo semelhante.
É como um bêbado que chega a uma cidade: logo ele vai encontrar outros bêbados. Se um jogador chegar a uma cidade, logo ele se tornará conhecido dos outros jogadores. Se um ladrão chegar a uma cidade, logo ele encontrará outros ladrões.
Se um buscador da verdade chegar à cidade, ele vai encontrar outros buscadores. Tudo que criamos em nós se torna um centro magnético, cria certo campo de energia. E nesse campo de energia as coisas começam a acontecer.
Assim, se você quer as bênçãos da existência, deve criar toda a bem-aventurança de que for capaz, deve dar o máximo de si, então uma bem-aventurança multiplicada por mil será sua. Quanto mais você tiver, mais receberá.
Quando esse segredo for compreendido, você ficará cada vez mais rico interiormente, sua alegria será cada vez mais profunda. E não há fim para o êxtase — você tem apenas de começar na direção certa.

Osho, em "Meditações Para a Noite"
http://www.palavrasdeosho.com/2009/10/forca-magnetica.html

19 dezembro 2010

Tudo pode dar certo

:: Elisabeth Cavalcante ::

Recentemente, tomei conhecimento de um filme de Woody Allen, - um de meus cineastas preferidos, entre outras razões, por sua capacidade de nos ensinar a rir de nós mesmos,- que foi traduzido com o título Tudo Pode Dar Certo.

A frase chamou minha atenção, pois tem uma característica de afirmação muito positiva. Infelizmente, a maioria de nós vive com a mente focada sempre na negatividade, ou seja, alimentando uma expectativa pessimista acerca dos acontecimentos.

Seja o que for que nos propusermos a planejar, fazer ou conquistar na vida, as chances de materialização são proporcionais, ou seja, 50% de que dêem certo e 50% de que dêem errado.

Entretanto, muitas vezes nos esquecemos da visão positiva, e ficamos apenas com a expectativa ruim, como se ela constituísse a única possibilidade possível. O medo e a insegurança que sentimos ou a grande ansiedade pela realização de nossos sonhos acabam nos impedindo de enxergar esta matemática tão simples.

Por que não fazer da frase acima um mantra, a direcionar nossa vida?

Certamente, se a cada manhã repetirmos esta afirmação com toda a confiança, as chances de que nosso dia e nossos projetos sejam concretizados de modo positivo, serão ainda maiores.

É claro que apenas repetir as palavras sem uma ação determinada e uma fé sólida, não será suficiente. Mas é um bom começo. Tomemos então como um de nossos objetivos para o novo ano, focalizar nossa mente no pólo oposto ao da negatividade, acreditando, a cada momento, na possibilidade de que tudo poderá dar certo.

Mas a experiência só será produtiva, se puder ser tomada como uma divertida brincadeira, em que a ânsia por resultados esteja totalmente ausente, visto que ela constitui o principal obstáculo para que possamos olhar para a vida com uma perspectiva otimista.

"Criando a própria vida

Criamos continuamente possibilidades em torno de nós, mas nos surpreendemos quando elas acontecem. Vigie bem suas idéias e observe como elas criam sua vida.

Alguém pensa que é um fracasso, que não vai fazer nada na vida. Realmente, essa pessoa não irá fazer nada porque sua idéia está criando a sua realidade. Quanto mais ela achar que não está conseguindo nada, quanto mais essa idéia for reforçada pelo feedback, mais ela achará que está se tornando um fracasso. Cria-se um círculo vicioso.

Quem pensa que vai ter sucesso, é bem-sucedido; quem pensa em ficar rico, enriquece; quem pensa que não vai enriquecer, permanece pobre. Experimente e você ficará admirado; algumas vezes, nem vai acreditar.

Se um homem pensa que jamais encontrará um amigo, ele não encontrará. Ergueu em torno de si a Muralha da China; não está disponível. Ele precisa provar que sua idéia está certa, lembre-se. mesmo que alguém se aproxime com grande cordialidade, será rejeitado. Ele precisa provar sua idéia; está muito comprometido com ela. Não irá se desviar dessa idéia, porque ela é uma parte importante de seu ego. Ele precisa provar ao mundo que tinha razão, que ninguém pode ser seu amigo, que todos são inimigos. E pouco a pouco todos se tornarão seus inimigos.

Observe a sua mente. Você está constantemente criando sua vida, está constantemente fabricando sua vida". Osho, Vá Com Calma.

Elisabeth Cavalcante é Taróloga, Astróloga,
Consultora de I Ching e Terapeuta Floral.
Atende em São Paulo e para agendar uma consulta, envie um email.
Conheça o I-Ching

Meu Resumo(Pontos chaves)
Tudo pode dar certo

Tomemos então como um de nossos objetivos para o novo ano, focalizar nossa mente no pólo oposto ao da negatividade, acreditando, a cada momento, na possibilidade de que tudo poderá dar certo.

Vigie bem suas idéias e observe como elas criam sua vida.

Observe a sua mente. Você está constantemente criando sua vida, está constantemente fabricando sua vida". Osho

 

27 março 2010

O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO PELO PLANETA?

Li este artigo e achei muito interessante. Temos que refletir sobre ele,


A TERRA ARDE. ENQUANTO ISSO, EM COPENHAGUE...

Autor: Cibele Cristina Oliveira Arthuso Lima

Período: Acadêmica do 5º Período de Direito da Escola Superior Dom Helder Câmara

Realmente o mundo, há algumas décadas, vem demonstrando grande preocupação com o meio ambiente e com as mutações que o Planeta vem sofrendo. É mais do que fato consumado de que essas transformações são fruto de ações nada positivas oriundas das próprias mãos do homem. Então, não é mais do que obrigação ele se responsabilizar pelos estragos que vem causando.

Demonstração concreta disso foi a ECO-92, Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992. Outro fato de grande destaque é o Protocolo de Kyoto, que teve como objetivo firmar acordos e discussões internacionais para, em conjunto, estabelecer metas de redução na emissão de gases estufa na atmosfera, principalmente por parte dos países industrializados. Este protocolo ainda não foi cumprido e um dos motivos para isso não acontecer é exatamente porque por trás disso tudo estão envolvidos grandes interesses políticos e principalmente econômicos. Para frear a emissão de gases é necessário frear a industrialização, o que significa grandes quedas financeiras nos cofres públicos e privados dos países. Cumprir o protocolo, então, torna-se tarefa não muito atrativa para o mercado mundial.

Dezembro de 2009, uma nova âncora da salvação é lançada: A Conferência de Copenhague, mais popularmente divulgada e conhecida como COP-15. O encontro que acontecerá até o dia 18 de dezembro na capital da Dinamarca é considerado o mais importante da história recente dos acordos multilaterais ambientais, tendo por objetivo estabelecer o tratado que substituirá o Protocolo de Kyoto, vigente até 2012. Uma atmosfera de expectativa envolve o encontro dos países. Mas será que essa expectativa tem fundamento ou deve ser motivo de esperança?

Engana-se que pensa que todas essas ações sejam gestos altruístas. O ser humano não quer salvar a Terra porque ela é bela, porque ele ama todos os seres que vivem nela e não querem que eles sejam extintos ou porque ele acha que a fauna e a flora são diversificadas e merecem ser preservadas. O egoísmo e o egocentrismo são características naturais do ser humano, portanto, é normal que a motivação para frear o “naufrágio” nasça porque todos estão no mesmo barco, e se ele afundar toda a tripulação afundará junto. É uma questão de sobrevivência e não de benevolência.

As grandes e importantes ações mundiais em prol do Planeta já realizadas até hoje, estão longe de serem apenas beneficentes, pois, como já foi dito, envolvem grandes interesses econômicos e políticos dos países, principalmente – ou tão somente – das grandes potências mundiais.

A maior potência do mundo, os EUA, durante os oito anos do governo de Bush, se recusou a participar das discussões e do esforço pelo combate às mudanças climáticas. Mas agora com Obama no poder, será que o quadro tem chances de sofrer alguma mudança? Boatos já rolam nos bastidores que a “nova esperança americana” não será adepta as propostas que a conferência trará.

Muitos culpam os EUA e depositam no país a grande responsabilidade pelos desequilíbrios ambientais. Mas será que a culpa é realmente do Tio Sam? O ser humano deve parar com essa mania de sempre querer colocar a culpa nos outros. Isso é desculpa para se manter omisso. Cada um deve fazer a sua parte em prol de frear o desastre ao qual está destinado o Planeta. A responsabilidade não é só dos EUA, da China ou de qualquer outro país, mas sim, de todos os países e cidadãos de uma forma geral. Todos nós somos responsáveis pelos desequilíbrios climáticos, ecológicos e pelos desastres ambientais que estamos presenciando. Desde o papel de bala que se joga na rua pela janela no carro até a maior descarga de petróleo derramada no fundo do oceano. A grande questão é que a sociedade se recusa a enxergar o problema ou ainda o trata como uma utopia platônica, que está muito longe de se concretizar.

Não temos que esperar que o Obama faça alguma coisa para depois fazermos igual. Os países em desenvolvimento não precisam sempre viver à sombra dos norte-americanos. Todos têm que se conscientizar que o Planeta necessita urgentemente de ajuda, que os seus desequilíbrios são um grito por socorro, um alerta pra tentar salvar o que ainda resta dele enquanto há tempo. Tempo ainda há, mas a corrida contra o relógio se torna cada vez maior.

Outra questão é que o ser humano tem que parar de se colocar como vítima, como prejudicado nessa história toda. É completamente irônico e até mesmo hilário quando vemos estampado na mídia a notícia “Mais uma vítima do clima”, onde as imagens mostram um cidadão olhando a sua casa sendo destruída por um vendaval. Quem vê se indigna, acha um absurdo, uma calamidade e finge sofrer a dor do outro. Faz-me rir! A única vítima nessa história toda é o planeta. Se desastres como estes estão acontecendo, se tufões, vendavais, tsunamis, enchentes ocorrem diariamente em todos os cantos do mundo, é porque a Terra está muito doente e isso tudo não passa dos sintomas que essa terrível doença vem causando a ela. Esse é também o seu meio de defesa. São os “anticorpos” agindo para proteger esse grande organismo vivo do vírus perigoso – ainda sem vacina – que é o ser humano. O homem, pequeno no tamanho, com a sua soberba e insaciável ambição pelo poder e pelo individualismo se torna gigantesco e capaz de destruir um ecossistema tão grande e diversificado. Ele não se dá conta e nem se importa de que está destruindo a sua própria casa.

Conferências realizadas entre as grandes potências mundiais como esta recente de Copenhague, por enquanto só servem para que os chefes de Estados e os ministros desfilem pomposamente e usufruam do requinte e dos prazeres de mais uma viagem a um país da Europa. É triste pensar que eles estão todos reunidos fingindo se preocupar com uma questão e depois vão escrever em uma folha de papel mais propostas que serão veementemente assinadas, mas que não serão cumpridas. Infelizmente, diante dos fatos que vemos estampados não é possível pensar de outra forma. Deixemos o ilusionismo só para os mágicos.

Não é necessário ir tão longe para resolver tais questões. Não é preciso ir até a Dinamarca para salvar o Planeta. Todos podem ficar onde estão cada um em seu país e resolver a situação que se resume simplesmente em uma questão de verdadeiramente querer e se importar. A partir do momento em que todos se conscientizarem que o prejuízo causado ao planeta se assemelha ao suicídio, aí, sim, a situação começa a tomar rumos diferentes. A coisa deve ser radicalizada se pretende gerar mudanças e obter algum resultado promissor. De nada adianta também querer jogar toda a responsabilidade para o governo, para o Obama, para o Hu Jintao, ou até mesmo para o Lula, pois eles sozinhos não serão capazes de resolver nada.

Ficar sentado na frente da televisão assistindo aos debates do COP-15 somente para depois ter assunto para debater em uma roda de amigos, também não levará a lugar nenhum. Parece bobagem, mas as mudanças começam a acontecer dentro de nossas próprias casas, a partir de simples gestos, das mudanças de hábito, como economizar água, consumir menos carne, usar biocombustível, usar sacolas ecológicas, enfim, ações insignificantes que se feitas por todos, sem exceção, serão capazes de gerar mudanças positivas e ressuscitar o último fio de vida que ainda resta do planeta.

A humanidade tem que pensar pra frente e deixar de ser menos egoísta e individualista. Sem demagogia, temos que pensar nas futuras gerações. O usufruto consciente do planeta no presente possibilitará que as pessoas, daqui a alguns anos, tenham o mesmo direito de usufruir dos benefícios terrenos da mesma forma que nós.

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