23 fevereiro 2012

Outras Estantes - O Artista, de Michel Hazanavicius


O ARTISTA Vamos brincar ao cinema mudo

O filme não fala, mas também não tem muito a dizer. Não incomoda e até tem um cão que faz habilidades. Enternecedor

Manuel Halpern
14:56 Terça, 7 de Fevereiro de 2012


Por que é que um filme mudo francês é o mais nomeado para os Oscars e é apontado como um dos favoritos para ganhar a estatueta para o melhor filme? Que nem se tente desvendar o mistério, porque a indústria e a academia americana têm muito pouco de lógico, e raras vezes os seus critérios serviram para asseverar da qualidade dos filmes. Mas, verdade seja dita, estamos perante um fenómeno bizarro.

Em primeiro lugar, porque, já se sabe, Hollywood tem uma particular aversão ao cinema francês. Mais facilmente empola italianos, espanhóis, alemães do que cineasta franceses que têm fama de maçadores. Mas essa também aqui é a questão mais fácil de resolver. Porque apesar da produção e realização gaulesa, O Artista de francês tem muito pouco. A rigor nem sequer a língua, porque apesar de ser um filme mudo, a língua usada é o inglês. A própria história é americana e hollywoodesca, talvez a imitar os antigos, talvez a parodiá-los.
O Artista, obra pequena e curiosa, aparentemente nem sequer tem muitas ambições. Não há aqui uma renovação reciclada do cinema, tendo como base as origens, tal como Quentin Tarantino fez ao rebuscar a série B, para nos dar algo de fresco. Aqui há apenas uma paródia. Uma paródia cinéfila, de reminiscências da história do cinema e com a graça de ser feito com ferramentas do próprio cinema. 
Não há nenhum tom de manifesto, como o de Dogma (movimento encabeçado por Lars Von Trier), que diga que o futuro é o passado ou que o tosco é moderno (e tantas vezes é) e que ganhamos muito em nos calarmos e em recuarmos aos tempos em que os filmes eram inocentes e doces. Há apenas esse recuar consciente do tempo, para encontrar uma certa inocência, obviamente artificial.
Contudo, essa consciência faz com que O Artista seja mais do que uma mera imitação do antigo, contudo não se livra da condição de exercício. Um filme que não pode ser levado muito a sério, mas que, por fatores extraordinários, está a ser colocado a cima das estrelas, como se de uma grande obra se tratasse.
Nós já sabíamos do próprio cinema que a passagem para o sonoro não foi bem aceite por todos e resultou mesmo no final da carreira para alguns atores. Foi a primeira grande revolução na sétima arte. A novidade aqui é que assistimos a esse drama num contexto que lhe dá razão, enfatizando o seu ponto de vista. O cinema passa ao sonoro, mas George Valentin, a grande estrela do tempo em que os atores faziam muitas caretas, continua dentro de um filme mudo. Nós acompanhamos o drama da personagem, porque o passo tecnológico do cinema não nos atinge, o filme mantém-se mudo. Mudo à exceção de um pequeno pormenor, o melhor humor do filme e talvez a sua melhor cena, fruto dessa consciência de que se falava: Valentin tem um pesadelo sonoro.
Quando Avatar arrasou com as bilheteiras em 2009, o 3D esteve em grande debate como possível caminho para o cinema. Quando a Academia decidiu atribuir o Óscar à ex-mulher Cameron, Kathleen Biggelow, por Estado de Guerra (um filme de orçamento infinitamente mais reduzido), afirmou que o caminho talvez não fosse o 3D. Aqui, esperamos nós, ninguém se está a questionar se o caminho da indústria é o regresso ao mudo. Nem mesmo se O Artista ganhar o Óscar. Senão, aplicado à nossa escala, correríamos o risco de um re-make do Pátio das Cantigas. No entanto, há uma afirmação daquilo que é simples e a academia gosta de baralhar os caminhos tecnológicos.
Basicamente, o Artista é um filme que não incomoda, e que até tem um cão que faz habilidades (talvez merecesse a nomeação para melhor secundário), conta com bons pormenores, mas pode ser prejudicado pelo excesso de protagonismo. Um filme que não fala, mas que também não tem muito a dizer.

Palavras-chave  3 olhos, Oscars

 
Fonte: JL

22 fevereiro 2012

Séries consagradas de autores como George Martin, Alyson Noël, entre outros, ganham novos lançamentos




Por Andréia Silva

Detalhe da capa de Silêncio, de Becca Fitzpatrick


Curioso para saber os próximos acontecimentos na vida de Riley Bloom, da série da autora Alyson Noël?
 
Ou para saber o que acontece após o violento triunfo dos traidores no último volume de As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin?

A boa notícia é que essas e outras histórias estão com novos lançamentos para acabar com a espera dos fãs.
 
Confira quais são as novidades nos lançamentos de livros de séries:
 
 
 
 


 
Terra dos Sonhos, de Alyson Noël
 
Chega o terceiro volume da série sobre Riley Bloom, a garotinha de 12 anos que tem um trabalho bem fora do comum: ela é um tipo de apanhadora de almas.
 

De férias da sua missão, Riley tenta encontrar maneiras de aproveitar seu tempo livre. O que é bem difícil para uma garota com praticamente 0 de aproveitamento em sua vida social.
 
Resultado: Riley decide conhecer o lugar onde os sonhos são feitos, em busca de sua irmã Ever (da série Imortais). É essa aventura que os leitores vão acompanhar em Terra dos Sonhos.









O Festim dos Corvos, de George R.R. Martin
 

O Festim dos Corvos é o quarto livro da série As Crônicas de Gelo e Fogo, do autor americano George R. R. Martin. A série é considerada a melhor história de fantasia medieval desde Senhor dos Anéis.

Esse livro demorou mais do que os outros pelas reviravoltas que Martin sofreu ao decidir como contar essa parte da história.
 
O manuscrito da obra chegou a ter mais de 1500 páginas. Por isso, o que deveria ser um volume acabou sendo dividido em dois – este e o quinto volume da série, Dança com Dragões, que deve ser lançado em julho de 2012. Cada um concentra a história em grupos diferentes de personagens.

O Festim dos Corvos foi lançado originalmente em 2005 nos EUA e foi o primeiro da série a estrear na lista dos mais vendidos dos jornais The New York Times e The Wall Street Journal, proeza alcançada apenas por dois escritores que abordam a fantasia em suas obras, Neil Gaiman e Robert Jordan.


Destinada, P. C. Cast e Kristin Cast
 

Mais um livro da série House of Night. A personagem principal da trama, Zoey, começa esse 9º volume abalada pela morte de sua mãe, tragédia pela qual Neferet foi responsável.
 
Junto a seu guardião, Stark, ela se prepara para o combate contra Neferet. Rephaim, filho de Kalona, se aproxima de Steve Rae e da Deusa Nyx, criando uma possibilidade para que seu pai, Kalona, possa se aproximar da Deusa, deixando Trevas para trás.
 
Mas ainda assim, Rephaim se sente dividido entre o amor de Steve e de seu pai imortal. Ainda é revelada uma ligação entre dois personagens e sobre a origem dos vampiros vermelhos. Em meio a tantos acontecimentos, tudo parece levar a um confronto épico entre Luz e Trevas em Tulsa.




O Verão e a Cidade, de Candice Brushell
 

Continuação do romance Os Diários de Carrie, esse segundo volume mostrará como aquela garotinha do interior, recém-saída do colégio, vai se adaptar (ou não) à Big Apple – Nova Iorque.
 
Ela parte em busca de seu sonho, ser uma escritora, mas também encontrará paixões e muitos desafios, que a farão pensar em voltar para casa.

É nesse segundo volume que Carrie encontrará duas de suas grandes amigas para o resto da vida, Miranda e Samantha, assim como terá um breve romance com um homem mais velho.
 
Pode-se esperar ainda mais um terceiro volume para continuar a história de como essa jovem garota do interior, com poucos amigos, se tornou a personagem principal de Sex and The City.





Beijada por um Anjo 5, de Elizabeth Chandler
 

Sai agora o 5º volume desta ex-trilogia escrita pela autora Mary Claire Helldorfer sob o pseudônimo de Elizabeth Chandler.
 
Um dos grandes sucessos dessa escritora, a série conta a história de um casal não convencional: a humana Ivy e o anjo Tristan.
 
Mas a narrativa tem ainda várias nuances, já que Tristan era também um humano. Porém, acaba morrendo em um acidente de carro, que na verdade fora um assassinato.
 
No título anterior, Tristan protege sua amada, conseguindo salvá-la da morte com um beijo. Já no volume 5, Tristan consegue voltar ao mundo graças a Luke, que lhe empresta o corpo.
 
Mas o moço é um assassino, então Tristan tem que se manter escondido da polícia. Ivy, no entanto, vai atrás de seu amor, que corre o risco de ser duramente penalizado por interferir tanto na vida de Ivy.




Silêncio, Becca Fitzpatrick
 
Chega ao Brasil o terceiro livro de Fitzpatrick da série Hush Hush. Nele, a personagem Nora acorda em um cemitério após semanas desaparecida.
 
Na tentativa de retomar a sua vida normal – escola, amigos, o novo namorado da mãe –, percebe que já não é mais uma simples adolescente.
 
Com visões perturbadoras e pessoas estranhas cruzando seu caminho, nesse meio tempo Nora conhece um charmoso rapaz que pode ter as respostas que procura.
 
O livro, que conta a história de amor entre uma garota e um anjo caído, ficou durante 45 semanas como um dos mais vendidos segundo a The New York Times.
 
Além desse sucesso de público americano, por aqui os outros dois volumes da série Hush, Hush venderam mais de 150 mil exemplares.
 
Uma boa notícia para os fãs é que está previsto para até o final do ano, nos EUA, o lançamento do quarto livro da série – que até então iria acabar no terceiro volume.
 

O Erro, Joseph Delaney
 

Da série As Aventuras do Caça-feitiço, esse é o quinto volume da história de Tom, que pretende se tornar um Caça-Feitiço.
 
Porém, nesse livro, o tutor de Tom, Caça-feitiço, o mandará treinar no norte do Condado com o mestre Bill Arkwright, homem duro, assustador e que guarda vários segredos.
 
E, por falar em segredos, nesse volume um dos segredos de Alice Deane será revelado. Um dos pontos altos da trama é o erro cometido por Arkwright, quando o demônio Maligno envia sua filha ao Condado.
 
O então mestre de Tom acaba expondo-o e forçando-o a lutar sozinho contra seus inimigos. Será que seu outro mestre, Gregory, e Alice conseguirão ajudar Tom?

Enquanto essa pergunta aguarda sua resposta, para o final de 2013 está prevista, nos EUA, a estreia da versão cinematográfica do primeiro volume de As Aventuras do Caça-feitiço, com um elenco de estrelas.
 
Enquanto isso, ao degustar as páginas do novo lançamento, fique atento à dica na contracapa do livro: “cuidado, não deve ser lido à noite”.
 
Fonte: Saraiva Conteúdo


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Retalhos no Mundo:
Infelizmente não li nenhum livro das séries.

19 fevereiro 2012

Qual é o melhor samba-enredo de todos os tempos?


18.02.12
Por André Bernardo

Quem não gosta de samba, já avisava Dorival Caymmi, bom sujeito não é. Ruim da cabeça ou doente do pé, como dizia a letra de “O Samba da Minha Terra”, pouco importa.
Quem não gosta do gênero costuma dizer que samba-enredo é tudo igual: temas batidos, melodias previsíveis, rimas pobres.

Alguns, mais exaltados, chegam a afirmar que já não se fazem mais sambas-enredos como antigamente. Será mesmo?

Para responder a essa e outras perguntas, reunimos um júri de dez bambas, como o jornalista Haroldo Costa, o compositor Martinho da Vila e a cantora Beth Carvalho.

Juntos, eles ajudaram a eleger o melhor samba-enredo de todos os tempos: “Heróis da Liberdade”, do Império Serrano em 1969.

Coincidência ou não, um samba composto há mais de 40 anos.

Dos 10 especialistas consultados, três votaram em “Heróis da Liberdade”: Ricardo Cravo Albin, Haroldo Costa e Fábio Fabato.

“Esse samba-enredo abriu um clarão poético de luz em plena treva da ditadura militar. Foi um protesto ao mesmo tempo sutil e veemente”, justifica o pesquisador Ricardo Cravo Albin, autor de MPB – A História de Um Século.

Em 1969, no primeiro desfile carnavalesco pós-AI-5, a Império Serrano desfilou na Presidente Vargas sob voos rasantes de um avião da Força Aérea Brasileira.

“A censura, claro, torceu o nariz para a letra do samba e forçou a mudança de uma palavra: ‘É a revolução em sua legítima razão’ virou ‘É a evolução em sua legítima razão’”, salienta o jornalista Fábio Fabato, que está lançando As Três Irmãs – Como Um Trio de Penetras Arrombou a Festa, sobre a Mocidade Independente, Beija-Flor e Imperatriz Leopoldinense.


Um dos autores de “Heróis da Liberdade”, em parceria com Mano Décio da Viola e Manuel Ferreira, o compositor Silas de Oliveira é considerado o pai do samba-enredo.


Embora tenha votado em “Os Sertões”, do Em Cima da Hora em 1976, o jornalista Sérgio Cabral faz questão de enaltecer a obra do compositor carioca, falecido em 1972.

“É muito difícil escolher apenas um samba-enredo como o melhor. Poderia escolher qualquer um do Silas de Oliveira e estaria muito bem escolhido”, afirma o autor de Escolas de Samba do Rio de Janeiro.

Quem também votou em um samba-enredo de Silas de Oliveira foi Martinho da Vila.

“O samba-enredo ‘Aquarela Brasileira’, da Império Serrano em 1964, é considerado, por muitos, como o melhor, mas não é perfeito porque cita alguns estados e deixa outros de fora”, afirma o sambista da Vila Isabel

Compositor se faz em casa


Depois da Império Serrano, a escola mais votada foi a Mangueira. A Verde-e-Rosa mereceu votos do pesquisador André Diniz, “Cântico à Natureza”, em 1955; do compositor Ivo Meirelles, “Caymmi Mostra ao Mundo o que a Bahia e a Mangueira Têm”; em 1986, e da cantora Beth Carvalho, “Cem Anos de Liberdade – Realidade ou Ilusão?”, em 1988.


“Sou do tempo em que o compositor fazia samba para a escola que amava”, orgulha-se o compositor Ivo Meirelles. 

“Hoje em dia, o mesmo compositor escreve samba para várias escolas”, lamenta a sambista Beth Carvalho.

No ranking dos melhores sambas-enredos de todos os tempos, “Chico Rei”, da Salgueiro em 1964, foi votado pelo pesquisador Felipe Ferreira, autor de O Livro de Ouro do Carnaval Brasileiro, e “Sublime Pergaminho”, da Unidos de Lucas em 1968, escolhido pelo cantor Neguinho da Beija-Flor. “Foi o que melhor contou a história da libertação do negro no Brasil”, justifica o intérprete da Azul-e-Branco de Nilópolis.

A tese de que os sambas-enredos de hoje em dia não têm o mesmo brilho e fulgor dos carnavais de outrora é quase uma unanimidade entre os especialistas.

“Nos últimos anos, em vez de inovações, o que temos visto são involuções na estrutura dos sambas-enredos, com a perda de qualidade tanto em letra quanto em melodia”, polemiza Fábio Fabato.

Beth Carvalho concorda. “Antigamente, a gente tinha uma verdadeira aula de História do Brasil só de assistir ao desfile das escolas de samba”, exagera.

Durante o Estado Novo, o então presidente do Brasil, Getúlio Vargas, instituiu que todos os sambas-enredos abordassem temas nacionalistas. Foi por isso que, em 1939, a escola de samba Vizinha Faladeira, atualmente no Grupo D, foi desclassificada por causa do enredo “Branca de Neve e Os Sete Anões”, inspirado na história de Walt Disney.


Haroldo Costa desafina o coro dos descontentes. Na opinião dele, as escolas de samba continuam a produzir sambas-enredos muito bons.


“Antigamente, as escolas de samba também produziam sambas-enredos ruins. Tanto que a maioria deles caiu no esquecimento. A gente só se lembra dos bons. Dos ruins, a gente se esquece”, graceja o autor de Na Cadência do Samba e 50 Anos de Salgueiro.

Para Haroldo Costa, os sambas-enredos de hoje não são melhores nem piores do que os da década de 50 ou 60. São apenas... diferentes. “Muita coisa mudou de lá para cá. O samba-enredo mudou porque o carnaval também mudou. O tempo de desfile, então, nem se fala”, acrescenta ele.

"Paradinha" de sucesso


Em um aspecto, porém, todos os especialistas concordam: a aceleração progressiva do andamento ajudou a descaracterizar o gênero.


“O que era para ser uma inovação acabou se transformando, lamentavelmente, em uma catástrofe: a aceleração do andamento transformou os sambas-enredos em marchas”, critica Sérgio Cabral.

Mas, afinal, qual teria sido a grande inovação dos sambas-enredos? Para o pesquisador André Diniz, autor de Almanaque do Samba e Almanaque do Carnaval, a famosa “paradinha”, criada por Mestre André, da Mocidade Independente de Padre Miguel, em 1959, pode ser considerada uma das mais importantes. “Esse ano, a Mangueira promete uma paradinha mais ousada”, avisa.


No livro As Três Irmãs, Fábio Fabato cita as muitas versões para a origem da tão famosa “paradinha” do Mestre André.


Uma delas fala de um suposto escorregão de Mestre André na avenida. Sem saber o que fazer, a bateria parou imediatamente de tocar. Refeito do susto, Mestre André se levantou quase em um pulo e, mais que depressa, apontou para o repique. A bateria, então, voltou a tocar.

Diante da novidade, o público que assistia ao desfile foi ao delírio. Mal sabia Mestre André que, naquele exato momento, tinha acabado de criar algo que viraria mania em todas as escolas de samba. “Hoje em dia, existe paradinha de tudo que é tipo: de baião ao funk. A paradinha ganhou vida própria”, diverte-se. 

OS VOTOS

André Diniz – “Cântico à Natureza”, de Nelson Sargento e Alfredo Português (Mangueira, 1955).

Beth Carvalho – “Cem Anos de Liberdade – Realidade ou Ilusão?”, de Hélio Turco, Jurandir e Alvinho (Mangueira, 1988).

Fábio Fabato – “Heróis da Liberdade”, de Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola e Manuel Ferreira (Império Serrano, 1969).

Felipe Ferreira – “Chico Rei”, de Geraldo Babão, Djalma Sabiá e Binha (Salgueiro, 1964).

Haroldo Costa – “Heróis da Liberdade”, de Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola e Manuel Ferreira (Império Serrano, 1969).

Ivo Meirelles – “Caymmi Mostra ao Mundo o que a Bahia e a Mangueira Têm”, de Ivo Meirelles, Paulinho e Lula (Mangueira, 1986).

Martinho da Vila – “Aquarela Brasileira”, de Silas de Oliveira (Império Serrano, 1964).

Neguinho da Beija-Flor – “Sublime Pergaminho”, de Nilton Russo, Zeca Melodia e Carlinhos Madrugada (Unidos de Lucas, 1968).

Ricardo Cravo Albin – “Heróis da Liberdade”, de Silas de Oliveira, Mano Décio da Viola e Manuel Ferreira (Império Serrano, 1969).

Sérgio Cabral – “Os Sertões”, de Edeor de Paula (Em Cima da Hora, 1976).
Fonte: Saraiva



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Qual o melhor samba-enrêdo de todos os tempos?


Retalhosnomundo: Aquarela Brasileira do Império Serrano

17 fevereiro 2012

Maratona de Banca - Mês de Fevereiro/12

Impiedosa Paixão
Magnatas Gregos (homens que possuem tudo...menos uma noiva)
Michelle Reid
Harlequim Paixão Edição 120
Título original: The Greek S Porced Bride
Tradução: Paulo Polzonoff Jr.





O bilionário grego Leo Christakis está convencido de que as roupas largas de Natasha Moyles são simplesmente o disfarce de uma alpinista social. Ele acredita que ela está envolvida em um esquema para roubar sua empresa. Por isso, ordena que Natasha fique a sua disposição 24 horas por dia. Porém, Leo logo descobre que ela é inocente... em todos os sentidos! Agora, ele não lhe deixará escolha: apenas o casamento satisfará sua honra!

Leo Christakis, 34 anos e dono do império empresarial Christakis, tinha um sério problema, o seu meio-irmão, fútil e egoísta, Rico. Um ladrão em família.
Natasha, noiva de Rico, queria pedir respostas para as acusações que estava prestes a fazer, seria a última tentativa, sobre os rumores de que ele a traía.
Os dois, Leo e Natasha, se encaminhavam para a sala de Rico, cada um com o seu objetivo. Qual não foi a surpresa quando abriram a porta: Rico transando com Cindy, a irmã de Natasha.
Horrorizada, Natasha fugiu e Leo foi atrás.
Já no apartamento dele, Natasha pensou em vingança e se insinuou para Léo.

-Faça amor comigo, Leo.
- Não quero bancar o substituto de outro homem- respondeu com frieza.
Depois de um telefonema, Leo entendeu: ela era cúmplice de Rico.
Juno, assistente de Leo, o informara que o dinheiro que Rico roubara estava em uma conta em nome de Natasha. O que Natasha se defendeu dizendo que não sabia que era roubado e apenas dali a seis semanas poderia liberá-lo.
Leo a levaria para Atenas para mantê-la em vigilância:
- Então temos um acordo, disse Leo Dividiremos a cama, enquanto espero longas seis semanas até ter acesso ao dinheiro.
Com o tempo foram ganhando intimidade, apesar da pouca ou nenhuma experiência de Natasha. Depois da primeira noite de amor, Leo comunicou que iriam se casar, o que aconteceu em duas semanas.
Leo, um homem de negócio, andava bem ocupado e Natasha resolveu procurar um emprego e tiveram a sua primeira briga.
Leo pede para que no dia seguinte ela não saia para procurar emprego, que voltará de uma viagem com uma surpresa.
Quando no dia seguinte o telefone tocou, Natasha ficou surpresa era Cindy pedindo para conversarem sobre os pais. E ela vai ao encontro.Dá para imaginar que não era Cindy e sim Rico que iria ao encontro. Dito e feito.
Ele queria que ela assinasse os papéis para recuperar o dinheiro e a convence mostrando-lhe uma foto de Leo com a ex-mulher em frente a um hotel na noite anterior.
Natasha estava fazendo a mala quando Leo chegou que naturalmente deduziu que ela estava voltando para Rico.
-Acessei o dinheiro e agora vou embora.
Não sem antes terem mais uma cena quente de amor.
Assim que Natasha recuperou as forças, foi para o aeroporto. Mais não havia vaga. Ela estava ansiosa para sair dali. Leo a alcança e a leva para sua casa e se reconciliam, não sem antes colocarem tudo em pratos limpos.

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 Saindo da Estante

Partipando:


Objetivo:
Para o Nivel 1: 12 livros no ano = 5º livro






                 


8º livro
51 livros em 2012! By Alquimia dos Romances!

16 fevereiro 2012

Maratona de Banca 2012

È isso mesmo, mas este eu estou apenas continuando.
Já saiu as inscrições para a Maratona de Banca 2012, são leituras de 1 livro de banca por mês de acordo com o tema. Já estou na cata dos livros, o pior é manter a compra de só 12 livros naquela montanha de romances. 


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