Se você abusou da bebida e acordou com a maior ressaca. saiba que a primeira atitude a tomar é se reidratar. beba muita água e, de preferência, sucos com folhas verdes. Alimentos desintoxicantes como gengibre, limão, maçã, beterraba, folhas verdes e cenoura também ajudarão a afastar o mal-estar.
05 março 2011
04 março 2011
1º Ano de Retalhos no Mundo
Parabéns!
Bem já se passou um ano da criação do blog. Eu estou muito feliz com o que foi postado durante este período. Confesso que até poderia ter sido melhor, mas infelizmente não tenho muito tempo livre como gostaria para me dedicar a ele.
Espero que este ano eu possa postar muitas notícias boas e preparar algumas novidades que estou avaliando.
Agora deixo uma mensagem em comemoração ao aniversário de 1 ano de RETALHOS NO MUNDO.
Benção Escondida
Portal AngelsPodemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar.
Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos.
Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança.

25 fevereiro 2011
Candidato a Oscar - '127 horas'
Por Paulo Peres
'127 horas', indicado em 6 categorias incluindo melhor filme e ator e dirigido por Danny Boyle, ganhador de 8 Oscars em 2009 por 'Quem quer ser um milionário?'. Baseado na história verídica do montanhista Aron Ralston, que em 2003 sofreu uma queda durante uma escalada num cânion do deserto de Utah e teve o braço direito preso sob uma enorme pedra que se soltara da montanha. Detalhe - ele se mandou para o fim de semana sem avisar a ninguém aonde ia.
Durante o martírio a que é submetido tentando de todas as formas salvar seu braço, vem à lembrança memórias de momentos mágicos em flash backs com a namorada, os pais, amigos e até com as duas excursionistas que acabara de conhecer e ficaram registradas na memória de sua câmera.
Essa luta pela vida tem seu ápice numa das cenas mais chocantes que o cinema já mostrou num contexto desses. Aron resolve amputar seu braço com um canivete de fabricaçao chinesa que, como lembra bem humorado, veio de brinde com uma lanterna igualmente vagabunda.
Em 90 minutos (mais, ninguém aguentaria) Boyle prende a atençao do espectador e narra a aventura de Ralston sem um frame de bizarrice ou mau gosto num filme que vive exclusivamente para narrar o desesperado gesto de seu protagonista. James Franco vive Aron com perfeiçao e cativante simpatia. É candidato a uma estatueta de melhor ator. Pode nao levar (Colin Firth está ganhando tudo merecidamente), mas tem cacife para surpreender... Esquece a pipoca ou leve um monte, dependendo do seu nível de tensao assistindo a um filme do gênero.
http://www.youtube.com/watch?v=ivp3I_8shRg&feature=player_embedded

24 fevereiro 2011
Um ilustrador reimagina posters de filmes indicados ao Oscar
O ilustrador e designer Dean Walton criou posters minimalistas para 5 dos filmes indicados ao Oscar – The Social Network, True Grit, Black Swan, The King's Speech e The Fighter. Quem gostou pode ter um desses em casa – cada poster teve tiragem de 100 cópias por USD 32. Saiu no DesignTAXI.

23 fevereiro 2011
Alguém errou os cálculos
Alguém errou os cálculos, todos pularam na água antes da hora
Uma montagem mal sucedida e veja o que acontece - o píer nem acabou e o pessoal já está se jogando com tudo na água.. Saiu no Photoshop Disasters.
Blue Bus
Uma montagem mal sucedida e veja o que acontece - o píer nem acabou e o pessoal já está se jogando com tudo na água.. Saiu no Photoshop Disasters.
Blue Bus

22 fevereiro 2011
Energia limpa obtida do sol é oportunidade para a África
Instalações solares poderiam reduzir rapidamente a emissão de CO2A energia solar limpa vinda do deserto poderá superar instalações poluentes movidas a carvão, bem como usinas nucleares. Em particular na África, onde as condições de incidência solar são excelentes.
Quando o assunto é África, frequentemente os noticiários abordam a falta de alimentos, deficiências na educação e a falta de condições para uma vida saudável. Uma coisa, porém, o continente tem de sobra: o sol.
E é por esse motivo que a energia solar poderia resultar em uma mudança expressiva para o continente – tanto em termos econômicos, quanto sociais. Hoje, tal estimativa é compartilhada simultaneamente por pesquisadores, ambientalistas e profissionais de ajuda ao desenvolvimento.
Fatos e números
De acordo com a Agência Internacional de Energia, o sol irradia permanentemente mais de 120 mil terawatts para a superfície terrestre. Isso corresponde ao desempenho de 100 milhões de grandes usinas atômicas. A luz solar oferece 7.700 vezes mais energia do que toda a demanda mundial medida em 2006 (136 mil terawatts-hora).
Em decorrência da forte incidência solar em diversos países africanos, o continente apresenta condições particularmente boas para produzir energia a partir dos raios solares. Conforme os cálculos da organização ambientalista Greenpeace, se apenas 2% da área do deserto do Saara fossem ocupados por plantas solares, seria possível suprir toda a demanda energética do planeta.
Altos custos de lançamento
O principal obstáculo para uma ampla captação de energia solar na África, de acordo com as estimativas de especialistas, ainda são os altos custos para a construção da planta solar – tanto o sistema fotovoltaico, quanto o termossolar. Quando se trata de um projeto desse gênero, os investimentos são muito altos, ainda que a geração posterior de energia seja praticamente gratuita, explica Frank Asbeck, diretor da construtora alemã de plantas solares SolarWorld, de Bonn.
Quem opta por combustíveis poluentes, como o querosene ou o diesel, paga nitidamente mais pela mesma quantia de energia, mas esse montante é distribuído em gastos menores, diz. Esse é um dos fatores que leva principalmente os países mais pobres a dar preferência às usinas que prejudicam o meio ambiente.
Em função disso, o Greenpeace propõe um maior esforço político e financeiro dos países desenvolvidos, especialmente os europeus, para amparar a técnica solar na África. Entre eles, por exemplo, o governo alemão estaria promovendo a inovação de usinas termossolares com um orçamento de pesquisa de 8 milhões de euros. No desenvolvimento da tecnologia nuclear, no entanto, seriam investidos pelo país mais de 130 milhões de euros anualmente, reclama.
Andree Böhling, especialista em energia do Greenpeace, pondera: "Na realidade, a Alemanha não depende de importações de energia solar da África, mas considerando os enormes problemas climáticos e energéticos que temos, é necessário que nos abstenhamos o quanto antes de fontes de energia fósseis como o carvão e o gás – evidentemente, também da atômica – e foquemos nas renováveis."
As instalações solares africanas poderiam ser uma boa contribuição para incentivar a utilização de energias limpas, afirma Böhling.
"Tecnologicamente, não há desafio"
Enquanto falta, acima de tudo, dinheiro e determinação política, os engenheiros não veem dificuldade técnica alguma em construir usinas termossolares ou sistemas fotovoltaicos na África. "Hoje em dia, há modernas usinas de energia movidas a gás ou petróleo no Egito, no Marrocos, na Líbia e em outros países [do norte da África]. Comparado a elas, as usinas termossolares ou os sistemas fotovoltaicos não são uma tecnologia complicada", explica o pesquisador solar Robert Pitz-Paal do Centro Aeroespacial Alemão, DLR. "Tecnologicamente, isso não é um desafio", diz.
Entre uma série de parcerias, o DLR trabalha no Projeto Desertec, que pretende instalar usinas na região do cinturão colar africano, a fim de gerar energia "verde" para a África, Oriente Médio e Europa.
Limpa e ecológica
Se as usinas poluentes fossem substituídas pelas solares, o benefício climático seria imenso. Um estudo do Greenpeace mostra que as usinas termossolares planejadas de acordo com o conceito da Desertec no Saara poderiam prevenir a emissão de 4,7 bilhões de toneladas de CO2 até o ano 2050. Essa economia equivale a seis vezes o volume total de CO2 produzido pela Alemanha atualmente.
Vantagens para a África
A geração de energia através da força solar também poderia resolver grandes problemas no próprio continente africano. Lá, mais de meio bilhão de pessoas não têm um abastecimento constante de energia elétrica, o que prejudica o desenvolvimento econômico e social. Os custos de produção são mais altos do que em outros lugares, afetando negativamente a competitividade de países africanos no mercado mundial. Uma energia solar barata não apenas possibilitaria um melhor atendimento à saúde, comunicação, informação e educação, como também é um pré-requisito para unidades de produção competitivas no mercado mundial.
Horizonte de tempo
Resta a pergunta: Quando os africanos estariam prontos para se tornarem fornecedores de energia limpa para si próprios e para os outros? O especialista Böhling, do Greenpeace, afirma que parte disso poderia estar em andamento já em dez anos. Por outro lado, o pesquisador de tecnologia solar Pitz-Paal é mais cauteloso e acredita que irá demorar mais de 20 anos até que nas tomadas alemãs corra eletricidade vinda da África.
Autor: Martin Schrader (mdm)
Revisão: Roselaine Wandscheer
Comentário
Você acredita que o uso eficiente da energia solar possa mudar a vida no mundo?

As diferentes 'causas mortis' do Super Mario reunidas em uma só imagem
Sao muitos os motivos para perder 'a vida' no Super Mário - pode ser por afogamento, congelamento, cair em uma piscina de lava, ou até mesmo nao completar a fase no tempo proposto. Veja na imagem abaixo as principais 'causa mortis' do game. A dica é do BuzzFeed.
Jacqueline Lafloufa

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