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31 dezembro 2012

Resenha- Os 100 Melhores Poetas Brasileiros do Século- José Neumanno Pinto


Os Cem Melhores Poetas Brasileiros do Século

Livro: Os  Cem Melhores Poetas Brasileiros do Século
Autor: José Nêumanne Pinto
Geração Editorial
Ano? 2004
Mº de Páginas: 314
Poesia Brasileira-Século 20-Coletanêas

Sinopse - Os Cem Melhores Poetas Brasileiros do Século - José Nêumanne Pinto

Uma antologia definitiva da poesia brasileira. Os Cem Melhores Poetas Brasileiros do Século, organizado pelo escritor, poeta e jornalista José Nêumanne Pinto, traz uma coletânea dos melhores versos e dos momentos mais inspirados da nossa literatura. Um passeio por obras definitivas de gente como Carlos Drummond de Andrade, Vinícius de Moraes, Cecília Meirelles, Manuel Bandeira, Mario Quintana. Augusto dos Anjos e outros. Um prefácio do autor disserta sobre esses autores e a produção poética do século no Brasil.


Nunca gostei muito de poesia, claro que tem uma ou outra que você aprecia. Quando vi este tema me assustei um pouco. Qual livro lerei?
Encontrei este livro, ele tem um pouco de tudo.Fala da escola literária do autor e alguma poesia. Pré-Modernismo(Augusto dos Anjos), Modernismo(Carlos Drummond de Andrade), Geração de 45(Ledo Ivo), Concretismo(Décio Pignatari), Contemporaneos(Affonso Àvila), Populares (Zé da Luz). E de muitos outros autores(100 ).
Pelo menos tive uma visão geral do tema. Se virei fã? Acho que ainda não, mas que venha outro desafio.

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30 novembro 2012

Resenha: O Outro Pé da Sereia- Mia Couto


O Outro Pé da Sereia

Livro: O Outro Pé de Sereia
Autor: Mia Couto
Editora: Cia das Letras
Literatura Estrangeira/Romance
Nº de páginas: 336 páginas
Sinopse - O Outro Pé da Sereia - Mia Couto
Este novo romance do moçambicano Mia Couto faz um retrato poético, alegórico e também crítico da Moçambique contemporânea. A imagem de uma santa católica que encanta e perturba todos os que dela se aproximam é o centro de uma trama dividida em dois momentos históricos, ligados por questões étnicas, religiosas e de destino familiar. 
Num deles, o jesuíta Gonçalo da Silveira parte de Goa, na Índia, em 1560, com a missão de converter ao cristianismo o imperador do Reino do Ouro, ou Monomotapa, situado na região fronteiriça entre os atuais Zimbábue e Moçambique. Segue com ele uma imagem de Nossa Senhora, a que os escravos da nau portuguesa chamam de Kianda, uma divindade das águas, e os africanos tratam por Nzuzu, a rainha das águas doces. As relações de sincretismo religioso e choque cultural entre portugueses, indianos e africanos conduzem ao segundo momento histórico.
Em 2002, dez anos depois dos acordos de paz entre governo e forças rebeldes, Moçambique é um país em recuperação. Um pastor e sua mulher, Mwadia Malunga, encontram a imagem de Nossa Senhora nas margens de um rio da pequena localidade de Antigamente. O curandeiro do lugar diz que eles conspurcaram o espírito do rio e correm grande perigo. Mwadia decide então voltar a Vila Longe, onde deixara a família, para abrigar a estátua.


Sinopse:
No século XVI, o reino do Monomatapa, na fronteira entre sinaisZimbabw e Moçambique, povoava os sonhoa de fortuna dos aventureiros. A fama do chamado Reino do Ouro, contava que ali  havia abundância não apenas da  riquezas, mas de crueldade e lascívia. Em1560 saía de Goa, na India, a expedição do jesuíta D. Gonçalo da Silveira com intuito de converter o imperador e moralizar o reino africano.
A travessia do Índico e a incursão dos missionários pela África ganham reconstrução ficcional extraordinária neste romance. Pelos meandros da hisória oficial, Mia Couto refaz lances cruciais da coolonização portuguesa, ao mesmo tempo que retrata o impasse político e social da Moçambique de hoje. Em 2002, Mwadia Malunza e o marido, Zero Madzero, encontram uma imagem de Nossa Senhora sem um dos pés próximo ao rio que passa no lugarejo de Antigamente. Mwadia é encarregada de levar aestatúa para a cidadezinha de Vila Longe. A Virgem é conhecida na região como Nzuzu, rainha das águas doces, mas trata-se na verdade de uma imagem trazida para Moçambique pela expediçã de D. Gonçalo da Silveira.
A chegada a Vila Longe reserva surpresas a Mwadia, o lugar está para receber o antropólogo americano Benjamin Southman, que trabalha para uma ONG de ajuda à África, e su mulher , a brasileira Rosie. Todos se articulam para a chegada dos estrangeiros, o empresário Casuarino Malunga, o funcionário dos correios Zeca Matambira, o barbeiro e ex-guerrilheiro Arcanjo Mishura, a família deMwadia. O humor afiado de Mia Couto faz um retrato crítico dessa população local, que tenta reconstruir o país-mas, sobretudo, se dar bem- depois de anos da guerra civil.
Mwadia é a personagem que aproxima culturas, religiões e momentos históricos.

Resenha
Neste livro o presente e o passado estão sempre presentes na narrativa. No passado,  temos a viagem da nau  Nossa Senhora da Ajuda de Goa  para Moçambique  e no presente o ano de 2002.
Em 1560, uma expedição chefiada por D. Gonçalo da Silveira veio para catequisar Moçambique. Em 2002, temos Mwadia Malunza e o marido Zero Madzero, para levar a Santa encontrada e o baú para sua terra natal, demonstrando o valor da terra, a preservação dos costumes e dos antepassados.
Esta mesma Santa trazida pela expedição de D. Gonçalo, para o povo da terra, representa a rainha das águas.
Outros personagens, também figuram na trama como: tia Luzmira, que enloqueceu, Arcanjo Matambira, antigo guerilheiro que agora é barbeiro, Jesustino Rodrigues, que pena em retornar a Goa, Zeca Matambira pugilista, o casal de americanos que faz pesquisa de histórias antigas de escravos, e com isso vemos a mistura de um povo formado de negros, portugueses e indianos, que hoje representam a Moçambique que aproveita o interesse do estrangiro pelas tradições.
Temos no passado, o negro Nimi Nsundi, que salvou a Santa das águas do rio reconhecendo nela a Kianda, a rainha da água doce. A indiana Dia Kumari, que o corpo era feito de fogo.
A mistura de português com a língua nativa(indiana, portuguesa e africana), ressaltando a importância da memória para a cultura de um país

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31 outubro 2012

Resenha: V de Vingança - Alan Moore e David Lloyd


V de Vingança

Não é capa do livro que li.
Livro: Grafic Novel - V de Vingança
Autores: Alan Moore e David Lloyd
Minissérie em 5 edições
Editora Globo 
Nº de páginas: 308 páginas

Sinopse - V de Vingança - Alan Moore, David Lloyd


Londres. Cinco de novembro de 1997. 

Numa Inglaterra dominada por um regime totalitário, uma figura misteriosa chamada simplesmente V, usando vestimentas e uma máscara que evocam a imagem de um infame personagem histórico britânico, desponta no horizonte como a única chance de que haja liberdade novamente. Chegou a hora de alguém levantar a voz e dar um basta à situação vigente... 

A poderosa e aclamada obra concebida pelo genial escritor Alan Moore e o excepcional desenhista David Lloyd finalmente ganha uma edição à altura de sua importância, contendo a história completa, esboços originais, notas e uma detalhada explanação do autor sobre a criação desta maravilhosa HQ. 
Um verdadeiro marco na história da narrativa gráfica, V de Vingança é um hino à resistência e à necessidade de liberdade. Sua importância é tão grande que até hoje é apontada como uma das melhores publicações do gênero, tendo, inclusive, influenciado os irmãos Wachowski (criadores da trilogia Matrix) a produzir um excelente filme baseado na obra.

Achei um pouco densa e complicado a história. Talvez eu precise de uma releitura para entender melhor.Não estou acostumada a um graphic novel mais denso. diferente de um Percy. 
Sentimos criticas a sociedade durante todo tempo, nas sobrelinhas. Aparece V que quer vingança do que aconteceu com ele. V tem uma personalidade forte e dividida. Não entendi qual as suas intenções com Evey ( amor /ódio).
Dizem que o filme retrata bem os quadrinhos. Terei que assistir para conferir, claro, depois de uma longa releitura.



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30 setembro 2012

A Senhora da Magia-Livro 1- As Brumas de Avalon


Título: As Brumas de Avakon -Livro Um - A Senhora da Magia
A Saga das mulheres por trás dos bastidores do Rei Arthur
Autora: Marion Zimmer Bradley
Título original: The mists of Avalon
Tradução: Valtensir Dutra
Imago Editora
Ano : 1989
Nº de páginas:286
Nº de Capítulos:20
Grâ-Bretamha-História-Período anglo-saxão 440-1066
Ficção estdunidense
Série: 4 volumes


Sinopse
Neste enorme e emocionante romance, a lenda do rei Artur é contada pela primeira vez através das vidas, das visões e da percepção das mulheres que nela tiveram um papel central. Igraine, Viviane, Guinevere, Morgana. Elas revelam, com as suas vidas e sentimentos,a lenda de Artur, como se fosse nova de, ao mesmo tempo, levam o leitor a integrar-se na história, de maneira natural e profunda. Assim, esta obra proporciona uma narrativa soberba de uma lenda, e a recriação dessa lenda, bem como a brilhante contribuição para a literatura do ciclo arturiano.

Introdução 
Pela primeira vez, o mundo arturiano de Avalon e Camelot, como todas as suas paixões e aventuras- o mundo que, através dos séculos, cada geração recriou em incontáveis obras de ficção, poesias, drama- é revelado, como se  poderia esperar, pelas suas heroínas: pela rainha Guinever, mulher de Artur(que no romance tem o nome de Gwenhwyfar); por Igraine, mãe de Artur; por Viviane, a impressionante Senhora do Lago, Grande Sacerdotisa de Avalon; e principalmente pela irmã de Artur, Morgana; também conhecida como Morgana das Fadas, como a Fada Morgana- como feiticeira, como bruxa- e que nesta épica versão da lenda desempenha um papel crucial, tanto na coroação como na destituição de Artur. Trata-se, acima de tudo, da história de um profundo conflito entre o cristianismo e a velha religião de Avalon.
Guinevere representa o cristianismo- é vista, inicialmente, como uma estranha criança, toda branca e loura, chorando, perdida nas brumas de Avalon. Casada com Artur por determinação do pai, apaixona-se profundamente por Lancelote, e não consegue dar um filho e herdeiro ao marido, o que gera sérias consequências políticas para o reino.É a sua religiosidade intransigente que acaba colocandoArtur, e com ele toda a Bretanha, sob a influência poderosa dos padres cristãos, apesar do seu juramento de respeitar a velha religião de Avalon. 
Morgana é a adversária de Guinever, vibrante , ardente em seus amores e em suas fidelidades:  Sacerdotisa de Avalon, e tendo a Visão, é uma mulher atormentada, dividida entre o amor não correspondido por Lancelote e pelo seu fracasso como mãe, irmã e esposa.Consagrada como a Donzela do Grande Casamento que une o rei ao seu reino, tem o destino trágico e heróico de provocar a queda do irmão, amante e inimigo- Artur, que trai Avalon e seu passado em favor do futuro cristão.
Essa interpretação da lenda é feita principalmente através de Morgana. É a sua voz, falando em favor dos costumes antigos e da própria terra, que ouvimos nos momentos mais importantes, à medida que se vai desdobrando o grande drama arturiano, em toda a sua riqueza- desde o casamento de Igraine com Uther e o nascimento de Artur, a misteriosa intervenção de Viviane, até as glórias e traições de Artur, os feitos heroicos de Gawaine e seus Companheiros da Távola Redonda, a sabedoria do Merlin, a ambição fatal de Mordred, o lento mas irreversível declínio de Avalon.
Ao seguirmos a sua evolução e a de Guinevere- e dos numerosos personagens que as cercam, desde a infância até a realização de seus destinos- seguimos também o destino daquelas terras que mais tarde seriam a Grâ-Bretanha. Com toda a magia e a ressonância das baladas e das lenda antigas, As Brumas de Avalon evoca uma Bretanha que [é ao mesmo tempo real e lendária- desde suas desesperadas guerras para sobreviver ante a invasão saxônica, a glória de Camelot e um mundo de paz, até as tragédias que acompanham a morte de Artur e a destruição da influência mítica por ele personificada.
Igraine, Viviane, Guinevere, Morgana. Elas revelam, com as suas visões e sentimentos, a lenda de Artur, como se fosse nova e, ao mesmo tempo, levam o leitor a integrar-se na história, de maneira natural e profunda. E nisso está a atração e o vigor deste livro. Em As Brumas de Avalon, Marion Simmer Bradley  nos proporciona, ao mesmo tempo, uma narrativa soberba de uma lenda, e a recriação dessa lenda, bem como a brilhante contribuição para a literatura do ciclo arturiano.


Neste volume, as passagens de tempo, nos são apresentadas por Morgana.
"Morgana fala...Em vida, chamaram-me de muitas coisas:irmã, amante, sacerdotisa, maga, rainha. Na verdade, cheguei agora a ser maga, e poderá vir um tempo em que tais coisas devam ser conhecidas.Ao contar esta história, falarei por vezes de coisas que ocorreram quando era demasiada jovem para compreendê-las, ou quando não estava presente." 
E assim, começa a história.Morgana criança. Nos primeiros capítulos, conta a história de sua mãe. Igraine, e de como ela se tornou a mãe de Artur.
Na segunda parte, revela como Morgana se torna uma sacerdotisa, seguindo seu destino.
 Viviane, sua tia e Senhora do Lago diz: 
"Agora que eu sei que você tem a Visão, moverei Céus e Terra, se necessário, para levá-la para Avalon."
Morgana fala...Como escrever sobre o preparo de uma sacerdotisa? O que não é óbvio é secreto.E então a marca da lua crescente foi posta em minha testa, pela mãe da própria Deusa...mas trata-se de um Mistério do qual é proibido falar."
É nesta parte, que ela se apaixona por Lanceloti, filho de Viviane, e quase perde a sua virgindade.
"Viviane deu um profundo suspiro, afastando a previsão e o medo.- E não é a mim que você teme, criança, mas a ela . Estamos ambas em suas mãos. A sua virgindade é sagrada para a Deusa. Conseve-a, até que a Mãe torne conhecida a sua vontade"
Durante todo o livro percebemos a "guerra" existente entre os dois mundos: Avalon e a Igreja. Avalon está desaparecendo conforme a Igreja vai ganhando novos adeptos.
Em Avalon, a força vem das mulheres, elas que mudam os destinos nesta história.
Muito emocionante e envolvente, você torce para saber cada etapa do que está acontecendo. Agora, estou no aguardo dos próximos volumes.

As Brumas de Avalon

Livro 1- A Senhora da Magia
Livro 2- A Grande Rainha
Livro 3- O Gamo Rei
Livro 4- O Prisioneiro da Árvore.(já lido- mas faltavam os outros para compreender melhor)

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31 julho 2012

Resenha: 1808 de Laurentino Gomes


Livro: 1808-como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil
Autor: Laurentino Gomes
Editora Planeta do Brasil, 2007
São Paulo
Nº de páginas:367
Brasil-História -D. João VI, 1808-1821.

Nunca algo semelhante tinha acontecido na história de Portugal ou de qualquer outro país europeu. Em tempos de guerra, reis e rainhas haviam sido destronados ou obrigados a se refugiar em território alheios, mas nenhum deles tinha ido tão longe a ponto de cruzar um oceano para viver e reinar do outro lado do mundo. Embora os europeus dominassem colônias imensas em diversos continentes, até aquele momento nenhum rei havia colocado os pés em seus territórios ultramarinos para uma simples visita- muito menos para ali morar e governar. Era, portanto, um acontecimento sem precedentes tanto para os portugueses, que se achavam na condição de órfãos de sua monarquia da noite para o dia, como para os brasileiros, habituados até então a serem tratados como uma simples colônia de Portugal. - Laurentino Gomes

Livro é resultado de dez anos de investigação jornalística.
Me encantei pelo livro, ele tem um pouco de tudo. Começando pela linha do tempo, que vai da Revolução Francesa à Independência do Brasil, fazendo-nos recordar dos nossos tempo de escola. Uma introdução que nos situa no que vai ser descrito. A seguir nos são apresentados 29 capítulos, com a descrição do que ocorreu, com vária informações que muitas vezes nem tivemos conhecimento. Um capítulo só com notas elucidativas, com vários pontos de referências.Os agradecimentos e ìndice onomástico.
Parece que você está na escola? Não, li com o maior prazer, parecia que estava lendo um livro autobiográfico, onde você fica querendo saber mais detalhes.
Recomendo para quem gosta de leituras histórica. Se imaginar que você está lendo um romance histórico, cheio de aventuras.


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Maratona de Banca - Mês de Julho/12

Prisioneiro do Destino

Prisioneiro do Destino
Hannah Howell
Título original: Unconquered
Especial Clássicos Históricos- Romances até o século XVIII -nº 286
Tradução: Nancy Alves
Editora Nova Cultural Ltda - 2007
Originalmente publicado em 1986
Páginas:317



Sinopse - Prisioneiro do Destino - Clássicos Históricos Especial 286 ** Unconquered** - Hannah Howell

Inglaterra, 1066

Da noite para o dia, Eada de Pevensey se vê contemplada com um estranho legado. Uma mulher com raros poderes paranormais lhe confia uma caixa contendo um misterioso documento, e algo ainda mais extraordinário: o dom da profecia. Com isso, Eada pode agora prever seu apavorante destino: um invasor normando, de olhos profundos como o azul do mar, cavalgando pelas campinas para reivindicar suas terras... e seu coração! Guerreiro das tropas do rei Guilherme, da Normandia, Drogo de Toulon se apropria por direito das terras de Pevensey. Lá ele fica conhecendo uma mulher que o desafia a todo instante e que também lhe desperta um desejo incontrolável. Num país assolado e dividido pela guerra, Drogo e Eada precisam unir forças enquanto traçam seu curso através de batalhas e traições que poderão separá-los... ou selar aquela paixão para todo o sempre...



Este livro estou lendo para o Maratona de Banca de Julho, cujo tema é Sobrenatural.e da Maratona Hot Eada tem o poder da premonição, que ela herdou. Exatamente uma premonição que lhe foi revelada por Edith, uma velha senhora que fora afastada da cidade exatamente por causa disso, deixa traçado o destino de Eada.
"Mas seu momento está próximo. Logo terá um homem... mas um digno de você."
" Um normando ?! Está me dizendo que os normandos trarão destruição e morte a meu povo, que tomarão nossa terra de nós e que eu amarei um deles?!.
"Eu ouvi tudo. Edith, e prometo que vou me lembrar.
E assim, começa a guerra.
Tudo que tinha,  família e casa, já não pertencem a ela. E como o destino escreveu, ela encontra o seu normando, Drogo. Que também no mesmo instante sente uma atração. Em meio a batalhas, inimigos dentro do povo normando, Eada vai com suas premonições, ajudando as pessoas que cruzam os seus caminhos, sejam saxões ou normandos.
Será que quando Drogo, ganhar o seu prêmio pela vitória, ele a tomará para esposa ou apenas a manterá como sua amante? Esta pergunta vive em sua cabeça, nem as vozes conseguem responde-la?

Momento Hot: 
" E quando sentiu os braços de Drogo apertando-se ao redor de seu corpo, cerrou os olhos e imaginou que seria maravilhoso poder ficar ali, amando-o durante toda aquela noite."


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30 junho 2012

Resenha- Contato- Carl Sagan


Contato
Autor: Carl Sagan
Tradução: Donaldson Garschagen
Editora Companhia das Letras.
Nº de páginas: 426



Sinopse - Contato - Carl Sagan

Contato com extraterrestres não é sinônimo de homenzinhos verdes desembarcando de um disco voador. É muito mais: sinais captados num radiotelescópio podem conter mensagens capazes de nos fazer repensar toda a nossa concepção da vida e do Universo. Esse é o ponto de partida de Carl Sagan, que, aliando as tensões da melhor literatura ao conhecimento científico mais avançado, compõe um romance que pode provocar em nós todas as reações - menos a indiferença.
Em Contato, o que está em jogo é o mundo tal como o conhecemos. Como quem faz uma aposta, Sagan mos convida a uma viagem assustadoramente fascinante pelo buraco negro que é a inteligência humana.



O livro não me chamou muita atenção, começa muito lento o que desanima. Talvez uma leitura em outra hora e pela segunda vez, dê para entendê-lo melhor. 
Ele é composto de 3 partes (A Mensagem, A Máquina, A Galáxia).



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31 maio 2012

Resenha - A Casa da Rua Garibaldi de Isser Haret

A Casa da Rua Garibaldi

Título: A Casa da Rua Garibaldi
            A maior caçada Humana da história
            A história até agora inédita da perseguição e captura de Adolf Eichmann – o arquicriminoso nazista
Título Original Norte-americano: The House on Garibaldi House
Autor: Isser Harel – Ex-Chefe do Serviço Secreto Israelense
Tradução de Mary D. Cardoso.
Editora Record
Ano: 1977
Nº de páginas: 287

Equipe:
Yosef Kenet, chefe israelense do grupo que seguiu, sem descanso, o rastro de Eichmann.
Shalom Dani, famoso artista cujo talento como falsificador desempenhou papel crucial
Dina Ron, sedutora agente que representou o papel de amante de Dani, na casa em que Eichmann foi mantido prisioneiro.
Isser Hare, em pessoa, e tranquilo e devotado profissional em quem todo o esquema se articulava.

Sinopse:
Neste documentário são descritas, com riqueza de detalhes, todas as providências tomadas pelo Serviço Secreto de Israel para traçar o paradeiro, tentar localizar e finalmente capturar Adolf Eichmann, um dos grandes criminosos de guerra nazista, desaparecido da Europa desde o fim da Segunda Guerra Mundial e procurado por vários países.
Figura exponencial do segundo escalão do Partido Nacional Socialista Alemão, responsável direto pela execução das práticas de extermínio decorrentes da política anti-semita adotada pelo Terceiro Reich e das medidas brutais que caracterizaram as praxes de dominação alemã dos povos conquistados ao breve fastígio do nazismo, Eichmann, como outros nazistas do mesmo calibre, tão depressa se pode adivinhar o fim que se aproximava do horrendo conflito, desapareceu sem deixar rastro e, como se sabe, só veio a ser encontrado 15 anos após o término da guerra, e na América do Sul. Em realidade, era crença geral que Eichmann e muitas outras figuras importantes do nazismo se haviam dirigido para países deste continente, especialmente para a Argentina, face a uma indisfarçada simpatia do regime político então ali reinante pelo princípios do nacional-socialismo.

Isser Hare, autor do livro , foi por vários anos chefe do Serviço Secreto de Israel. Funcionário de excepcional competência e dedicação incomum a seu trabalho, Harel conta como se configurou, desenvolveu e concluiu a “Operação Eichmann”, na qual os israelenses usaram todos os recursos de seu Serviço Secreto no período compreendido entre janeiro de 1958 e maio de 1960. Seu livro é um relato fascinante, conciso, objetivo e extremamente agradável de ler. Conforme o classificou a crítica da primeira edição do seu original em inglês, trata-se de um significativo documento da nossa época.

A Casa da Rua Garibaldi
Livro muito interessante, gostoso de ler. Você imagina um filme de ação, aguardando cada novo passo, e se tudo vai correr como o planejado. O que chama atenção é o fato de ser um caso verdadeiro e de repercussão mundial.

No prefácio Harel, comenta que vários pormenores foram ocultos, porque devem permanecer secretos devido a natureza da operação. E as identidades que aparecem no livro são pseudônimos. O  único nome verdadeiro é o de Shalom Dani, que faleceu em 1963.
No início do livro existe uma mapa da casa aonde estava Eichmann na Argentina e uma listagem de todos que participaram da missão, com uma breve descrição da ação que tiveram na operação.

Comunicação do Primeiro-Ministro:
“Tenho a comunicar ao Knesset que, há pouco tempo atrás, um dos maiores criminosos nazistas foi encontrado pelo Serviços Secretos Israelenses: Adolf Eichmann, que foi responsável, juntamente com os chefes nazistas, por aquilo que chamaram a “Solução Final do Problema Judaíco”- isto é, o extermínio de seis milhões de judeus da Europa.
Adolf Eichmann já está preso em Israel e brevemente será levado a julgamento em Israel, de acordo com a Lei de Punição dos Nazistas e dos Colaboradores Nazistas, de 1950.”


“A notícia lampejou, do Knesset a toda nação israelense, aos torturados que haviam sobrevivido à fábrica de morte, aos desolados que haviam perdido tantos entes queridos. Aquela reafirmação do império da lei os encorajava e renovava sua fé na justiça.



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28 abril 2012

Resenha: Contos Coreanos

Contos Coreanos
Contos Coreanos
Ha Krm-chan, Kim Tong-ni, Kim Tong-in, Fim Yu-jung, Son Chang-sup, Hwang Soon-won, Han Mahi-sook, Cho Sun-jak,Choi In-ho
Tradução de Luís Palmery
São Paulo
Edições GRD(Rio de Janeiro)
Rio Arte, 1985
Contos: Literatura coreana

Orelhas
Os contos coreanos apresentados neste volume representam uma abertura da GRD e do Rio-Arte para uma literatura até aqui desconhecida no Brasil.. País profundamente marcado por uma história de guerras prolongadas até nossos dias, quando a nação está separada em 2 repúblicas, a Coréia tem sido, desde tempos imemoráveis,  a pátria de um dos mais refinados povos asiáticos, com uma extraordinária sensibilidade para as letras e para as artes. Desde o século VII, quando os coreanos adotaram os caracteres chineses, introduzidos no país, em alguns círculos, já 200 anos antes de Cristo, floresceu, entre as classes aristocráticas, uma literatura altamente sofisticada.
Antes disso, porém, as letras coreanas ofereceram alguns dos mais belos textos da história, como "O Canto dos Pássaros Amarelos", uma passagem lírica de um poema de amor escrito dezessete séculos antes de Cristo por um rei dos tempos do reino de Kokorid, e que se chama "O Rei Yuri e suas esposas.

De Gerardo Mello Mourão
Viajei as duas Coréias de Norte a Sul. Algumas das belas paisagens do mundo compõem suas províncias. Mas a mais bela das províncias coreanas é, sem dúvida, o contexto de artes e de letras que floresce na Coréia do Sul, onde a dança, a pintura, a poesia e a ficção crescem sempre novos, como as flores amarelas e cor-de-rosa de seus campos, brotadas da raiz milenar. Lembro-me de haver perguntado um dia ao Diretor da Escola de Dança de Seul há quantos anos funcionavam seus cursos: "há 1.600 anos" - foi a resposta.
Assim são esses contos: estupendamente modernos em sua tessitura, eles guardam a pungente beleza dos milênios dessa Coréia do Sul, que as pessoas geralmente conhecem apenas como um formidável empório industrial e comercial da Ásia - um novo Japão - mas que é também um país cujo povo cultiva todas as belezas do espírito. Estes contos, recolhidos e traduzidos por um brasileiro Luís Palmary, que vive desde muito anos em Seul, são simplesmente fascinantes.

Contos Coreanos
O Sofrimento de duas gerações de Ha Kem-chan
A Rocha de Kim Tong-ni
Batatas de Kim Tong-in
Tempo de Camélias de Kim Yu-jung.
Sonho Abandonado de Son Chang-sup
Aguaceiro de Hwang Soon-won
Estrelas de Hwang Soon-won
K de Han Mahi
Tapume Pintado de Cho Sun-jok
O outro quarto de Choi In-ho



Escolhi este livro de contos, imaginando que fossem contos antigos, tipo lendas do país. Não eram. A escolha pelo povo coreano, foi por ser diferente. Do Japão já temos muitas referência. A Coréia é um país sofrido, tendo vivido em guerras.
O livro foi escrito por vários autores, por nós desconhecidos. Pesquisei na internet, para conhecer o estilo dos autores, mas não encontrei nada. Apenas uma pequena bibliografia no próprio livro.(Entrando e Saindo da Estante). Alguns destes escritores ganharam prêmios em seu país
O livro é composto por 10 contos, cada um de um autor, aliás, dois contos são do mesmo autor( Aguaceiro e Estrelas de Hwang Soon-won) e tem uma escritora( K de Han Mahi-sook). Em cada conto, uma descrição de como o povo vive, retratando pessoas pobres com seus dilemas segundo os costumes locais.
Nos contos você sente um povo sofrido, que não tem nenhuma chance de realizar seus sonhos. Os finais dos contos me decepcionaram um pouco, não eram como imaginava que terminariam. Você espera um “happy end” e neste livro não é isso que acontece. Você se surpreende. É a realidade nua e crua. A vida como ela é.
Não é ruim de ler, apenas eu não estava preparada para essa realidade. Vale a pena ler.


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31 março 2012

Resenha: A Cadeira Vazia - Jefferey Deaver

Resolver crimes, manter a mente afiada- é exclusivamente para isso que vive agora o perito criminalista Lincoln Rhyme, desde que perdeu o movimento dos membros num acidente trágico. Ele resolve tentar um novo tratamento para sua lesão em outra cidade, mas ao chegar lá é convocado pela policia local para ajudar na caçada a um sequestrador conhecido como Garoto Inseto.
" Ele é conhecido como garoto inseto, conhece os insetos como ninguém. Sabe como eles vivem e morrem. Sabe como despistar seus perseguidores. E, principalmente, como eles matam.
Garret, o Garoto Inseto, e suspeito em alguns crimes e do sequestro de Mary Beth.
O criminalista Rhyme Lincoln é chamado para solucionar o caso, antes que ele realize a sua operação para recuperar os movimentos. Junto com Amélia Sachs, sua namorada, tentam solucionar o caso.
Todas as provas apontam para o garoto inseto. O livro leva você a cada acontecimento repensar se Garret seria o assassino. Uma história envolvente do principio ao fim.


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13º livro


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6º livro


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