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30 dezembro 2012

Ressenha: A Peste- Alberto Camus


Livro: A Peste
Título Original: La Peste
Autor: Alberto Camus (1913-1960)
Livro Vira-Vira 2
Obras juntas publicadas em sentido contrário
Com O Estrangeiro - Alberto Camus
Tradução: Valerie  Rumjaner
Prefácio: Manuel da Costa Pinto
BestBolso
Nº de Páginas: 278
Romance Francês


Sinopse




Neste clássico do escritor existencialista francês Albert Camus, uma cidade argelina tomada pela peste bubônica serve como metáfora dos horrores da Segunda Guerra Mundial.


Mês passado, li a outra obra deste escritor " O Estrangeiro".
A cidade está em meio a uma epidemia, entram em quarentena. O isolamento acaba favorecendo a  união da comunidade no final.
Podemos comparar a peste com os campos de concentração, onde todos estão ameaçados. Temos dor, medo e solidão o que motivará outros sentimentos: compaixão e solidariedade.

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16 novembro 2012

5º BookCrossing Blogueiro -2012

BookCrossing Blogueiro

Bem, é a primeira vez que participo. Fiquei pensando que livro poderia libertar. Analisando os que tenho fiquei cheia de dúvidas. Muitos ainda não li e os que li achei que não despertaria a leitura(na minha opinião).
Resolvi comprar um livro para libertá-lo Não foi desta vez que consegui libertar um dos meus livros, na próxima será.

Procurando um título que despertasse interesse, encontrei: O Livro Invisível de Santiago Garcia-Clairac. Adorei encontrar este livro, parece que estava me esperando.
O LIVRO INVISIVEL

O LIVRO INVISIVEL


AutorSantiago Garcia-Clairac


COLEÇÃO: 
 barco a vapor

Editora: Edições SM



Série Laranja nº 6

144 páginas


O livro:  César já não agüenta mais ir de um lugar para o outro. Todo ano ele mora em uma cidade diferente, estuda em uma escola diferente, com amigos diferentes. Tudo porque seu pai é escritor e diz que precisa mudar constantemente de cidade para não perder a criatividade. Por conta disto, César não quer nem chegar perto dos livros que o pai escreve. Afinal, eles são culpados por tantas mudanças! Recém-chegado a uma nova cidade, César faz amizade com Lúcia, uma garota que deseja ser escritora e fica fascinada ao descobrir que o pai dele escreve livros. A partir de então, o garoto será obrigado a rever suas opiniões.
Na verdade, são duas histórias,  uma dentro da outra.

Este livro apresenta vários temas:amizade, importância da leitura, amor pelos livros e pela literatura.. O tema principal é o prazer da leitura. Mas também tem os conflitos familiares, como César achar que o pai é o culpado por ele não construir relações duradouras, o que faz com que Cesar não se relacione bem com os livros. Quando conhece Lúcia, algo muda, o que não existia - o seu interesse pela leitura- passa a existir.
Durante a leitura César nos mostra o que o preocupa, a sua visão do mundo, as dificuldades de fazer amigos, e não compreende como alguém pode passar a vida inventado o que não exite(livros). 
O interessante que na verdade o livro conta duas histórias: a de César e a do Livro Invisível ( o livro do Pai de César). O leitor fica curioso para saber o que acontecerá no final das duas histórias:
O livro apresenta duas visões: a realista - o que se passa com César e a maravilhosa,  dentro desse livro há outro, que ainda nem terminou de ser escrito,  que fala de princesas e livros que não se podem ver.

“todo livro
é invisível até que alguém o lê”
Para cada pessoa o livro é invisível até que ele o abra, leia e aprenda com ele.
E é isso que eu quero que ocorra com o leitor que encontrar este livro:

Abra, leia e descubra os segredos que todos os livros  guardam.

Hoje libertei o livro. O deixei no segundo ônibus que pego para o trabalho(é mais vazio). Sentei, tirei o livro da bolsa e depositei no assento e troquei de lugar. São uns seis pontos  até eu descer. Até lá, entraram umas seis pessoas, mas nenhuma escolheu aquele banco para sentar, todas passaram direto e infelizmente não o viram, E assim, não pude ver para quem o livro iria.
Ah, também não tirei uma foto.

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26 outubro 2012

Resenha: O Xangô de Baker Street-Jô Soares


O Xangô de Baker Street

Livro: O Xangê de Baker Street
Autor: Jô Soares
Editora: Companhia das Letras
Ano: 1995
São Paulo
Romance Brasileiro
Romances-Século 20- Literatura Brasileira
8ª Reimpressão 
nºs de páginas: 349

O Xangô de Baker Street - Trailer   

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Sinopse - O Xangô de Baker Street - Jô Soares
Um violino Stradivarius desaparecido, algumas orelhas cortadas e seus respectivos cadáveres trazem o famoso Sherlock Holmes ao Brasil, por recomendação de sua não menos famosa amiga Sarah Bernhardt. Porém aquilo que parecia um pequeno e discreto caso imperial transforma-se numa saga cheia de perigos, tais como feijoadas, vatapás, mulatas, intelectuais de botequim, pais-de-santo e cannabis sativa. Sem falar, é claro, dos crimes do primeiro serial killer da história, que executa seu sinistro plano nota a nota, com notável afinação e precisão de corte. O britânico e intrépido detetive e seu fiel e desconfiadíssimo esculápio vivem então no Rio de Janeiro a aventura de Sherlock Holmes que Conan Doyle se excusou de contar - por motivos que ficarão bastante óbvios -, mas que para felicidade do leitor brasileiro Jô Soares resgata neste romance implacável e impagável.


Neste livro surpreendente, Jô Soares alia uma rigorosa pesquisa histórica sobre a vida no Rio de Janeiro do Segundo Reinado à sua inventividade sem fronteira. Romance cômico – policial, O Xangô de Baker Street constitui uma engraçada mistura de cenário muito preciso do passado- a capital do país por ocasião da 1ª visita da legendária atriz francesa Sarah Bernhardt- figuras conhecidas da história política e cultural do país, como Olavo Bilac, Chiquinha Gonzaga, Paula Ney, D. Pedro II, e personagens de ficção – Sherlock Holmes e o indefectível Dr. Watson- importados para desvendar o desaparecimento inconveniente de um violino Stradovarius que deixava o imperador em palpos de aranha.  Mas as ilustres criaturas de Conan Doyle acabam sendo requisitadas para solucionar uma série de crimes hediondos e enigmáticos.
O resultado é um livro delicioso, em que as modas e os costumes da capital imperial no século passado vêm acompanhados de algumas suposições mais ousadas como, por exemplo, a de o Brasil ser o berço do primeiro serial killer da história. Por sua vez, o texto vai do jocoso dos diálogos e da gozação do francesismo brasileiro de então ao hilariante de diversas cenas, e revelações estarrecedoras sobre a vida alimentar, farmacológica e sexual do famoso detetive da rua Baker.
O Sherlock de Jô descobrirá as delícias sensuais dos trópicos, aprenderá alguns costumes nativos, exercerá seus brilhantes dotes dedutivos (para espanto e incredulidade dos pobres mortais), mas será obrigado a admitir que os crimes abaixo do Equador não são tão elementares, meu caro leitor.

Jô Soares, nasceu no Rio de Janeiro, em 1938. Comediante, humorista e dramaturgo, é autor de, entre outros, O Flagrante, O Astronauta sem regime, e O humor nos tempos de Collor, este último  com Luís Fernando Veríssimo e Millôr Fernandes. O Xangô de Baker Street é seu primeiro romance.
Resenha
A minha ideia inicial era ler o livro O Astronauta sem Regime,  como não encontrei, mudei para O Xangô de Baker Street e não me arrependi.
Foi uma leitura proveitosa, passei algumas horas me deleitando com o que lia. Uma mistura de personagens, num Brasil antigo. D. Pedro II, ilustres personagens da cultura nacional, além da visita de Sherlock Holmes e do Dr. Watson para completar.
Gostei do mistério do nosso primeiro serial killer. Não consegui descobri quem era, e na verdade nem o Sherlock.
Adorei andar pelas ruas do centro do Rio de Janeiro, através do livro( no inicio tem um mapa, pena que não consegui ler todos os nomes de ruas) e imaginar Chiquinha, Olavo Bilac, Sherlock e D. Pedro II por lá.
Para quem quer uma leitura leve e um pouco irônica, recomendo.

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Blog: Nanie´s World
Desafio Nierco
Marcador: N.I.E.R.C.O

27 setembro 2012

Resenha- Sonho de Uma Noite de Verão- William Shakespeare

Shakespeare  II - Comédias e Sonetos

Sinopse - Sonho de Uma Noite de Verão - William Shakespeare

Numa noite de verão, num bosque, quatro jovens enamorados encontram-se e desencontram-se: Lisandro ama Hérmia que ama Lisandro e é amada por Demétrio, que é amado por Helena; depois, Demétrio ama Helena, que ama Demétrio e é amada por Lisandro, que é amado por Hérmia. Na manhã seguinte, tudo se resolve, e há um casamento triplo, pois casam-se também o Duque de Atenas e a Rainha das amazonas. Na festa, no palácio do Duque, apresenta-se uma peça de teatro amador, escrita e encenada por trabalhadores locais. É hilariante de tão ruim a "comédia trágica", que teve ensaio naquela noite de verão, naquele bosque, habitado por fadas e duendes que têm seu Rei e sua Rainha, que disputam a guarda de um menino indiano, e por isso esta Rainha apaixona-se, naquela noite de verão, por um mortal com cabeça de burro.

Ação e movimentação, paixões e casamentos, brigas e reconciliações, equívocos e finais felizes. É um Shakespeare muito divertido e nada trágico, um "sonho" originalmente escrito para uma festa de casamento na vida real. 


O tema deste mês é de um escritor falecido, escolhi Shakespeare- Sonho de uma Noite de Verão.
Como sempre a leitura é um pouco difícil pelo vocabulário erudito. Até que não foi cansativo, a história é até gostosa e um pouco engraçada.
Tem duques,, reino de fadas e o velho tema de amores trocados. Fulano que ama Sicrano que ama Fulano de tal(não lembro corretamente como se fala)
E através destas situações que nos é mostrado que muitas vezes o amor é cego, nos vedando de enxergar o verdadeiro amor e sentimento, muitas vezes o ciúme atrapalha .
Através de uma linguagem figurada, temos as emoções dos seres humanos e do que são capazes de fazer pelo seu amor..



  • Sonho de uma Noite de Verão : foto
  • Sonho de uma Noite de Verão : foto
  • Sonho de uma Noite de Verão : foto
  • Sonho de uma Noite de Verão : foto
  • Sonho de uma Noite de Verão : foto
  • Sonho de uma Noite de Verão : foto
  • Sonho de uma Noite de Verão : foto
  • Sonho de uma Noite de Verão : foto
  • Sonho de uma Noite de Verão : foto
  • Sonho de uma Noite de Verão : foto
  • Sonho de uma Noite de Verão : foto

    Fonte: Adorocinena

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30 agosto 2012

O Homem Nu de Fernando Sabino

O  homem nu
Livro: O Homem Nu
Autor: Fernando Sabino (1923-2004)
Edição: 27ª
Rio de Janeiro
Editora: Record
Ano: 1987
Assunto:Crônicas Brasileiras
Nº de páginas:189

O Homem Nu

Um homem que se vê do lado de fora do apartamento, sem conseguir entrar completamente nu. (O Homem Nu).
Um delegado às voltas com um crime de morte em que não há nem assassinos nem assassinatos.
O próprio Autor às voltas com empregadas, condôminos (Condôminos), hipnotistas (Sessão de Hipnotismo), hipocondriacos (Obriga, Doutor), bêbados, cavalos (O Espelho do General), cachorros, Polícia, Exército e bolas de gude(A Vitória da Infância). Episódios vividos na Itália(Correria na Estação de Nápoles), nos Estados Unidos, na Bélgica(Panorama Visto da Torre), na Inglaterra e em Portugal (Amor em Portugal).
A desventura de um homem que foi reduzido à metade de si mesmo(O Gordo e o Magro), de outro que apanhava de mulher, a aparição de um anjo cafajeste, a reunião de pais em que só havia mães, uma cidade invadida por macacos(Macacos me mordam). Evoluções de uma mulata e um leiteiro, manobras de um esquadrão de cavalaria, o cheiro das alpercatas de Bélzebu( As Alpercatas).
As cem mil bengalas de um pintor. Dois casais que não chegaram a jantar. O tenente que engoliu o capitão. Uma prisão em flagrante(Prisão em Flagrante). A morte configurada num cão.
Quarenta contos e crônicas do autor de O Encontro Marcado.


Não estou acostumada a ler contos, apesar de neste ano já ter lido Contos Coreanos. Escolhi O Homem nu, por pensar ser um livro tipo romance, não sabia de que era de contos. E por conta da leitura, descobri que Fernando Sabino era um escritor mais contos e crônicas, do que de romances.
Gostei de alguns, outros não me interessei. Os meus preferidos: O Homem Nu(claro), Espinha de Peixe, Prisão em Flagrante, Panorama Visto da Torre. Não gostei dos que falavam sobre exército, não entendi bulufas.
Apesar de tudo, recomendo. Temos que nos habituar a ler livros nacionais e valorizar os nossos autores..

Post relacionado:
Entrando e Saindo da Estante: O Homem Nu


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31 julho 2012

Labirinto


Livro: Labirinto
Autor:Kate Mosse
T´tulo Original: Labyrinth
Tradução de Fernanda Abreu
Rio de Janeiro- Objetiva, 2006
Suma das Letras
Nº de páginas: 564 p
Literatura inglesa: Romance

Sinopse - Labirinto - Trilogia Languedoc - Livro 01 - Kate Mosse

Em Julho de 1209: na cidade francesa de Carcassonne, uma moça de 17 anos recebe do pai um misterioso livro, que ele diz conter o segredo do verdadeiro Graal. Embora Alaïs não consiga entender as estranhas palavras e símbolos escondidos naquelas páginas, sabe que seu destino é proteger o livro. Será preciso grandes sacrifícios e muita fé para garantir a segurança do segredo do labirinto - um segredo que remonta a milhares de anos, e aos desertos do antigo Egito...
Julho de 2005: durante uma escavação arqueológica nas montanhas ao redor de Carcassonne, Alice Tanner descobre por acaso dois esqueletos. Dentro da tumba escondida onde repousavam os antigos ossos, experimenta uma sensação de malevolência impressionante, e começa a entender que, por mais impossível que pareça, de alguma forma ela é capaz de entender as misteriosas palavras ancestrais gravadas nas pedras. Mas já é tarde demais, Alice percebe que acaba de desencadear uma aterrorizante seqüência de acontecimentos que é incapaz de controlar, e que seu destino está irremediavelmente ligado à sorte dos cátaros, oitocentos anos antes.

Três segredos, duas mulheres, um graal.
Toda história se baseia nesses pontos. É uma história envolvente, que se passa em duas épocas diferentes(1209 e 2005) e duas mulheres (Alais e Alice). Conforme desenrola a história, que não é contada linearmente, você vai se envolvendo, tentando descobrir os segredos, como  cada personagem tem o envolvimento na história. É desafiador ler este livro, você não quer parar. Imagina, eu que mal conseguia ler um capítulo por dia, como eu ficava ansiosa para retornar para o livro, e descobrir mais um pedaço de desse labirinto.

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30 junho 2012

Resenha - Marcelino Pão e Vinho- José Maria Sánchez-Silva



Marcelino Pão e Vinho
Autor: José Maria Sánchez-Silva
Título original: Marcelino pão e vinho
Ano: 1982
Tradução: Dom Marcos Barbosa
Capa e Ilustração: Inês Lima
Círculo do Livro
Livro: Dividido em 2 partes
          1ª : Marcelino Pão e Vinho- 5 capítulos
          2ª   A grande viagem de Marcelino- 11 capítulos+epílogo

Sinopse
Tradução da obra do espanhol José Maria Sánchez-Silva. É a história de um pequeno bebê deixado à porta de um humilde convento de frades franciscanos na Espanha. O tempo passa e a criança é adotada pelos religiosos ele começa ter uma vida de criança, com travessuras, questionamentos típicos da curiosidade infantil, crescimento interior e uma grande jornada... Tudo mostrado ao leitor de maneira pura e que envolve o leitor para que possa encontrar um pouco do menino Marcelino e seu amigo Manuel na criança que cada um tem dentro de si. 


Este livro comprei em fevereiro de 1991, pelo círculo do livro, de quem eu era sócia. O compromisso era a compra de um livro a cada dois meses de uma variedade de livros. Infelizmente, não existe mais.
Escolhi compra este livro porque um tempo antes, assisti o filme no cinema e me encantei. Mas só agora o estou lendo.
O livro conta a história simples, a curta vida de Marcelino no convivio de frades franciscanos.
Na primeira parte, conta da construção do convento, e o aparecimento de Marcelino.
"Foi então que, certa manhã (estava nascendo o século), quando os galos ainda dormiam, o irmão porteiro ouviu um choro junto à porta, apenas encostada."
E assim, começa a aventura, os frades tentam localizar os pais, por fim, ficam com ele no convento.
Marcelino, é como as crianças comuns, esperto, peralta.
"Quando já tinha quase cinco anos, Marcelino era um garoto robusto e curioso, conhecendo de longe todas as coisas que se moviam, como também as que estavam quietas."
A única restrição para Marcelino era o sótão.
"...só uma proibição pesava sobre o menino a de subir a escada do celeiro e do sótão."
Marcelino armou um plano para ir até lá e descobrir o mistério.
"...não reconheceu logo o que via, porém, pouco a pouco, foi distinguindo como que a figura de um homem muito alto, meio despido, com os braços abertos e a cabeça voltada para ele."
A partir daquele momento, passou sempre que podia visitá-lo e levar-lhe comida.
"- É só pão. Então, o Senhor abaixou um braço e recolheu o pão.
-Bem que hoje você podia descer daí para comer sentado à mesa.
Entãoi o Senhor moveu um pouco a cabeça fitando-o com grande doçura. E, dentro em pouco desceu da cruz e aproximou-se da mesa, sem desviar os olhos de Marcelino.
Por esta cena no cinema aflora todos os sentimentos, é muito emocionante.
O grande desejo de Marcelino é conhecer a mãe e Jesus atende ao seu pedido.
Na segunda parte, é Marcelino no céu conhecendo o local, e contando as suas aventura na Terra e como os frades sobreviveram  após a partida de Marcelino. 


Videos


Principais cenas
http://www.youtube.com/watch?v=OYwZ9sbvH0I



Vale a pena assistir o vídeo, para ver o video para entender a emoção contida nele.



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31 maio 2012

Resenha- As Brumas de Avalon: Livro 4 – O prisioneiro da árvore de Marion Zimmer Bradley




As Brumas de Avalon

Morgana junto com Acolon, e com conhecimentos dele sobre magia tramam contra Artur.
Artur passa acreditar no cristianismo causando problemas para Morgana e as sacerdotisas.
Kevin, é acusado de traição por concordar com Artur sobre os símbolos sagrados.
Gwenhwyfar e Lancelot descobertos como adulteros, fogem.
Mordred mata acidentalmente a sucessora de Viviane
Mordred, filho de Artur e Morgana, enfrenta o pai. Todos pensam que ele é filho de Lancelot.

E Avalon, fica sem uma Senhora do Lago.

Agora, preciso ler os outros livros, que complementam estes:
Queda de Atlândida (Vol I e II)
Ancestrais de  Avalon
Casa da Floresta
Senhora de Avalon
Sacerdotisa de Avalon
São livros independentes entre si.




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28 abril 2012

Resenha: Contos Coreanos

Contos Coreanos
Contos Coreanos
Ha Krm-chan, Kim Tong-ni, Kim Tong-in, Fim Yu-jung, Son Chang-sup, Hwang Soon-won, Han Mahi-sook, Cho Sun-jak,Choi In-ho
Tradução de Luís Palmery
São Paulo
Edições GRD(Rio de Janeiro)
Rio Arte, 1985
Contos: Literatura coreana

Orelhas
Os contos coreanos apresentados neste volume representam uma abertura da GRD e do Rio-Arte para uma literatura até aqui desconhecida no Brasil.. País profundamente marcado por uma história de guerras prolongadas até nossos dias, quando a nação está separada em 2 repúblicas, a Coréia tem sido, desde tempos imemoráveis,  a pátria de um dos mais refinados povos asiáticos, com uma extraordinária sensibilidade para as letras e para as artes. Desde o século VII, quando os coreanos adotaram os caracteres chineses, introduzidos no país, em alguns círculos, já 200 anos antes de Cristo, floresceu, entre as classes aristocráticas, uma literatura altamente sofisticada.
Antes disso, porém, as letras coreanas ofereceram alguns dos mais belos textos da história, como "O Canto dos Pássaros Amarelos", uma passagem lírica de um poema de amor escrito dezessete séculos antes de Cristo por um rei dos tempos do reino de Kokorid, e que se chama "O Rei Yuri e suas esposas.

De Gerardo Mello Mourão
Viajei as duas Coréias de Norte a Sul. Algumas das belas paisagens do mundo compõem suas províncias. Mas a mais bela das províncias coreanas é, sem dúvida, o contexto de artes e de letras que floresce na Coréia do Sul, onde a dança, a pintura, a poesia e a ficção crescem sempre novos, como as flores amarelas e cor-de-rosa de seus campos, brotadas da raiz milenar. Lembro-me de haver perguntado um dia ao Diretor da Escola de Dança de Seul há quantos anos funcionavam seus cursos: "há 1.600 anos" - foi a resposta.
Assim são esses contos: estupendamente modernos em sua tessitura, eles guardam a pungente beleza dos milênios dessa Coréia do Sul, que as pessoas geralmente conhecem apenas como um formidável empório industrial e comercial da Ásia - um novo Japão - mas que é também um país cujo povo cultiva todas as belezas do espírito. Estes contos, recolhidos e traduzidos por um brasileiro Luís Palmary, que vive desde muito anos em Seul, são simplesmente fascinantes.

Contos Coreanos
O Sofrimento de duas gerações de Ha Kem-chan
A Rocha de Kim Tong-ni
Batatas de Kim Tong-in
Tempo de Camélias de Kim Yu-jung.
Sonho Abandonado de Son Chang-sup
Aguaceiro de Hwang Soon-won
Estrelas de Hwang Soon-won
K de Han Mahi
Tapume Pintado de Cho Sun-jok
O outro quarto de Choi In-ho



Escolhi este livro de contos, imaginando que fossem contos antigos, tipo lendas do país. Não eram. A escolha pelo povo coreano, foi por ser diferente. Do Japão já temos muitas referência. A Coréia é um país sofrido, tendo vivido em guerras.
O livro foi escrito por vários autores, por nós desconhecidos. Pesquisei na internet, para conhecer o estilo dos autores, mas não encontrei nada. Apenas uma pequena bibliografia no próprio livro.(Entrando e Saindo da Estante). Alguns destes escritores ganharam prêmios em seu país
O livro é composto por 10 contos, cada um de um autor, aliás, dois contos são do mesmo autor( Aguaceiro e Estrelas de Hwang Soon-won) e tem uma escritora( K de Han Mahi-sook). Em cada conto, uma descrição de como o povo vive, retratando pessoas pobres com seus dilemas segundo os costumes locais.
Nos contos você sente um povo sofrido, que não tem nenhuma chance de realizar seus sonhos. Os finais dos contos me decepcionaram um pouco, não eram como imaginava que terminariam. Você espera um “happy end” e neste livro não é isso que acontece. Você se surpreende. É a realidade nua e crua. A vida como ela é.
Não é ruim de ler, apenas eu não estava preparada para essa realidade. Vale a pena ler.


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