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25 fevereiro 2013

Resenha: A Bússola de Ouro de Philip Pullman



Livro: A Bússola de Ouro (1995)
Volume 1 da Trilogia Fronteira do Universo
Título Original: Northern lights
Tradução de Eliana Sabino
Rio de Janeiro
Editora: Objetiva
Ano: 2007
Nº de páginas: 365
Assunto: Romance inglês, Série
Período de Leitura: 18/02 a 24/02/13


Sinopse: 

Primeiro volume da trilogia "Fronteiras do Universo", escrita pelo inglês Philip Pullman. O autor conduz o leitor a um mundo mágico. A jovem Lyra enfrenta terríveis obstáculos quando seu amigo Roger desaparece. Na paisagem árida do norte, ursos dominam a região. Bruxas sobrevoam a paisagem gelada e sombria.


Neste livro vemos a personagem Lyra num mundo e lugar atípicos do que conhecemos. Ela mora numa universidade. De início, não sabemos nada do seu passado e não tem praticamente uma pessoa responsável por ela.

No começo é um pouco confuso até você começar encaixar as peças. 
Bem, Lyra é confiada a Srª Coultier. Antes da viagem o reitor entrega-lhe a bússola de ouro ou melhor o aletiômetro. um instrumento capaz de dizer a verdade. 
Era muito aparecido com um relógio, ou uma bússola, pois havia ponteiros apontando para lugares em volta do mostrador, mas em vez de horas ou pontos cardeais havia várias figuras pequeninas, todas pintadas com precisão estraordinária, como se fosse em marfim, com o mais fino e delicado pincel de vison. Ela girou o mostrador nas mãos para observar todas elas. Havia uma âncora, uma ampulheta encimada por uma caveira, um camaleão, um touro, uma colméia...Ao todo eram 36 desenhos, e ela nem imaginava o que significavam.
Lyra passou muito tempomovendo os ponteiros para apontar para um ou outro símbolo(anjo, elmo, golfinho, globo, bandolim, bússolas, vela, raio, cavalo) e observando o ponteiro grande se mover sem uma lógica aparente e sem parar; embora não tenha entendido coisa alguma, ela ficou intrigadae deliciada com a complexidade e o detalhamento. 


Com a ajuda dos gípcios, um povo nômade , Lee Scoresby e Iorek Byrnison, tentarão resgastar as crianças desaparecidas.Várias aventuras acontecem: viagem de navio, de balões, amizade com um urso polar, lutas com auxílio de bruxas.
Mesclando conto de fadas e mundo bem diferente do nosso, assustador e mostrando um mundo implacável para as crianças, com muita aventura e encantamentos.
Personagens
Lyra Belacquia-Vive na Faculdade Jordan, educada pelos Catedráticos.
                  Dimom: Pantalaimon
Marisa Coultier ou Srª Coultier: Misteriosa
                  Dimom: Macaco Dourado
Lorde Asriel: com interesse no norte
                  Dimon: Stelmaria
Lee Scoresby: Aristocrata do Texas. Lee e Lyra fazem uma grande amizade.
                  Dimon: Hester
Iorek Byrnison: rei de Svalbard
Iofur Raknison: rei de Svalbard
Soren Eisarson: rei dos panserbjornes-conselheiro do rei
Serafina Pekkala- rainha do clâ das feiticeiras
Gípcios -pessias da água, que sobrevivem do comércio

O Mundo de Lyra é onde Lyra vive. Onde os humanos possuem dimons materalizados. Este mundo possui os seguintes habitantes:
Humanos(Dimons e Feiticeiras)
Panserbjornes
Avantesmas-dos-penhascos
São 23 capítulos que se passam em vários lugares: 
Oxford-Faculdade Jordan onde cresceu Lyra
Londres- Onde Lyra vive com a Srª Coultier
Anglia Oriental- Região sudoeste da Inglaterra
Trollesund- Cidade portuária
Bolvangar- É a Estação Experimental
Svalbard- Arquipelágo do norte

Participando

Desafio Literário de 2013
Um Livro por mês, todos os meses do ano
Marcador: Desafio Literário/13
Steampunk


Desafio Literário 2013- The A to Z-Book Challenge 
Marcador: DL The A to Z
Letra B


Desafio 2013
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Meta da Lili 2013
Marcador: Meta da Lili/13
Livros de Biblioteca

Blog: Nanie´s World
Desafio Nierco

Internacional
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Temas do mês:
  1. Letra B
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  3. Livro de Biblioteca
  4. Internacional
  5. Inédito 
  6. BE
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Entrando e Saindo da Estante 

15 maio 2012

Paris recebe 14º Festival de Cinema Brasileiro de Paris



Por Andréia Silva 

Quem estiver na capital francesa entre os dias 9 e 22 e maio vai poder conferir o Festival de Cinema Brasileiro de Paris, que este ano chega à 14ª edição. O evento é produzido pela Associação Jangada, da carioca Katia Adler.
 
Este ano, participarão 29 obras, entre documentários e ficções, que disputam o prêmio de Melhor Filme, eleito por voto popular. Há ainda a mostra retrospectiva RioFilme 20 Anos e uma homenagem ao cineasta francês Claude Santiago.
 
Capitães da Areia, adaptado do livro homônimo de Jorge Amado, abre o festival. O escritor viveu por muitos anos em Paris nos anos 70, em exílio, e é o segundo autor brasileiro mais lido na França (o primeiro é Paulo Coelho). A sessão terá a presença da diretora, Cecília Amado, neta de Jorge, que este ano completaria 100 anos.
 
Rio Anos 70, de Maurício Branco e Patricia Faloppa, fará sua première no festival no dia 18 de maio. O documentário mostra o glamour dos anos 1970 no Rio de Janeiro, bem na época da disco music, quando a francesa Régine Choukroun desembarcou na cidade e abriu a boate Régine’s, no subsolo do Hotel Méridien.
 
Já badalados e elogiados no Brasil, dois documentários musicais também integram a programação do festival: Jorge Mautner – O Filho do Holocausto, de Pedro Bial e Heitor D’Alincourt, que será exibido no dia 15 de maio, com a presença de Bial; e Raul: O Início, o Fim e o Meio, de Walter Carvalho e Eduardo Mocarzel, que encerra o evento, no dia 22.

Será exibido ainda, no dia 17, o documentário Marcelo Yuka, no Caminho das Setas, com a presença da diretora Daniela Broitman.
 
Entre as ficções, um dos filmes mais aguardados este ano é Corações Sujos, de Vicente Amorim, inédito no circuito comercial do Brasil. Com renomados atores japoneses como Tsuyoshi Ihara (Cartas de Iwo Jima, de Clint Eastwood) e Sugata Shun (Kill Bill e O Último Samurai), o longa conta a história de um imigrante cuja vida foi virada de cabeça para baixo.

O festival também faz uma homenagem ao cineasta francês Claude Santiago, falecido em janeiro deste ano, que retratou, entre vários documentários, os brasileiros Carlinhos Brown e Tom Zé – dois filmes que serão exibidos na mostra comemorativa.
 
Além da mostra de filmes, haverá uma exposição inédita de fotos e vídeos da Rocinha, produzida pela organizadora do evento, Katia Adler, e um debate entre moradores da "banlieue" parisiense e jovens da periferia do Rio.

Fonte:Saraiva Conteúdo
 

02 agosto 2011

A maior história de roubo do Brasil chega às livrarias e ao cinema

Por Carina Gonçalves

Um túnel de oitenta metros, entre uma casa e um banco, foi o caminho utilizado para que cerca de R$ 164 milhões fossem roubados do Banco Central de Fortaleza, no dia 5 de agosto de 2005. Um crime perfeito, meticulosamente planejado e colocado em pratica por um grupo de bandidos, que marcariam para sempre esta data. Baseado em fatos reais, a partir da próxima sexta-feira, 22, chega aos cinemas de todo o país o filme Assalto ao Banco Central, com direção de Marcos Paulo e participações de Eriberto Leão, Hermila Guedes, Milhem Cortaz, Lima Duarte e Giulia Gam.


Nas livrarias, também, já há uma obra homônima, escrita por Renê Belmonte, roteirista da produção cinematográfica, e J. Monteiro, policial federal, publicado pela Editora Agir. Com uma narrativa envolvente, os autores apresentam os personagens com suas angustias e motivações que os levaram a cometer esse crime, repletos de detalhes, mistérios, ação e um toque de humor. Ainda, descrevem como foram os processos de idealização, execução e investigação do crime sob o olhar de um policial federal, com acesso livre aos bastidores do inquérito, informações confidenciais e inéditas, nunca reveladas para o público.Na época, o feito que chocou o país, teve repercussão internacional e, alguns dias depois, começaram a ocorrer sucessões de outros crimes na cidade, todos decorrentes à sequestros de familiares e morte de suspeitos envolvidos no assalto. A polícia conseguiu descobrir e prender parte do bando somente 60 dias após o ocorrido. Mas, até hoje, seis anos se passaram e algumas perguntas ainda ficaram sem respostas. Onde será que o montante do dinheiro não encontrado foi parar?

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