07 setembro 2010

A lógica do nonsense em Carroll e Wittgenstein

O nonsense não é algo falso. Mas também não é verdadeiro e nem pode ser. Trata-se de uma proposição absurda que se disfarça de possível. Ele aparece tanto em frases do dia a dia quanto em teorias filosóficas

Por::Paulo Henrique Fernandes Silveira
Revista Filosofia 49

Aos pequenos e grandes cervantinos "Eu não caibo mais nas roupas que eu cabia" Arnaldo Antunes

Alice cresceu, diminuiu, cresceu, coube e descoube nas medições do mundo- essa história é narrada por Lewis Carroll, nome de mentira do lógico Charles Dodgson, em seu romance Alice no país das maravilhas. Por mais nonsense que suas mudanças repentinas possam nos parecer, a experiência fictícia de Alice é comum a toda gente que atravessa a infância: estranhar os novos tamanhos do seu próprio corpo e, pior ainda, ser estranhado por aqueles cujas medidas respeitam um determinado padrão. Para alguns, esse crescimento não segue sequer as ordens da simetria, a orelha aumenta antes e mais do que o rosto, os bigodes do menino ostentam uma "adultice" precoce e os braços quase alcançam o chão, uma vez que as pernas esqueceram-se de encompridar. Muitas crianças são reconhecidas por uma única característica física: gorducho, dentuça, narigudo, cabeção etc.

Certamente, a mudança de tamanho não é nonsense, mas é improvável que isso ocorra por causa de um simples lanche, como no caso de Alice, que toma suco de encolher e come bolo de espichar (não pode deixar nenhum pedacinho). Ainda assim, desde sempre, as mães zelosas acreditam piamente numa máxima bastante semelhante, com a qual amedrontam seus filhos: para ficar forte é preciso se alimentar, e quem não fizer isso ficará pequeno perto dos outros meninos.

Realmente esquisito seria o corpo crescer tão desordenadamente que deixasse de ser uma unidade, tornando-se uma bricolagem de figuras, e por causa da autonomia das partes, a criança tivesse que negociar consigo mesma, ou melhor, com seus braços, sua pernas e seus pés toda decisão, todo movimento conjunto. É o que se lê no início do segundo capítulo, quando Alice tem a ideia de oferecer novas botas aos seus pés, um agrado para que eles continuem levando-a aonde ela quiser. Esse presente seria acompanhado pelo seguinte bilhete absurdo:

"Ilmo. Sr. Pé Direito de Alice

Tapete junto à lareira, perto do

guarda-fogo, (com o amor da Alice)"

(AM, cap. 2)

Encolher ou aumentar de tamanho em instantes é algo normal em Alice no país das maravilhas. A história de Carroll evidencia como o nonsense permeia nosso cotidiano

Muito sutilmente, como nem poderia ser diferente a um bem educado inglês do século XIX, filho de um reverendo e professor de Oxford, Carroll mostra o perigo das crianças levarem a sério os disparates que porventura os adultos possam lhes dizer. E não é um nonsense afirmar que alguém cresce ou diminui tão logo coma ou deixe de comer? Dir-se-ia que esse é um exagero de expressão motivado pela melhor das intenções. Não há dúvida, quero crer, o alimento é fundamental para o crescimento. Problema só há se a criança imagina, como faz a criativa Alice, que o que se diz possa de fato suceder, assim de pronto, como num instantâneo.

Complicado é que o nonsense não é uma falsidade e ainda se disfarça de verdade. Falso é algo que alguém diz ter acontecido, e que aconteceu coisa nenhuma, nonsense é algo que nem é, nem pode acontecer. Ninguém que coma um bolo cresce de imediato, mas afirmá-lo não é exatamente uma mentira. A mãe que assusta o filho que não quer comer com a ameaça dele manter-se pequenino não mente, mas engana, tomando como provável aquilo que é absolutamente inverificável. Comendo ou não comendo o bolo, a criança não poderá comprovar a premonição materna, ou seja, ela não vai ficar maior ou menor, isso só ocorre no país tenebroso de Alice.

Sem dúvida, Carroll vale-se de seus conhecimentos de lógica em sua sofisticada ironia ao absurdo de muitas ideias e expressões. Bem sabe ele que as mães não são as únicas que inventam nonsense, a linguagem está repleta deles. Alguns foram criados por profissionais da imaginação, como são os poetas, os filósofos e os religiosos, outros surgiram de confusões e de mal-entendidos linguísticos corriqueiros, por exemplo, quando se diz: "Ele está matando o Tempo!" (AM, cap. 7), de fato, não se pode matar o tempo, posto que este não é um homem ou um ser que possa morrer. O olhar certeiro de um lógico lhe permite distinguir as proposições que podem ser verificadas e, portanto, que podem ocorrer, daquelas que não podem. Então, o ideal seria não dizer o nonsense? É isso o que Carroll defende com seu romance? Imagino que não. O problema do nonsense é ele passar despercebido, misturado a proposições que podem ser verificadas. O que se aprende com Alice é perceber o que há de nonsense no mundo dos adultos.
Encolher ou aumentar de tamanho em instantes é algo normal em Alice no país das maravilhas. A história de Carroll evidencia como o nonsense permeia nosso cotidiano

TERAPIA DA LINGUAGEM

Seguindo os passos de Lewis Carroll, o lógico e filósofo vienense Ludwig Wittgenstein, um admirador confesso de Alice no país das maravilhas, elege o nonsense como tema central dos seus livros Tratado lógico- filosófico (1918) e Investigações filosóficas (1945). Num curto fragmento desse segundo texto, Wittgenstein expõe a diretriz do seu projeto, bem próximo do que Carroll faz em seu romance: "O que quero ensinar é: como passar de um nonsense (Unsinn) não evidente para um nonsense evidente" (IF, frag. 464).

Corridas duas décadas da publicação do Tratado, nas Investigações, Wittgenstein se distancia de algumas de suas ideias defendidas em seu primeiro livro, mesmo assim, ele continua firme em sua crítica ao nonsense de muitas teses da Filosofia, e nos anos vinte e trinta, faz escola sua afirmação: "A maioria das proposições e questões que se formulam sobre temas filosóficos não são falsas, mas nonsensical" (T, 4.003). Por essa razão, não é possível encontrar uma resposta verdadeira ou falsa para elas, e Wittgenstein sugere um exemplo na sequência do seu texto: a questão dos filósofos antigos sobre a semelhança entre o bem e o belo não permite uma resposta, uma vez que a própria questão é um nonsense. Afinal, o que poderia ou não ocorrer na realidade para justificar a semelhança ou a dessemelhança entre o bem e o belo?

Cena do filme Alice no país das maravilhas. No estranho território em que a personagem penetra todos os seres são diferentes, dando a entender que outros mundos, com padrões distintos, são possíveis

Um leitor atento já deve ter notado uma diferença de estatuto ou de categoria entre os exemplos de nonsense de Carroll e de Wittgenstein. A mãe que afirma ao filho que ele crescerá tão logo coma o bolo exagera nas consequências, que parecem ser absurdas, mas que são imagináveis. O filósofo que defende a existência da semelhança entre o bem e o belo, assim, em abstrato, sequer indica as condições de compreensão dessa ideia. Em outras palavras, esse nonsense sobre o belo pode ser percebido com a própria análise da proposição, trata-se de uma associação de conceitos que não indica qualquer fenômeno que possa funcionar como verificação, enquanto que o nonsense da mãe indica o que poderia comprovar sua tese: a criança de fato crescer de imediato, como faz Alice no romance. De todo modo, a ideia de que alguém possa crescer ou diminuir rapidamente por causa de um lanche também é um nonsense. Mais ainda, como boa parte das questões filosóficas, ela é um nonsense que passa despercebido por se confundir com as afirmações que têm sentido.

Essa é uma das razões para Wittgenstein escrever as Investigações filosóficas, a convicção, que ele não tinha no período em que escreveu o Tratado lógico- filosófico, de que nem todo nonsense é facilmente percebido com uma análise das proposições. Por outro lado, duas ideias básicas do seu projeto original continuam norteando seu trabalho: 1- as proposições e as questões absurdas ou nonsense não admitem uma resposta verdadeira ou falsa; 2- a tarefa do filósofo é tornar o nonsense evidente. Uma vez que a compreensão das regras da linguagem não basta para reconhecer todas as formas de nonsense, Wittgenstein desenvolve outras maneiras de identificá-las: "Não existe um método em Filosofia, o que existe são métodos, por assim dizer, como diferentes terapias" (IF, frag. 133). Um dos métodos que Wittgenstein apresenta nas Investigações filosóficas se aproxima, justamente, daquilo que Carroll faz em seus poemas e romances. Quando a estrutura de uma proposição não nos permite perceber que se trata de um nonsense, o filósofo da linguagem, esse terapeuta das palavras, pode imaginar como seria um mundo a partir dessa proposição. Nesse caso, o caráter nonsense da proposição ficaria claro com a ficção. No campo da pura imaginação, conheceríamos as consequências absurdas de determinadas proposições sem sentido que se misturam a outras com sentido. Com a descrição desse mundo fictício, o filósofo terapeuta pode compará-lo, em bloco, ao mundo em que vivemos, como quem compara o sonho e a vigília: "Então, o problemático desaparecerá na medida em que você acolhe tanto um fato como o outro" (IF, frag. 524).

Qual é o objetivo dessa terapia? Voltemos à Alice. Numa metáfora que ganhará outros contornos no romance O apanhador no campo de centeio, de J. D. Salinger, a personagem de Carroll começa suas aventuras com uma queda terrível, mas libertária, como se finalmente conseguisse atravessar o universo que a sufocava. O que há do lado de lá do túnel? Um outro mundo de medições. São as mesmas medidas: o metro, o tempo e a alegria, mas os seres ali são diferentes, suas assimetrias parecem ganhar o destaque das imagens de um telescópio. No país de Alice, os próprios problemas mudam de perspectiva. O menino chateia-se com seus bigodes? Pois olhe os do Coelho. A menina acha ruim o tamanho do seu queixo? Nada parecido com o da Rainha. O garoto é o baixinho da turma no colégio? Pequena mesmo é a lagarta, e ela está muito satisfeita com isso: "Trata-se de um tamanho excelente - disse a lagarta zangada, erguendo-se enquanto falava (ela media exatamente oito centímetros)" (AM, cap. 8).

Asummpta corpuscularia lapislazulina de Salvador Dali. Obras surrealistas criam realidades impossíveis. A base do nonsense, assim como do surreal, não é o falso, mas aquilo que não pode ser

Criando mundos fictícios, o filósofo e o poeta mostram que a mesma medida pode dar origem a mundos muito diferentes. Talvez, os mundos nem precisem seguir a mesma medida, pois os mundos não existem sem uma medida, mas medida alguma é imprescindível para que exista um mundo. Nenhuma é real e necessária. A própria medida carece de sentido: "De uma coisa não se pode afirmar que tenha 1m de comprimento nem que não tenha 1m de comprimento: do metro-padrão de Paris" (IF, frag. 50). Noutras palavras, nada justifica a manutenção de uma única e mesma medida, e quanto mais nos aproximamos de um metro virtualis, menos nos prendemos aos padrões rígidos da sociedade.

Daí a importância de discernirmos o nonsense das proposições com sentido: perceber que as medidas pelas quais avaliamos e somos avaliados delimitam o mundo em que nascemos e que conhecemos, mas não determinam todos os mundos possíveis. Se o seu mundo caiu, você que aprenda a se levantar, quem sabe, num mundo maior. Nas últimas proposições do Tratado lógicofilosófico, Wittgenstein afirma: "O mundo deve então, com isso, tornar-se a rigor um outro mundo. Deve, por assim dizer, minguar ou crescer como um todo. O mundo do feliz é diferente do mundo do infeliz" (T, 6.43). É fato, Alice não cabe mais nas roupas que cabia, mas se ela não quer se adaptar às medidas já estabelecidas, ela que procure uma que alargue os limites do seu mundo, ela que se descubra no país das maravilhas: "Quem sou eu neste mundo? Ahá! Eis um grande mistério!" (AM, cap. 2).


CRÍTICA DA LINGUAGEM

Seguindo uma linha de investigação semelhante à dos lógicos Frege e Russell, seus mestres e amigos, Wittgenstein concebe a Filosofia como uma crítica da linguagem. Tal tarefa se justificaria por duas razões: em primeiro lugar, sem essa crítica, a lógica das proposições corre o risco de manter-se escondida ou disfarçada, provocando uma série de mal-entendidos; em segundo lugar, com a autonomia das ciências modernas, não cabe à Filosofia criar novas doutrinas. O filósofo contemporâneo teria o papel de denunciar os absurdos impregnados na linguagem de outros filósofos, mas também na dos lógicos e dos cientistas que se fazem de filósofos.

Ao tempo do Tractatus lógico-philosophicus, Wittgenstein sustenta que a lógica das proposições figura a ordem dos fatos: "a lógica trata de cada possibilidade e todas as possibilidades são fatos seus" (T, 2.0121). Um discurso que não descreva fatos, como geralmente são os livros de Filosofia, está fadado a só afirmar absurdidades: "As proposições da Filosofia tradicional, da Metafísica especulativa, são na verdade pseudoproposições que violam as regras da sintaxe lógica e nada dizem sobre o real, nem sequer sobre a sua estrutura" (MARCONDES, Iniciação à História da Filosofia, p. 269). Problemas filosóficos que fazem alusão a coisas que não aconteceram e nem podem acontecer, não devem ser levados em conta, "sobre aquilo de que não se pode falar, deve-se calar" (T, 7).

Mesmo mantendo a tese de que a tarefa da Filosofia é criticar a linguagem, ou seja, mostrar o que pode ou não ser dito coerentemente, nas Investigações, Wittgenstein percebe que nem sempre uma frase com sentido está ancorada em fatos. Nesse segundo livro, ele reconhece que um simples acordo quanto à comunicação, o que ele chama de "jogo de linguagem", pode dar sentido às palavras. Sem dúvida, essa ideia amplia o espectro do que seja um discurso lógico. No entanto, muitas proposições que não passavam pelo crivo do Tractatus também se mostram absurdas no contexto das Investigações, uma vez que não conseguem sustentar uma prática discursiva coletiva. Assim, nessa outra fase de sua filosofia, Wittgenstein continuará denunciando o nonsense que se dissimula nas palavras.

A linguagem pode esconder absurdos, dissimular o nonsense. Para Wittgenstein, nem sempre uma frase com sentido está ancorada em fatos

ALICE no País das maravilhas

Um clássico da literatura inglesa, escrita por Charles Lutwidge Dodgson, com o pseudônimo de Lewis Carroll, e publicada em 1865, a obra Alice no país das maravilhas conta a história de Alice, uma menina que persegue um coelho de colete e relógio, cai em sua toca e se vê em um mundo surreal, povoado por criaturas inusitadas que só poderiam existir em sonhos. Uma dessas criaturas é o próprio coelho branco, que carrega um relógio e parece estar sempre atrasado para algo; outra é o gato de cheshire, que tem o poder de aparecer e desaparecer. Há ainda o chapeleiro maluco, que está perpetuamente na hora do chá e foge da rainha de copas, que o condenou à decapitação. Wittgenstein, admirador confesso da história de Alice, faz na Filosofia o mesmo que Carroll fez na Literatura: tenta tornar evidente as situações nonsense que não são evidentes, ou seja, claramente vistas como absurdas, sem sentido. Para Wittgenstein, muitas teses filosóficas têm por base proposições nonsense que, como no mundo criado por Carroll em que um gato aparece e desaparece e o tempo para, não poderiam ser verificadas na prática.

Um filósofo cercado de LITERATURA E ARTE

A despeito da simpatia que lógicos e cientistas tiveram por seu pensamento, Wittgenstein foi mesmo um enamorado das belas artes. Vindo de uma família culta de Viena, conviveu desde cedo com músicos, poetas e artistas plásticos. Como ensinaram Pascal e Coltrane, cunhou frases com muito estilo. Além de Carroll, leu e cercou-se das ideias de Tolstoi, Dostoievsky, Trakl, Rilke e outros tantos nomes da Literatura. Bem por isso, o estudo sobre Wittgenstein exige uma excelente formação. No Brasil, dois grandes intelectuais destacaram-se por suas interpretações sobre o autor. Colegas de turma na Universidade de São Paulo, Bento Prado Júnior e José Arthur Giannotti mostraram o profundo lirismo de sua Filosofia.

Em Erro, ilusão, loucura, Bento Prado aproxima a Filosofia de Wittgenstein da poesia de Drummond: "Refletindo sobre as ruínas do passado, Wittgenstein nada espera do futuro. Salvação? Mais uma vez lembremos Drummond: ''Lutar com palavras/ é a luta mais vã/ Entanto lutamos/ mal rompe a manhã''. Salvação, talvez só aquela operada no presente e no instante, contra o mundo e contra a história, essa proeza ética imaginada, na mais completa solidão, por um narodnik individualista impregnado pela leitura de Tolstoi" (PRADO Jr., Erro, ilusão, loucura, p. 137).

No livro O jogo do belo e do feio, Giannotti articula as teses de Wittgenstein defendidas no Tractatus às indagações de Picasso publicadas no Propos sur l''art: "Essas ideias me levam a imaginar que Picasso, ao fazer da pintura figuração do mundo, figuração que se nega para ser mundo, teria reformulado uma parte do aforismo 5.641 do Tractatus nestes termos: ''O eu perpassa a pintura porque o mundo é meu mundo''; desde que tudo se resolva goethianamente na ação, ''para mim, pintar um quadro é se engajar numa ação dramática, no curso do qual a realidade encontra-se dilacerada''" (GIANNOTTI, O jogo do belo e do feio, p. 131).

Um homem de GÊNIO

"Fui marcado, disse, por Wittgenstein. Devo lhe dizer que ele não era o que se pode chamar de um homem caridoso, mas eu não vacilaria em dizer que era genial, ou o mais parecido a um gênio que se possa imaginar. Em primeiro lugar, disse Tardewski, é o único na história que produziu dois sistemas filosóficos totalmente diferentes no curso de sua vida, cada um dos quais imperou por pelo menos uma geração e gerou duas correntes de pensamento, com seus protagonistas, seus comentadores e seus discípulos absolutamente antagônicos. Tratar de conhecer Wittgenstein, escreveu Bertrand Russell que durante um semestre o teve entre seus alunos, porque Wittgenstein, depois que leu Os princípios matemáticos, abandonou sua carreira de engenheiro, foi a Cambridge e se inscreveu nos seminários de Russell. Tratar de conhecê-lo, dizia Russell, foi a aventura intelectual mais excitante de minha vida" (PIGLIA, Respiración artificial, p. 161-2).

Paulo Henrique Fernandes Silveira é professor e orientador no mestrado da Universidade São Judas Tadeu e professor no Colégio Miguel de Cervantes, fez mestrado sobre Wittgenstein e doutorado sobre Filosofia Antiga, ambos sob a orientação de Bento Prado Júnior. paulohenrique.silveira@bol.com.br.

06 setembro 2010

As nove pizzas imperdíveis

De São Paulo. Os outros Estados que nos perdoem, mas só os paulistas sabem fazer a verdadeira e suculenta redonda. Burp!

(Artigo para os homens que leem este blog.)
Por Lígia Prestes

Pizza de abobrinha do Bendita hora

Você sempre teve na sua cabeça de vento que qualquer pizza que levasse um vegetal que não fosse azeitona (sim, pra você, azeitonas são vegetais...) era coisa de mulher, né? Vai quebrar a cara quando experimentar esta delícia feita de abobrinha, mussarela e salpicada por parmesão ralado. Alexandre Bacelar, criador desta redonda garante para quem quiser, que "você nunca comeu nada igual". Tá duvidando da gente e do dono da pizzaria? Vai lá e depois nos conte. benditahora.com.br

Mussarela - Qualquer lugar

Passo importante na hora de saber se uma pizzaria é boa: peça a de mussarela. Se ela for boa, pode comer o resto que a gente garante. Porém, se bater uma vontade imensa de comer pizza de algum lugar não muito confiável, peça de mussarela. É como sexo, até quando é ruim é bom. É só botar azeite

Mortadela com Ementhal - Pizzaria Carrieri

Nossa redação achou por acaso esta maravilha. O que faz a diferença é que a mortadela não vai ao forno. A massa te surpreenderá: receita criada por Renato Carrieri, proprietário, que foi até a Itália fazer um curso sobre pizzas. Espetacular. carrierisp.com.br

Genova - Pizza Bros

O chef Franco Raviolli trata a pizza como alta gastronomia. Esta leva pesto, rodelas de tomates suculentos, queijo de cabra, azeitonas pretas e manjericão fresco. Nós garantimos: é uma única mordida para comer os oito pedaços sozinho. E vale a pena conhecer a casa. pizzabros.com.br

Javali - 1900

No quesito masculinidade, esta leva nota 9,8. A mussarela de búfala faz uma cama para as finas fatias da linguiça de javali. Para finalizar, leva cebola e alho-poró. Esta é a típica pizza para macho nenhum botar defeito. E tem 1900 por todos os lados da cidade. 1900.com.br

Bráz - Casa Bráz

Não é à toa que eles carregam no peito o título de "melhor pizzaria de São Paulo". A massa não estufa e o sabor é inigualável. A sugestão de Maxim é esta que leva abobrinha refogada, uma mussarela especial e parmesão. Vale a pena ir lá e conferir se é verdade. casabraz.com.br

Diavoleta - Casa Pizza

Se você realmente é louco por calabresa (no sentido gastronômico, se renda a esta pizza. Ela leva mussarela, tomates frescos e uma calabresa picante por cima que fica muito crocante. O ambiente também é legal: você pode escolher qual cômodo comer. casapizza.com.br

Quintal - Quintal do Bráz

Esta sim no setor masculinidade leva nota 10. Isso porque leva mussarela, queijo talaggio, aspago fresco, presunto cru crocante (não é bacon, seu mané) e um belo ovo estrelado! Isso mesmo, em cima da sua fatia de pizza vem um zóião! Isso que é sustança de verdade. quintaldobraz.com.br

Allegra - A Tal da Pizza

Outra redonda que vai te surpreender. Ela leva uma camada de mussarela, outra bem fina de berinjela e lascas de pimentões vermelhos. A casa é famosa por fazer as pessoas a esquecerem garfos e enfiarem a mão na pizza. A gente apoia esta iniciativa e lambe os dedos. ataldapizza.com.br

acesse:napizzalandia.blogspot.com

Em 1982 foi criada em Nápoles, na Itália, a associação da verdadeira pizza napolitana que dizia que a massa teria de levar os seguintes ingredientes: farinha, fermento natural, água e sal. E só poderia ser mexida e aberta com as mãos sem nenhum utensílio de cozinha.

Revista Maxim Brasil

05 setembro 2010

Veste o quê?

Será que você tem noção das coisas que estão escritas na sua camiseta? A gente desvendou alguns mistérios e selecionou algumas opções legais
Revista Maxim Brasil


Desde os primórdios, a indústria da moda já inventava formas e formas de deixar a básica camiseta branca com um estilo mais criativo. O problema é que ela não sabia ao certo o que colocar e acabava inventando frases sem sentido. Nós descobrimos como inventavam estes dizeres: com um dicionário de inglês em mãos, desfolhavam-no, paravam em qualquer página e escolhiam uma palavra. O processo era repetido mais 3 vezes e zás! Estava criada a frase de camiseta University Beagle Cup America!


TIRE AS MANCHAS

Tomou vinho e deixou cair na camisa? Jogue uma boa quantidade de sal e depois água fervendo. Onde você vai achar água quente antes de chegar em casa? Problema seu!

Não estava ao seu alcance um babador quando comeu macarrão e caiu na sua camiseta, né? Peça ao garçom vinagre branco, coloque na mancha e dê uma esfregadinha.

Cinco minutos antes de entrar na reunião com os americanos você derrubou café na sua camisa. Vá à copa, esprema um limão e jogue por cima da mancha.

Revista Maxim Brasil

Projeto Agatha Christie

Hoje, aproveitei que deu um tempinho para colocar a leitura dos blogs preferidos em dia. Passando pelo m.a.h.m.i.n.d., vi o projeto da Agatha Christie que ela está fazendo.Achei maravilhoso e estou atentada a  começar também o projeto. Assim que eu começar eu conto para vocês.

Não posso me esquecer que no blog

Co-protagonista de Clooney atrai atenções em Veneza

03-09-2010


Bastou pôr em causa a habilidade de George Clooney para simular cenas de sexo no Cinema para que Violante Placido tenha atraído sobre si as atenções no Festival de Cinema de Veneza.

A cantora e actriz italiana de 34 anos, que contracenou com o actor americano de 49, no seu novo filme, o thriller ‘The American’, tem sido, com efeito, uma das figuras que mais tem estado na mira dos fotógrafos, aparentemente curiosos com a sua suposta experiência sexual no grande ecrã.

Falta ver o filme para fazer a prova dos nove, sendo certo que a beldade italiana, que interpreta o papel de uma prostituta no filme, já revelou que o popular galã de Hollwood mostrou ser muito inexperiente em rodar cenas mais íntimas.
Fonte:Vidas

O bullying é uma ameaça que se manifesta a partir de brincadeiras sem graça

Por André Zara



"Tudo que é diferente é visto com olho torto. Apesar de ainda estar no começo da minha pesquisa já ouvi muitos relatos pesados, de coisas inacreditáveis. As pessoas realmente ficam marcadas com as agressões físicas e psicológicas e muitas não conseguem superar. É impressionante o que a falta de respeito mútuo em uma escola pode causar. Eu mesma sofri com isso, mas hoje luto para que não aconteça com outras pessoas", conta a professora Maria Dolores Alves.

A educadora trabalha em sua tese de doutorado pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo e realiza uma pesquisa inédita no Brasil sobre bullying. Em seu trabalho acadêmico, Maria Dolores quer investigar como essa prática afeta os estudantes com deficiência e descobrir como acabar com esse tipo de comportamento nas escolas. Iniciada em abril, a pesquisa já reuniu relatos de mais de 50 pessoas por meio da internet e espera recolher muito mais, pois sabe que quem é diferente corre riscos de ser hostilizado no ambiente escolar. Mas o que diferencia uma simples brincadeira ou desavença entre jovens do implacável bullying?

Motivos

Segundo a professora e pesquisadora Cleodelice Fante, o fenômeno não é novidade nas salas de aula, entretanto começou a ser mais discutido após eventos ocorridos no exterior. Casos de suicídios e de atiradores que assassinaram colegas trouxeram à tona os dramas de estudantes excluídos. A própria palavra é uma expressão da língua inglesa, que serve para classificar perseguições e violência entre alunos. Ela não tem uma tradução específica, porque muitas situações podem ser classificadas como bullying. Mas Cleodelice, que também é autora do livro "Fenômeno bullying", explica que existem algumas formas para caracterizá-lo. "O mais importante é que ele é uma forma de violência moral ou física entre pares, sem provocação, em que o agressor tem a intenção de causar dano. Outro fato observado é que existe um grande desequilíbrio de poder: um grupo ou indivíduo mais forte agride um mais fraco", explica a professora.

Como não há provocação, o fenômeno também é muito difícil de ser explicado. Afinal, o que leva uma criança a ser cruel com outra? Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia), em 2002, envolvendo 5.875 estudantes de 5ª a 8ª séries, de onze escolas do município do Rio de Janeiro, revelou que 40,5% desses alunos admitiram ter estado diretamente envolvidos em atos de bullying. Mais de 16% foram alvos das ações dos colegas, 12% foram autores e 10,9% sofreram e praticaram agressões.

Quando perguntado aos autores do bullying, por que eles faziam isso, a resposta mais dada foi que a ação "era engraçada", seguido de "fariam o mesmo comigo". Outra pesquisa, realizada em 2008 pela Universidade Católica de Brasília (UCB) com 202 alunos da 7ª e 8ª séries do ensino fundamental, de duas escolas públicas de Ceilândia (DF), descobriu que 16% dos agressores faziam porque "a vítima é diferente dos outros". A análise também revelou que as crianças não contam sobre as violências sofridas para professores e familiares.

"O fenômeno reflete nossa sociedade. Tem um conjunto de causas que podem derivar do modelo e dos valores da escola, de uma família permissiva e da reprodução da mídia. São modelos aprendidos. As pessoas com deficiência são um grupo de risco, por serem mais vulneráveis ou, em caso de atraso mental, por não entenderem o que está acontecendo", diz a professora.

Segundo Maria Dolores, os alunos com deficiência podem também sofrer violência física, o que ocorre principalmente com pessoas com atraso intelectual. "O bullying traz sofrimento para a vítima e acontece em todos os níveis. A intervenção de um adulto é necessária porque muitas vezes a violência pode levar a pessoa à depressão e até ao suicído".

Reconhecer o perigo

Os pais devem ficar atentos aos sintomas para descobrir se o filho está sendo vítima do bullying. De acordo com as professoras, a criança pode manifestar mudanças de comportamento, problemas físicos e queda no rendimento escolar. "O importante é estabelecer um diálogo. Se perceber que seu filho está sendo agredido, vá até a escola, exponha a situação, e exija que a instituição tome uma providência. O pior jeito de lidar com situação é ignorando-a", confirma Cleodelice Fante.

Preocupado com o assunto, o Ministério Público de Santa Catarina criou em janeiro de 2009 um programa de combate ao bullying no Estado. A ideia é impedir agressões nos colégios e promover palestras para conscientizar as escolas. Em casos graves, o órgão governamental recomenda levar o fato até o Conselho Tutelar da cidade e em último caso até a uma delegacia.

Infelizmente, o bullying ainda é uma realidade, como foi o caso de um colégio estadual no bairro de Itaquera, zona leste de São Paulo. Em 2006, Daniela Chalegre, mãe de Pedro Roberto, um menino autista com 12 anos, foi matriculado nessa escola, que o recebeu pela pura obrigação de inserir um aluno com deficiência. Aceitar a matrícula não significa incluí-lo, tanto que o garoto sofreu bullying por parte dos colegas de sala e da professora. "Foi nessa escola que encontrei todas as dificuldades possíveis para o meu filho", afirma.

De acordo com Daniela, no segundo dia de aula, Pedro chegou em casa com hematomas pela perna. No terceiro dia, a diretoria da escola a chamou para uma conversa. Quando Daniela entrou no prédio, e passou pelo pátio, se deparou com uma cena deplorável: seu filho estava sendo esmurrado por 6 crianças e não havia nenhum funcionário por perto. Ao conversar com a professora, teve outra situação desagradável, a docente disse que não era de acordo que Pedro estudasse com alunos "normais" e que a tese de sua monografia de pós-graduação era justamente contra a matrícula de alunos com deficiência em escolas regulares. Para completar, a diretora disse a mãe que não via a hora de Daniela tirar o filho daquela escola. "Eu conversei com todos os responsáveis, mas nada foi feito. Eu e meu marido sentimos na pele o que é ficar desamparado pela lei", diz Daniela.

No entanto, existem bons exemplos e informações que evitam situações desagradáveis como essas. Foi o caso da escola Dom José Ferreira Alvares, de Bragança Paulista, no interior de São Paulo. "Tivemos o problema na escola há três anos, quando recebemos uma grande transferência de alunos. Nós temos muitos estudantes com deficiência e nunca houve problemas, mas vimos que algo estava errado. As crianças se olhavam tortas e havia uma clara divisão entre elas. Desde o pessoal da limpeza até a diretoria, sentia que se não fizéssemos algo, alguma coisa mais grave poderia acontecer", diz a professora de educação física do Instituto Social Educacional, Magali Lima.

Antes da situação piorar, ela realizou uma ação de sensibilização com os alunos novos. "Nós os vendamos para que sentissem as dificuldades que uma pessoa com deficiência sente. Eles sentiram na pele os obstáculos, e tiveram uma incrível melhora. A conversa foi muito importante, pois assim mostramos que um acidente ocasional poderia transformá-los em uma pessoa com mobilidades reduzidas", explica a professora.

A escola também tem como objetivo manter a convivência entre os alunos e não segregá-los. "Nossos alunos com deficiência participam de tudo o que os outros jovens fazem. Também os incentivamos a ajudar os colegas, para serem mais sensíveis às suas necessidades. Tudo que é novo dá medo, mas com o tempo as crianças superam", conclui a educadora.

Serviços

Secretaria Municipal de Educação de São Paulo oferece curso de educação especial para professores no DOT (Diretoria de Orientação Técnica), em parceria com a AACD (11) 3396-0621

Orientações do MP de Santa Catarina
www.mp.sc.gov.br/portal/site/portal/portal_detalhe.asp?campo=10230

Campanha do Rio Grande do Sul
www.diganaoaobullying.com.br/

Ajude na Pesquisa de Maria Dolores, mande seu relato
bullyingeexclusao@hotmail.com

ONG Plan (cursos e palestras)
http://www.plan.org.br/

Revista Sentidos 59

03 setembro 2010

Estreias: 03 de setembro

Como Cães e Gatos 2: A Vingança de Kitty Gallore
(Cats & Dogs: The Revenge of Kitty Galore)


Gênero: Comédia

Elenco: Vozes de Chris O Donnell, Jack McBrayer, Michael Rosenbaum.
Direção: Brad Peyton
Duração: 82 min.
Distribuidora: Warner Bros.

Sinopse: Kitty Galore, uma ex-colaboradora da organização MEOWS de espiões felinos, está cada vez mais pirada e bolou um plano maligno para, além de derrotar de vez seus inimigos caninos, também derrubar seus ex-companheiros de espionagem e transformar o mundo em seu arranhador de estimação. Diante dessa ameaça sem precedentes, cães e gatos serão obrigados a unir forças pela primeira vez na história em uma aliança que poderá salvar suas vidas – e as de seus humanos – em Como Cães e Gatos 2: A Vingança de Kitty Galore, uma comédia em 3D que mistura live action com bonecos de última geração e animação digital.

Chegou a hora de afiar as garras.

Curiosidades:
» Continuação de 'Como Cães e Gatos' (2001).
» O título original seria Cats & Dogs: Tinkle’s Revenge.

http://www.youtube.com/watch?v=DhLFMiHwuxo&feature=player_embedded

http://www.youtube.com/watch?v=Qn-3DdHpBs0&feature=player_embedded


Nosso Lar
(Nosso Lar)


Gênero: Drama


Elenco: Renato Prieto, Othon Bastos, Rosanne Mulholland, Fernando Alves Pinto e Inez Viana.
Direção: Wagner de Assis
Duração: 102 min.
Distribuidora: Fox Film

Sinopse: Ao abrir os olhos, André Luiz sabe que não está mais vivo, embora sinta fome, sede, frio, ele percebe que não pertence mais ao mundo dos encarnados. As dúvidas e as dores intensificam-se. Que destino seria esse? A trajetória deste médico bem-sucedido pelo mundo espiritual é a história de Nosso Lar.

Curiosidades:
» Adaptação do célebre livro psicografado por Chico Xavier.
» O livro 'Nosso Lar' vendeu mais de 2 milhões de exemplares e foi traduzido para o inglês, alemão, francês, espanhol, esperanto, russo, japonês, tcheco, braile e grego.
» Foram usadas mais de meia tonelada de gelo seco para a reprodução de fumaça.

http://www.youtube.com/watch?v=YGHsbuQu24E&feature=player_embedded

http://www.youtube.com/watch?v=3EcOGAxYPHo&feature=player_embedded


http://www.youtube.com/watch?v=7WaMdCPZRuI&feature=player_embedded


[REC] 2 - Possuídos
 (REC 2)

Gênero: Terror


Elenco: Manuela Velasco, Leticia Dolera, Juli Fàbregas, Pep Molina.
Direção: Paco Plaza e Jaume Balagueró.
Duração: 85 min.
Distribuidora: Playarte Pictures

Sinopse: Sequência de [REC], o filme de terror que conquistou público e crítica em 2008 e que reinventou o gênero. Os maiores horrores voltam a ser registrados no mesmo prédio onde dezenas de pessoas foram brutalmente assassinadas.

Curiosidades:
» As filmagens de '[Rec] 2' começaram em Novembro de 2008. Jaume Balaguero e Paco Plazo, diretores do primeiro, comandam o segundo.
» O primeiro filme fez tanto sucesso na mídia que a Sony Pictures criou um remake americano: 'Quarentena'.


http://www.youtube.com/watch?v=GmRDopXSGAs&feature=player_embedded

Enfim Viúva
 (Enfin veuve)

Gênero: Comédia Dramática


Elenco: Michèle Laroque, Jacques Gamblin, Wladimir Yordanoff, Tom Morton, Valérie Mairesse, Claire Nadeau, Eva Darlan.
Direção: Isabelle Mergault
Duração: 93 min.
Distribuidora: Pandora Filmes

Sinopse: Comédia sobre uma dona de casa, esposa de um bem-sucedido cirurgião plástico, que se sente entediada em seu casamento, um tédio que só passa quando ela vai passear na praia e encontra o seu amante secreto, um homem atraente e capaz de satisfazê-la, ao contrário de seu marido, a quem ela mal consegue suportar. Ao ficar viúva repentinamente, o sentimento de alívio vem acompanhado de uma inevitável alegria e liberdade que ela terá que disfarçar o melhor possível. Porém, a família do falecido exagera na preocupação em não deixá-la sozinha e isso acaba fazendo com que ela veja o seu grande amor com muito menos freqüência que antes.

http://www.youtube.com/watch?v=r64SBXrigAk&feature=player_embedded


Um Mar de Aventuras 3D
 (Under the Sea 3D)

Gênero: Documentário


Elenco: Narração de Jim Carrey.
Direção: Howard Hall
Duração: 41 min.
Distribuidora: IMAX Corporation

Sinopse: Um Mar de Aventuras, a mais nova aventura em Imax3D, leva os espectadores a um dos mais exóticos e isolados locais submersos na Terra, incluindo o sul da Austrália, a Grande Barreira de Corais e as Ilhas do Triângulo de Coral, em Papua, Nova Guiné e Indonésia e possibilita encontros cara-a-cara com algumas das mais misteriosas e maravilhosas criaturas do mar.

http://www.youtube.com/watch?v=66Kw6BUALRo&feature=player_embedded

B1 - Tenório em Pequim
 (B1 - Tenório em Pequim)


Gênero: Documentário


Elenco: ---
Direção: Felipe Braga e Eduardo Hunter Moura.
Duração: 99 min.
Distribuidora: Espaço Filmes

Sinopse: A jornada do judoca deficiente visual Antônio Tenório, um dos poucos no mundo a competir tanto em campeonatos paraolímpicos quanto regulares, enquanto se prepara para disputar uma quarta medalha de ouro, em Pequim.

http://www.youtube.com/watch?v=8Pc-2IMzgoQ&feature=player_embedded

Fonte: Cinepop
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