21 maio 2010

Woody Allen atrai celebridades para tapete vermelho

http://cinema.terra.com.br/cannes/2010/noticias/0,,OI4433164-EI15514,00-Filme+de+Woody+Allen+atrai+celebridades+para+tapete+vermelho.html


Mais uma noite de glamour e alta costura no tapete vermelho de Cannes. Na noite em que Woody Allen apresenta ao público seu mais novo filme, You Will Meet a Tall Dark Stranger (ainda sem título em português, com tradução livre de "Você Vai Conhecer um Estranho Alto e Escuro"), quem brilhou mesmo foi a atriz Naomi Watts, estrela da nova comédia do diretor americano.

Além do elenco do filme de Allen, compareceram ao evento atores como Evangeline Lilly, mais conhecida como a Kate da série Lost, a atriz espanhola Rossy de Palma, musa de vários filmes de Pedro Almodóvar, a atriz espanhola Elsa Pataky e o diretor austríaco Michael Haneke, vencedor da Palma de Ouro em 2009

Estreia: 21 de Maio de 2010

Fúria de Titãs
 (Clash of Titans)

Gênero: Aventura


Elenco: Sam Worthington, Pete Postlethwaite, Mads Mikkelsen, Gemma Arterton, Alexa Davalos, Ralph Fiennes, Liam Neeson.
Direção: Louis Leterrier
Duração: 118 min.
Distribuidora: Warner Bros.

Sinopse: Em 'Fúria de Titãs', a disputa pelo poder lança os homens contra os reis, e os reis contra os deuses. Mas a guerra em curso entre os deuses já é suficiente para destruir o mundo. Nascido de um deus, porém criado como homem, Perseu (SAM WORTHINGTON) se vê indefeso para salvar a família da aniquilação por Hades (RALPH FIENNES), o vingativo deus do reino dos mortos. Sem nada a perder, Perseu se oferece como voluntário para comandar a perigosa missão de derrotar Hades, antes que este consiga obter poder de Zeus (LIAM NEESON) e instalar o inferno na Terra. Liderando um grupo de guerreiros, Perseus parte numa arriscada jornada nas profundezas dos mundos proibidos. Combatendo demônios cruéis e monstros terríveis, ele somente irá conseguir sobreviver se aceitar seu poder como um deus, desafiar a sorte e criar seu próprio destino.

Curiosidades:
» Refilmagem de 'Fúria de Titãs' (1981).
» A Warner Bros. pegou mania de fazer seus filmes em 2D convencional, e depois convertê-los para o 3D. 'Fúria de Titãs' passará pelo processo e será lançado em 3D. Vale lembrar que a conversão NÃO traz a mesma qualidade de um filme que é planejado e filmado em 3D, como 'Avatar'.
» Stephen Norrington (A Liga Extraordinária) chegou a ser escalado para dirigir 'Fúria de Titãs', mas abandonou o projeto.
» O orçamento de 'Fúria de Titãs' foi de US$ 70 milhões.

http://www.youtube.com/watch?v=MVSHQE6xDSM&feature=player_embedded

http://wwws.br.warnerbros.com/clashofthetitans/?frompromo=movies_main_FuriadeTitas


Deu a Louca nos Bichos
(Furry Vengeance)

Gênero: Comédia


Elenco: Brendan Fraser, Brooke Shields, Nean Lyman, Angela Kinsey, Rob Riggle, Skyler Samuels, Ricky Garcia, Samantha Bee.
Direção: Roger Kumble
Duração: 90 min.
Distribuidora: Paris Filmes

Sinopse: Dan Sanders (Brendan Fraser) acaba de se mudar com a família de Chicago para a floresta de Oregon, onde vai trabalhar na construção de um suposto desenvolvimento de habitação ecologicamente correto. Ele acreditava que seu maior problema seria lidar com a fobia pela natureza de seu filho adolescente. Ou suportar seu exigente chefe. Mas, quando o patrão ordena que o habitat dos animais que ali vivem seja destruído, Dan entra na lista negra dos bichos e está para descobrir quanta confusão um bando de criaturas da floresta pode causar. Eles sabotam o trabalho de Dan durante o dia e atormentam o seu sono à noite, colocando a carreira do empreiteiro em risco e iniciando uma engraçada batalha entre homem contra a natureza.


http://www.youtube.com/watch?v=pU88SpzLtjI&feature=player_embedded


Quincas Berro D'Água
(Quincas Berro D'Água)

Gênero: Drama

Elenco: Paulo José, Marieta Severo, Mariana Ximenes, Vladimir Brichta, Milton Gonçalves, Othon Bastos, Walderez de Barros, Carla Ribas.
Direção: Sérgio Machado
Duração: 102 min.
Distribuidora: Buena Vista

Sinopse: Rei dos botecos, bordéis e gafieiras da Bahia, o ex-funcionário público Quincas Berro d'Água é encontrado morto em sua cama.
Inconformados com sua morte, seus melhores amigos roubam o corpo e o levam para uma última noite, regada a festa e muita bebida.
Em meio a mil confusões, Quincas vive a sua segunda e definitiva morte, desta vez como sempre sonhou.

Curiosidades:
» Baseado na obra de Jorge Amado.
» Publicado em 1961, o romance de Jorge Amado ganhou versões no teatro e na TV.

http://www.youtube.com/watch?v=Ph14cRyrS3o&feature=player_embedded

20 maio 2010

Robin Hood

Ridley Scott dá uma nova roupagem mais real à lenda de Robin Hood.

Robin Hood é um dos grandes mitos da cultura popular mundial, tendo inspirado toda sorte de obras artísticas. Apesar de nunca ter existido, há certa expectativa do que o público verá ao assistir a um filme estrelado por esse personagem, como aventura, donzelas em perigo, feitos audazes e pura diversão. Ridley Scott decidiu subverter isso e dar uma roupagem mais real à lenda.

Colocar Robin em um contexto mais épico e verossímil é uma ideia interessante, mas retirar partes do que o fez tão inesquecível com certeza não é. Ambientado no final da terceira cruzada, na virada para o século XII, o longa apresenta seu personagem principal não como um nobre, mas como um mero arqueiro, chamado Robin Longstride (Russell Crowe).

Membro do exército do Rei Ricardo Coração de Leão (Danny Huston), Longstride é um homem direto, honesto e um servo fiel do rei, mas que já está cansado da guerra. Após a morte de seu soberano, Robin e seus companheiros João Pequeno (Kevin Durand), Will Escarlate (Scott Grimes) e Allan A’Dayle (Alan Doyle) resolvem desertar das linhas de combate. No entanto, acabam dando de cara os restos da emboscada caravana de nobres que levava a coroa do falecido monarca, que era liderada pelo cavaleiro Robert Loxley.

Assumindo a identidade de Loxley, o arqueiro traz a coroa de volta ao reino, com esta sendo assumida por João (Oscar Isaac), um fraco governante que, levado pelos péssimos conselhos de seu braço direito Godfrey (Mark Strong), leva uma falida Inglaterra à beira de uma guerra civil por meio de uma absurda cobrança de impostos, com tudo sendo orquestrado pelo Rei Felipe da França.

Enquanto isso, na cidade de Nottingham, Robin conhece Marion (Cate Blanchett), esposa do falecido Robert. A pedido do pai do morto, Sir Walter (Max Von Sydow), Robin continuará a personificar o nobre Loxley, para manter a salvo as terras da família. Mal sabe ele que existem ligações profundas entre o seu passado e o de Walter, bem como que seu caminho se cruzará diretamente com a iminente invasão francesa.

A trama básica até que é interessante, mas em nada lembra a história clássica de Robin Hood. Isso porque o filme é basicamente um prelúdio sobre como veio se estabelecer a lenda. Mas os roteiristas tomaram certas liberdades que acabaram diminuindo a força da saga do encapuzado no filme.

Um exemplo de tais mudanças são John e Will, os companheiros de Robin. Enquanto na maioria das versões eles são homens do povo com quem Robin simpatiza quando começa lutar pelos pobres, ao fazê-los companheiros do protagonista desde o início, o filme simplesmente rouba do personagem a ligação necessária com aqueles que ele deseja proteger. Basta notar que quase não há diálogos entre o herói e outros plebeus na Inglaterra.

O elenco está bem estruturado, embora tenha nomes importantes mal-escalados. Enquanto os personagens secundários roubam a cena, Robin e Marion, com exceção de poucas boas tiradas do casal no quarto, simplesmente não convencem o espectador em momento nenhum como par romântico. Isso é resultado direto da falta de química entre Russel Crowe e Cate Blanchett, que aparecem extremamente aborrecidos em suas cenas, além de um desenvolvimento extremamente artificial do relacionamento entre seus personagens.

Individualmente, ambos também não se saem muito melhor. Enquanto Crowe entrará para a história como o Robin Hood mais mal-humorado de todos, descaracterizando-o seriamente, Blanchett soa carrancuda em quase todas as suas falas, além de se tornar uma babá de armadura de uma versão dos Goonies vinda da floresta de Sherwood em meio à batalha final do filme, em um momento inexplicável da produção.

Já entre os coadjuvantes, os veteranos William Hurt e Max Von Sydow dão um show à parte, sendo uma pena que apareçam tão pouco. Scott Grimes, Kevin Durand e Alan Doyle como os “homens alegres” de Robin, assim como Mark Addy no papel de Frei Tuck, são o tão necessário alívio cômico do filme, embora sejam bastante perigosos de seus modos peculiares.

Mark Strong vem se firmando como um ator especialista em vilões aos quais adoramos odiar, não sendo o ameaçador e traiçoeiro Godfrey uma exceção. Oscar Isaac começa bem como João, embora acabe caindo na caricatura a partir do último ato do filme, virando uma cópia banal de Commodus, de “Gladiador”.

Aliás, com exceção do Ricardo de Danny Huston, que consegue ser mais profundo do que muitos personagens do longa apesar da curtíssima aparição, os reis aqui são estereotipados ao extremo, vide as cenas nas quais surge o rei Felipe, que chegam a dar vergonha (ele com as ostras e ordenando a retirada são momentos involuntariamente cômicos).

Com relação à parte técnica do filme, é um fato que Ridley Scott sabe comandar épicos como ninguém. Utilizando muito bem as paisagens da Inglaterra, o cineasta em colaboração com seu diretor de fotografia John Mathieson nos mostram imagens de tirar o fôlego das belezas naturais inglesas, além de usar tais recursos dentro das cenas de batalha.

Alguns erros chegam a incomodar. Certos movimentos de zoom em momentos dramáticos pareceram particularmente forçados. Em dado momento da fita, Scott se mostra relapso, inserindo na tela um texto no qual diz que os personagens estão em Nottingham para depois um dos homens de Robin perguntar “Estamos em Nottingham?”.

Engraçado notar como o diretor quis referenciar diversas fitas sobre a Segunda Guerra Mundial aqui. Um exemplo são as semelhanças entre o desembarque das tropas francesas à costa inglesa com a abertura de “O Resgate do Soldado Ryan”. Apesar de plasticamente bonita, a cena podia ter sido um pouco mais original.

Mais longo que o necessário (haja vista que possui plots que simplesmente não prosperam) e com um furo homérico em seu último ato, como a informação sobre a identidade de certo personagem tendo sido descoberta aparentemente por telepatia, “Robin Hood” se torna só mais uma nota de rodapé na longa lista de obras estrelada pelo príncipe dos ladrões. Não chega a ser um desastre, mas certamente não é nada lendário.

Thiago Siqueira

19 maio 2010

Ainda dá tempo! No mês das noivas, estilista de novelas dá dicas de vestidos

Lethicia Bronstein acredita que o vestido de noiva deve ser atemporal: 'Tem que amar aquilo para sempre'. Confira o modelo ideal para seu corpo.

Especializada em vestidos de noiva e modelos para festa, a estilista Lethicia Bronstein já viu muitos de seus modelos no horário nobre da TV Globo. Lethicia, que trabalha no Rio e em São Paulo, costuma também fazer modelos para novelas – como o vestido de noiva de Rose, personagem de Camila Pitanga em “Cama de Gato”. “O mais legal é saber que aquele vestido vai ser visto , admirado e desejado por muitas pessoas. A sensação é uma delícia!”, diz.

Algumas vezes, Lethicia pega emprestado vestidos de noivas para serem usados em novelas. "Elas adoram ver seus vestidos na TV!", diz ela, que às vezes faz um vestido todo para se encaixar na personagem. "São os casos mais bacanas, quando tenho a oportunidade de sentar com as figurinistas e discutir o perfil do personagem para ver qual vestido se encaixaria melhor."

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Na TV ou na vida real, Lethicia acredita que o modelo de noiva não deve seguir tendências. Ela aconselha as mulheres que vão se casar que optem pelo atemporal. “Acho que tendência para noivas é algo que não deve ser seguido. Vestido de noiva tem que ser atemporal para que daqui a 30 anos ela olhe para suas fotos e continue amando seu modelito”, opina. “Hoje em dia se usa de tudo, menos aquelas mangas bufantes tipo Lady Di."

A estilista

Lethicia faz modelos personalizados, exclusivos para cada noiva. Primeiro, ela tem uma boa conversa com a cliente e ouve suas expectativas. Em seguida, apresenta um croqui que, se aprovado pela noiva, começa a ser confeccionado com materiais nobres e importados, e todo de forma manual. O processo chega a levar oito meses.

Como escolher o vestido de noiva

A estilista conta que faz de tudo para adaptar o desejo da cliente a algo que caia bem no seu corpo. “Quando ela sabe o que lhe cai bem, tudo joga a seu favor”, diz ela, que aconselha alguns cuidados para mulheres mais baixinhas e cheinhas. “Para gordinhas, o decote na frente é sempre bem vindo porque realça o colo. Saias em corte evasê e que saem de baixo do busto sem marcar a barriga são certeiras, pois emagrecem e alongam a silhueta.”

Já as noivas mais magras podem abusar e até escolher modelos com saia bem volumosa. “Elas podem usar modelos mais justos ao corpo. Ou extrapolar no volume das saias por não ter aquele medo de parecer mais cheinha... Um modelo bem princesa mesmo!”

Vestidos de festa

Ao contrário dos modelitos de noiva, vestidos para madrinhas e mães seguem as tendências da moda. A estilista aposta em cores pastel e em tons de pele. “Os ‘nudes’ vão continuar com força. Cores como lavanda, hortência, tons rosa mais fechados, cinza, prata, lilás, ou seja, uma cartela de cores em tons mais pastel e sofisticados, são chiquérrimos e transitam no inverno e no verão lindamente”, aconselha Lethicia, que dá uma dica para não errar.

“Acho que ninguém deveria usar cores fortes quando muito bronzeada. A chance de pecar é grande!”. Carolina Dieckmann, Sabrina Sato, Claudia Leitte, Daniella Cicareli e Julia Lemmertz são algumas das famosas que já usaram vestidos de festa da estilista.


Biessa Diniz

18 maio 2010

Ônibus da Copa: ‘Lotado! O Brasil inteiro está aqui’

A Fifa anunciou ontem que os ônibus das 32 seleções da Copa da África terão mensagens escritas nas laterais dos veículos, escolhidas em votação on-line. O veículo que conduzirá a Seleção Brasileira, por exemplo, tem a frase: “Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!”. O da Argentina traz: “Última parada: a glória.”


Abaixo as frases que estarão nos ônibus de cada seleção, com tradução da Fifa:

África do Sul – Uma nação, orgulhosamente unida sob um arco-íris

Alemanha – Na estrada para ganhar a Copa!

Argélia – Estrela e a lua crescente com um objetivo: Vitória!

Argentina – Última parada: a glória

Austrália – Ouse Sonhar, Avance Austrália

Brasil – Lotado! O Brasil inteiro está aqui dentro!

Camarões – Os Leões Indomáveis estão de volta

Chile – Vermelho é o sangue do meu coração, Chile campeão

Coreia do Norte – 1966 de novo! Vitória para a Coreia do Norte!

Coreia do Sul – Os Gritos dos Vermelhos, República da Coreia Unida

Costa do Marfim – Elefantes, vamos lutar pela vitória!

Dinamarca – Tudo o que você precisa é uma seleção dinamarquesa e um sonho

Eslováquia – Façam tremer o gramado verde! Vamos Eslováquia!

Eslovênia – Com 11 corações valentes até o fim

Espanha – Esperança é meu caminho, vitória é meu destino

Estados Unidos – Vida, Liberdade e a Busca pela Vitória!

França – Todos juntos por um novo sonho em azul

Gana – A esperança da África

Grécia – A Grécia está em todos os lugares!

Holanda – Não tema os cinco grandes, tema os 11 laranjas

Honduras – Um país, uma paixão, 5 estrelas no coração!

Inglaterra – Jogando com Orgulho e Glória

Itália – O nosso azul no céu africano!

Japão – O espírito Samurai nunca morre! Vitória para o Japão!

México – É hora de um novo campeão!

Nigéria – Super Águias e supertorcedores, estamos unidos

Nova Zelândia – Chutando ao estilo Kiwi

Paraguai – O leão Guaraní ruge na África do Sul

Portugal – Um sonho, uma ambição… Portugal campeão!

Sérvia – Joguem com o coração, liderem com um sorriso!

Suíça – Hopp Schwiiz! – “Hop Suisse!” – “Forza Svizzera!” – “C’mon Switzerland!” (Vamos, Suíça!)

Uruguai – O Sol brilha sobre nós! Vamos Uruguai!

Inspirador de filme e novela, o espiritismo atrai famosos na vida real

Raica, Nicette Bruno, Paulo Goulart e Ana Rosa são alguns que seguem a religião.


Raica: espírita desde criança

O espiritismo está na tela do cinema em “Chico Xavier – o filme”, na novela “Escrito nas Estrelas” da Rede Globo e também na vida de muitos artistas. A religião, que crê na imortalidade do espírito e na evolução da alma, tem cerca de 3 milhões de adeptos no Brasil. Muitos têm no espiritismo a certeza de ser ele o remédio para curar a dor.

A atriz Ana Rosa, que em 1995 perdeu a filha Ana Luisa com 18 anos num atropelamento no Rio, conta que sua dor só não foi maior graças a ajuda do espiritismo. “A religião me deu forças para aguentar aquela prova”, lembra ela. Ana, que no filme sobre Chico Xavier vive uma amiga do médium, reconhece que a fé no espiritismo não elimina a dor da perda, mas muda a forma de enfrenta-la. “A religião nos faz entender que Deus existe e é infinitamente bom e justo. Nada acontece por acaso. A Terra é um planeta de provas e expiações, e estamos aqui de passagem. A verdadeira vida é a do espírito. O espiritismo nos dá a certeza de que os entes queridos que já partiram continuam vivos em alguma dimensão”, acredita Ana.

Espírita há 26 anos, ou seja, desde que nasceu, a modelo Raica cresceu numa casa de adeptos da religião de Allan Kardec, o pedagogo francês que codificou a doutrina. A top estuda o espiritismo desde criancinha e conta o que aprendeu com ela: “O espiritismo dá o conhecimento necessário para a vida em qualquer época da humanidade. Ele ensina a ter mais confiança na existência divina e saber que nunca estamos sós. Deus emana o seu poder para onde estivermos. Bastar estar conectado com Ele”, diz Raica.

Paulo Goulart e Nicette Bruno

Família espírita

Unidos pelo amor e também pela religião, o casal Nicette Bruno e Paulo Goulart criou os três filhos - a atriz Beth Goulart, a atriz Bárbara Bruno e o coreógrafo e bailarino Paulo Goulart Filho - sob a ótica espírita. Nicette é uma espírita atuante. Ela coordena o Centro Comunitário da Casa da Fraternidade, uma associação filiada à Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas, em São Paulo. “Espiritismo para nós não é mitologia. Não há dogmas nem milagres advindos de Deus. A priorização do ser humano é a nossa evolução. Acreditamos no processo da reencarnação”, diz Nicette.

Luciana Tecidio

Jake Gyllenhaal quer viver Kurt Cobain nas telonas

O ator Jake Gyllenhaal, que em breve chega aos cinemas com 'Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo', revelou que sonha em interpretar Kurt Cobain em sua cinebiografia.

“O cabelo é muito parecido, seria necessário apenas clarear”, brincou o ator em entrevista ao New Musical Express.

Recentemente, um boato dizia que Robert Pattinson havia sido chamado para o papel. Não demorou muito para a viúva do músico, Courtney Love ('Encurralada'), desmentir a informação.

Love é co-produtora do filme, e ela quem deve decidir qual ator viverá o roqueiro do Nirvana nas telonas.

Scarlett Johansson ('Homem de Ferro 2') deve interpretar Love.

David Benioff ('A Última Noite') é o roteirista do filme, baseado no livro 'Mais Pesado que o Céu'.


Renato Marafon
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