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18 junho 2011
29 maio 2011
Arquivada queixa contra Mariah Carey
28-05-2011
O Departamento de Serviços Sociais e da Família de Los Angeles arquivou a denúncia contraMariah Carey, que era acusada de tomar bebidas alcoólicas quando ainda estava na maternidade onde deu à luz os gémeos.
Fonte: Vidas
03 maio 2011
Política e literatura
Publicação: 16 de Maio de 2010
Marcelo Alves Dias de Souza - procurador da República
Marcelo Alves Dias de Souza - procurador da República
É fato que escrevi, nas últimas semanas, sobre política, essencialmente sobre a política do Reino Unido. “E já basta”, o leitor mais enfezado poderá dizer. Então passemos, até para evitar uma tão constrangedora reprimenda, a outro assunto: literatura. Mas passemos suavemente, pois, como disse o maior do poetas portugueses, “mais vale saber passar silenciosamente. E sem desassosegos grandes”. E se da política à literatura inglesa vamos, nada melhor que façamos por intermédio de duas personagens que, nos séculos XIX e XX, respectivamente, com grande desenvoltura, marcaram presença nesses dois mundos: Benjamin Disraeli (1804-1881) e Winston Churchill (1874-1965) .
Na política, Benjamin Disraeli, Primeiro Earl of Beaconsfield e grande amigo da Rainha Victoria, foi, pelo Partido Conservador, duas vezes Primeiro-Ministro do Reino Unido (1868 e 1874-1880), além de haver ocupado inúmeros outros cargos durante pelo menos quarenta anos de vida pública. A história política do Reino registra sobretudo sua intensa rivalidade com William Gladstone (1809-1898), que, apesar da antipatia da Rainha, em uma carreira política de mais de 60 anos, foi, representando o Partido Liberal, quatro vezes Primeiro-Ministro (1868-1874, 1880-1885, 1886 and 1892-1894). E essa rivalidade, entre Tories e Whigs, entre Disraeli e Gladstone, pautou por mais de um quarto de século a política na terra de Shakespeare.
Na letras, Disraeli, dotado de solidez intelectual e com formação em direito, incursionou por vários estilos e, assim como na política, angariou admiradores e desafetos. Quem sabe não esteja aí a explicação para o fato de ele estar fora do cânone da literatura da era vitoriana (apesar de seus desafetos/críticos, menos complacentes, atribuírem isso às deficiências intrínsecas à sua obra). O Disraeli-escritor deve seu status, certamente, aos inúmeros romances que escreveu. Desde o primeiro deles, “Vivian Grey” (publicado anonimamente em 1826) - mas, sobretudo, com sua trilogia “Coninasby” (1844), “Sybil” (1845) e “Tancred” (1847) - alcançou grande fama. As composições dessa trilogia, como informa o “(The) Oxford Companion to English Literature”, podem ser consideradas como os primeiros romances políticos em língua inglesa (algo que foi posteriormente desenvolvido por contemporâneos seus como Anthony Trollope). Na trilogia, Disraeli, ao mesmo tempo que demostra simpatia pelos oprimidos (para alguns, sobretudo seus adversários políticos, uma simpatia fingida), retrata as mais eminentes figuras de seu tempo com fina ironia, mostrando, às escâncaras, a alta sociedade e a política de então. Sobretudo com “Sybil, or The Two Nations” (alegadamente a mais refinada de suas obras, onde ele consegue denunciar o horror de uma nação dividida entre pobres e ricos), Disraeli, não obstante imperialista (vide a aquisição do Canal de Suez no seu segundo Governo), construiu a base para o que seria seu modo de agir e para as reformas que implementou na política interna, com a aprovação, por exemplo, de toda uma legislação protetiva à classe trabalhadora e à saúde.
Já Winston Churchill é uma das figuras políticas mais lembradas do século passado, sobretudo pelo papel – certamente heróico – que exerceu na 2ª Guerra Mundial, no afã de deter o avanço militar nazista. Sem medo de errar, ele é uma das maiores lideranças em tempo de guerra que a humanidade já produziu. Aliás, sua carreira militar, apesar de reconhecidos insucessos, rivaliza com com sua carreira política, tendo servido como oficial na Índia, no Sudão, na 2ª Guerra Boer e, ainda, na 1ª Guerra Mundial, como First Lord of the Admiralty (algo como nosso Ministro da Marinha), Ministro/Secretário de Estado de Munições, para Guerra e para a Aeronáutica. Em tempos de guerra ou não, Churchill foi ainda Chancellor of the Exchequer (cargo mais ou menos correspondente ao nosso Ministro da Fazenda) e Primeiro-Ministro do Reino Unido por duas vezes (1940-1945 e 1951-1955). Orador brilhante, seus discursos são hoje considerados como clássicos na arte de Demóstenes e Cícero. Quem não se lembra de “sangue, suor e lágrimas” ou de “nunca tantos deveram tanto a tão poucos”?
Mas Churchill era um homem de inúmeras facetas. Além de militar e político, foi pintor diletante, grande bebedor, gastador e apreciador de charutos. Era também dado a recorrentes episódios de depressão (que ele chamava de “Black Dog”), do que padeceu durante toda vida. E ele foi sobretudo um historiador/escritor de imenso talento, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura em 1953. Desde o seu primero livro (publicado em 1898) e quase sempre necessitado de dinheiro, Churchill viveu das rendas das publicações de seus livros ou de artigos em jornais e revistas. Se contados apenas os livros publicados em vida, sua obra passa dos 50 títulos. Dela se destaca, certamente, “A History of the English-Speaking Peoples” (1956-58), obra composta de vários volumes, cobrindo a saga desses povos desde a invasão Romana da Grã-Bretanha Romana por Julio César até os albores da 1ª Guerra Mundial. No mesmo patamar ou talvez acima estão os vários volumes de “The Second World War” (se não estou enganado, reeditados no Brasil, faz poucos anos, em uma versão mais concentrada de um só volume), suas ambiciosas memórias publicadas entre 1948-1954, combrindo um período que vai desde fins da 1ª até fins da 2ª guerras mundiais, quando o autor não foi só testemunha da história, mas também um de seus grandes protagonistas. Considerada por muitos a mais importante de suas obras, as “memórias”, pelo seu conteúdo e pela qualidade estilística, certamente tiveram um peso decisivo para a obtenção do Prêmio Nobel.
As coincidências nas vidas de Disraeli e Churchill são inúmeras. Ambos eram “animais” políticos, no que a expressão tenha mais a ver com a política partidária. Mas ambos foram também grandes estadistas. Disreali, assim como Churchill, foi levado à literatura, se diz, em virtude de precária situação financeira. De certa maneira, ambos tiveram suas “carreiras” literárias eclipsadas pelas brilhantes carreiras na política. Sobretudo, a obra de ficção de Disraeli pode ser lida como as memórias (antecipadas) que ele, diferentemente de Churchill, jamais escreveu. E ambos, assim, fizeram política em literatura.
Jornal Tribuna do Norte.
12 abril 2011
Clássico de Dostoiévski faz sucesso na cadeia de "Insensato Coração"
Clássico de Dostoiévski faz sucesso na cadeia de "Insensato Coração"
da Livraria da Folha
Principal novela da Globo mostra obra-prima do russo Dostoiévski
O presídio da novela "Insensato Coração" (Globo, 21h) virou um aliado na divulgação do hábito de leitura no país. No capítulo da última terça-feira (29), a personagem Norma (Glória Pires) apareceu comentando "Crime e Castigo", romance clássico do escritor russo Fiódor Dostoiévski (1821-1881).
Ela disse que pegou o livro na biblioteca da cadeia e que pretende "entender mais a vida" lendo a obra. Não é a primeira vez que a trama de Gilberto Braga mostra a detenta como garota-propaganda de livros. Norma parece buscar na leitura motivação para uma reviravolta em sua vida. Ela já leu a biografia de Sidney Sheldon (1917-2007), "O Outro Lado de Mim" (Record, 2005), e se mostrou inspirada com sentimentos de vingança.
Ela está presa por causa de Léo (Gabriel Braga Nunes), namorado que a enganou no começo da trama. Companheira de Norma na cela, Jandira (Cristina Galvão) serve de contraponto para Norma ao dizer que prefere ler revistas sobre celebridades.
Cartões telefônicos entram na cadeia escondidos dentro das publicações que Jandira recebe e passa para Norma. São esses cartões que Norma entrega a Araci (Cristiana Oliveira), presidiária tatuada com contatos fora da cadeia, como pagamento para que ela localize o paradeiro de Léo.
Livros e prisão
Na vida real, a literatura é usada na recuperação de presos, na reconquista da autoestima. Em novembro passado, a Livraria da Folha acompanhou o projeto desenvolvido em uma cadeia na cidade mineira de Sete Lagoas.
Um grupo de detentos encenou trechos de "Grande Sertão: Veredas", obra de Guimarães Rosa, no Centro de Reintegração Social Dr. Franz de Castro Holzwarth, conhecido na cidade como APAC. Eles recitaram também alguns trechos do conto "A Terceira Margem do Rio" e, por meio de perguntas, os detentos eram estimulados a imaginar a continuação da história, a falar sobre os sentimentos que as palavras despertavam neles.
Fantoches imitando personagens famosos do escritor, como Manuelzão (que também foi companheiro de Rosa em suas andanças pelo sertão) também ajudavam a sensibilizar o grupo.
Enquete: Se você estivesse preso, o que iria preferir ler na cadeia?
28 setembro 2010
Uma perna separada do corpo e a mão que surgiu do nada
O desastre está completo nesse anúncio. Que perna é essa que nem parece fazer parte do corpo? E repare nos dedos ao lado do pé esquerdo - de onde supostamente surgiu essa mao sem braço? Bela contribuiçao ao Photoshop Disasters.
24/09
Blue Bus
24/09
Blue Bus
27 setembro 2010
Toda vez q vc cria 1 anuncio ruim alguma coisa de ruim acontece
Para o 'The Eagle Awards', festival de publicidade da África do Sul, algo de ruim acontece toda vez que alguém cria 1 anúncio ruim. A gravidade da consequência depende do grau de ruindade da propaganda :-) pode variar desde o lançamento de 1 disco de qualidade duvidosa até o descarrilamento de 1 trem. Para divulgar a próxima ediçao do prêmio, a agência King James colocou essa ideia no papel.
Do Ads of The World.
25/09Debora Schach
26 setembro 2010
Para os problemas existenciais, que tal uma Dr. Freud Therapy Ball?
Que tal ter um Dr. Freud particular para ajudá-lo a resolver suas questoes existenciais? Inspirado na Magic 8-Ball, a Dr. Freud Therapy Ball pode ajudá-lo a resolver suas questoes existenciais com pontuaçoes psicanalíticas aleatórias, bastando chacoalhar a bola para ouvi-las. O brinquedo inclui 20 diferentes expressoes e custa USD 8. A dica é do Neatorama.
25/09 Jacqueline Lafloufa
19 maio 2010
Ainda dá tempo! No mês das noivas, estilista de novelas dá dicas de vestidos
Lethicia Bronstein acredita que o vestido de noiva deve ser atemporal: 'Tem que amar aquilo para sempre'. Confira o modelo ideal para seu corpo.
Especializada em vestidos de noiva e modelos para festa, a estilista Lethicia Bronstein já viu muitos de seus modelos no horário nobre da TV Globo. Lethicia, que trabalha no Rio e em São Paulo, costuma também fazer modelos para novelas – como o vestido de noiva de Rose, personagem de Camila Pitanga em “Cama de Gato”. “O mais legal é saber que aquele vestido vai ser visto , admirado e desejado por muitas pessoas. A sensação é uma delícia!”, diz.
Algumas vezes, Lethicia pega emprestado vestidos de noivas para serem usados em novelas. "Elas adoram ver seus vestidos na TV!", diz ela, que às vezes faz um vestido todo para se encaixar na personagem. "São os casos mais bacanas, quando tenho a oportunidade de sentar com as figurinistas e discutir o perfil do personagem para ver qual vestido se encaixaria melhor."
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Na TV ou na vida real, Lethicia acredita que o modelo de noiva não deve seguir tendências. Ela aconselha as mulheres que vão se casar que optem pelo atemporal. “Acho que tendência para noivas é algo que não deve ser seguido. Vestido de noiva tem que ser atemporal para que daqui a 30 anos ela olhe para suas fotos e continue amando seu modelito”, opina. “Hoje em dia se usa de tudo, menos aquelas mangas bufantes tipo Lady Di."
A estilista
Lethicia faz modelos personalizados, exclusivos para cada noiva. Primeiro, ela tem uma boa conversa com a cliente e ouve suas expectativas. Em seguida, apresenta um croqui que, se aprovado pela noiva, começa a ser confeccionado com materiais nobres e importados, e todo de forma manual. O processo chega a levar oito meses.
Como escolher o vestido de noiva
A estilista conta que faz de tudo para adaptar o desejo da cliente a algo que caia bem no seu corpo. “Quando ela sabe o que lhe cai bem, tudo joga a seu favor”, diz ela, que aconselha alguns cuidados para mulheres mais baixinhas e cheinhas. “Para gordinhas, o decote na frente é sempre bem vindo porque realça o colo. Saias em corte evasê e que saem de baixo do busto sem marcar a barriga são certeiras, pois emagrecem e alongam a silhueta.”
Já as noivas mais magras podem abusar e até escolher modelos com saia bem volumosa. “Elas podem usar modelos mais justos ao corpo. Ou extrapolar no volume das saias por não ter aquele medo de parecer mais cheinha... Um modelo bem princesa mesmo!”
Vestidos de festa
Ao contrário dos modelitos de noiva, vestidos para madrinhas e mães seguem as tendências da moda. A estilista aposta em cores pastel e em tons de pele. “Os ‘nudes’ vão continuar com força. Cores como lavanda, hortência, tons rosa mais fechados, cinza, prata, lilás, ou seja, uma cartela de cores em tons mais pastel e sofisticados, são chiquérrimos e transitam no inverno e no verão lindamente”, aconselha Lethicia, que dá uma dica para não errar.
“Acho que ninguém deveria usar cores fortes quando muito bronzeada. A chance de pecar é grande!”. Carolina Dieckmann, Sabrina Sato, Claudia Leitte, Daniella Cicareli e Julia Lemmertz são algumas das famosas que já usaram vestidos de festa da estilista.
Biessa Diniz
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